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<title>temmais.com/blog - RSS</title>
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<description>Últimos posts</description>
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<copyright>Temmais.com</copyright>
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<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=4671]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[19/6/2009 11:26:52]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="color: #000080;"><span style="font-size: medium;"><span class="titulo1"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><strong>Empresa de cons&oacute;rcio ter&aacute; de devolver quantias pagas a todos os desistentes ou exclu&iacute;dos, decide STJ</strong></span></span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"> </span></span></span></p><p style="line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) estendeu a todos os contratos de uma empresa de cons&oacute;rcios os efeitos de uma decis&atilde;o judicial que determinou a devolu&ccedil;&atilde;o de quantias desembolsadas pelos consumidores desistentes ou exclu&iacute;dos. A a&ccedil;&atilde;o foi movida pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC). A Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo havia considerado que as import&acirc;ncias eram devidas apenas para os contratos firmados at&eacute; dezembro de 1993, enquanto estava vigente a Portaria 190/89 do Minist&eacute;rio da Fazenda.</span></p><p style="line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">A portaria em quest&atilde;o determinava que os participantes desistentes ou exclu&iacute;dos do cons&oacute;rcio receberiam de volta as quantias pagas, sem juros e sem corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria. Com a revoga&ccedil;&atilde;o da portaria, no final de 1993, passou-se a inserir nos contratos cl&aacute;usula obrigando as empresas a devolver os valores com corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, isso por for&ccedil;a de regulamenta&ccedil;&atilde;o promovida pelo novo &oacute;rg&atilde;o fiscalizador, o Banco Central do Brasil. </span></p><p style="line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">O IDEC alegou, na a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica, que a empresa de cons&oacute;rcios Viana Administradora de Cons&oacute;rcios, de S&atilde;o Paulo, n&atilde;o estaria devolvendo aos consumidores desistentes ou exclu&iacute;dos as parcelas quitadas, com juros e corre&ccedil;&atilde;o, mesmo com o t&eacute;rmino do grupo. Em primeira inst&acirc;ncia, foi determinada a devolu&ccedil;&atilde;o a todos os desistentes e exclu&iacute;dos com as devidas corre&ccedil;&otilde;es. No entanto, como o tribunal de segunda inst&acirc;ncia excluiu da obriga&ccedil;&atilde;o os contratos firmados ap&oacute;s a revoga&ccedil;&atilde;o da portaria, o IDEC recorreu ao STJ. </span></p><p style="line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><strong><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Condena&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica</span></strong></p><p style="line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">O julgamento da Quarta Turma seguiu o entendimento do relator, ministro Luis Felipe Salom&atilde;o. De acordo com a posi&ccedil;&atilde;o do STJ, a decis&atilde;o judicial n&atilde;o se restringe aos contratos firmados enquanto estava vigente a Portaria 190/89. De acordo com o ministro Salom&atilde;o, a nova regulamenta&ccedil;&atilde;o dos cons&oacute;rcios estipulada pelo Banco Central a partir de 1994 n&atilde;o foi capaz de alterar a pr&aacute;tica da empresa de se recusar a devolver as quantias desembolsadas pelos consumidores desistentes e exclu&iacute;dos. <br /><br />O ministro esclareceu que a decis&atilde;o judicial &eacute; uma condena&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica, que visa apenas identificar a les&atilde;o a direito e os danos causados por esta. Posteriormente, em fase de liquida&ccedil;&atilde;o, &eacute; que se verificar&aacute; o dano efetivamente sofrido por cada v&iacute;tima, ou seja, se a empresa devolveu o valor nominal pago, sem a devida atualiza&ccedil;&atilde;o, ou se n&atilde;o realizou o pagamento de qualquer quantia.</span></p><p style="line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=92493">http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=92493</a></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 16pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span></p><fieldset></fieldset>]]></description>
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<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=4670]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[19/6/2009 10:50:46]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">Empresa de telefonia deve indenizar por demora em solucionar problema</span></strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">A Brasil Telecom S.A., filial Mato Grosso, condenada a indenizar uma cliente em R$ 3 mil por dano moral pela demora em solucionar problemas com cart&atilde;o de recarga de celular, teve seu Recurso de Apela&ccedil;&atilde;o n&ordm; 2004/2009 negado pela Segunda C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a de Mato Grosso. &nbsp;Sustentou a empresa que a cliente sofreu mero dissabor ou irrita&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o cabendo &agrave; empresa obriga&ccedil;&atilde;o reparat&oacute;ria, sendo que a culpa pela n&atilde;o recarga deu-se em decorr&ecirc;ncia de erro da apelada. A defesa pediu a reforma da senten&ccedil;a original ou alternativamente, a redu&ccedil;&atilde;o da verba indenizat&oacute;ria. </span><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">As alega&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foram aceitas pela c&acirc;mara julgadora, composta pelo relator, desembargador Donato Fortunato Ojeda, pela desembargadora Maria Helena Gargaglione Povoas, como primeira vogal, e pelo desembargador Ant&ocirc;nio Bitar Filho, como segundo vogal, que decidiram unanimemente pela manuten&ccedil;&atilde;o do dever de indenizar da apelante. Conforme os autos, a apelada adquiriu um cart&atilde;o para a inser&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos e ao tentar fazer a recarga, ouviu uma mensagem de que o n&uacute;mero digitado estava incorreto. Em seguida ligou tr&ecirc;s vezes para a central de atendimento, sendo informada que o problema n&atilde;o poderia ser resolvido por telefone. A apelada dirigiu-se a uma loja da apelante, sendo atendida pela gerente do estabelecimento, que garantiu que o problema se resolveria em tr&ecirc;s dias &uacute;teis. Passado o prazo, a consumidora apelada mais uma vez ligou para a central de atendimento da empresa, tendo que aguardar mais de quarenta minutos, sem, no entanto, ver sua reclama&ccedil;&atilde;o solucionada. </span><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">O relator do recurso avaliou que cabe ao caso exposto a aplicabilidade dos artigos 2&ordm; e 3&ordm; do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, que qualificam como consumidor todo aquele que adquire produtos e servi&ccedil;os; e fornecedor, aqueles que desenvolvem atividades de produ&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o ou comercializa&ccedil;&atilde;o.&nbsp; &nbsp;O magistrado explicou que, quando caracterizada a m&aacute; presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o, &eacute; imperiosa a fixa&ccedil;&atilde;o da responsabilidade do fornecedor. &ldquo;Depreende-se que o prazo para a solu&ccedil;&atilde;o do problema extravasou em muito a razoabilidade, impingindo &agrave; cliente recorrida uma verdadeira via crucis para a resolu&ccedil;&atilde;o de sua reivindica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, alertou. </span><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.tj.mt.gov.br/conteudo.aspx?IDConteudo=11323"><span style="font-size: 7.5pt; color: blue; text-decoration: none; mso-bidi-font-size: 11.0pt; text-underline: none;">http://www.tj.mt.gov.br/conteudo.aspx?IDConteudo=11323</span></a></span><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">&nbsp;</span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=4030]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/6/2009 16:36:25]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">Superior Tribunal de Justi&ccedil;a aprova S&uacute;mula que permite juros superiores a 12% ao ano</span></strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) aprovou a S&uacute;mula de n&ordm; 382, que define que a estipula&ccedil;&atilde;o de juros remunerat&oacute;rios superiores a 12% ao ano, por si s&oacute;, n&atilde;o caracteriza abuso. A S&uacute;mula foi editada na &uacute;ltima&nbsp;quarta-feira (27) pela Segunda Se&ccedil;&atilde;o. Os ministros entendem que &eacute; necess&aacute;rio analisar caso a caso o abuso alegado por parte da institui&ccedil;&atilde;o financeira.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">A Se&ccedil;&atilde;o tomou por base in&uacute;meros precedentes. Um dos casos foi julgado em 2004 pela Quarta Turma e teve como relator o ministro Raphael de Barros Monteiro Filho (Resp 507.882/RS). O julgamento foi em favor da empresa Ita&uacute; Leasing de Arrendamento Mercantil. Em outro precedente, tamb&eacute;m do Rio Grande do Sul (Resp 1.042.903), foi julgado no &uacute;ltimo ano pela Terceira Turma e teve como relator o ministro Massami Uyeda.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Nesse processo, contra a BV Financeira S.A Cr&eacute;dito Financiamento e Investimento, o juiz de primeiro grau julgou procedente a a&ccedil;&atilde;o de revis&atilde;o de contrato de aliena&ccedil;&atilde;o fiduci&aacute;ria em garantia para liminar os juros em 12 % ao ano e excluir a inscri&ccedil;&atilde;o do devedor no cadastro de inadimplentes. Segundo a decis&atilde;o do STJ, n&atilde;o incide essa limita&ccedil;&atilde;o, exceto em hip&oacute;teses legais e espec&iacute;ficas.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">O ministro esclareceu nesse julgamento que n&atilde;o h&aacute; sequer o reconhecimento de of&iacute;cio da nulidade de cl&aacute;usulas contratuais consideradas abusivas, sendo necess&aacute;rio o pedido expresso do interesse da parte. A Segunda Se&ccedil;&atilde;o do STJ entende que, no caso, n&atilde;o existia a limita&ccedil;&atilde;o prevista no Decreto 22626/33, salvo nas hip&oacute;teses legais espec&iacute;ficas, visto que as institui&ccedil;&otilde;es financeiras, integrantes do Sistema Financeiro Nacional s&atilde;o regidas pela Lei 4595/64.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Cabe ao Conselho Monet&aacute;rio Nacional, segundo S&uacute;mula 596, do STF, limitar os encargos de juro e esse entendimento n&atilde;o foi alterado ap&oacute;s a vig&ecirc;ncia do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC), cujas normas tamb&eacute;m se aplicam aos contratos firmados por institui&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias. A autoriza&ccedil;&atilde;o do Conselho Monet&aacute;rio Nacional para livre contrata&ccedil;&atilde;o dos juros s&oacute; se faz em hip&oacute;teses espec&iacute;ficas, como c&eacute;dula de cart&atilde;o de cr&eacute;dito rural, industrial ou comercial.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">A Segunda Se&ccedil;&atilde;o consagrou com a S&uacute;mula o entendimento de &eacute; poss&iacute;vel a manuten&ccedil;&atilde;o dos juros ajustado pelas partes, desde que n&atilde;o fique demasiadamente demonstrado o abuso. O teor do texto &eacute;: &ldquo;A estipula&ccedil;&atilde;o de juros remunerat&oacute;rios superiores a 12% ao ano, por si s&oacute;, n&atilde;o indica abusividade&rdquo;.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Refer&ecirc;ncia:<br />CPC, art. 543-C</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Lei n.4.595, de 31/12/1964</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Res. N. 8, de 07/08/2008-STJ, art. 2&ordm;, &sect; 1&ordm;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Resp 1.061.530-RS</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">AgRg nos Edcl no Resp 788045</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Resp1042903</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">AgRg no Resp 879902</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Resp 507882</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">AgRg no Resp 688627</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 6pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">AgRg no Resp 913609</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 13pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Fonte: STJ</span></span></strong><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=4029]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/6/2009 16:33:18]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: 18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-line-height-rule: exactly"><span style="color: #000080;"><strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">Superior Tribunal de Justi&ccedil;a revoga s&uacute;mula e uniformiza novo entendimento sobre detalhamento de fatura telef&ocirc;nica</span></strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: 18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-line-height-rule: exactly"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Em julgamento de mais uma mat&eacute;ria submetida ao rito da Lei dos Recursos Repetitivos, a Primeira Se&ccedil;&atilde;o do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a uniformizou o novo entendimento sobre a obrigatoriedade da discrimina&ccedil;&atilde;o das faturas telef&ocirc;nicas e revogou a S&uacute;mula 357, que tinha o seguinte enunciado: &ldquo;a pedido do assinante, que responder&aacute; pelos custos, &eacute; obrigat&oacute;ria, a partir de 1&ordm; de janeiro de 2006, a discrimina&ccedil;&atilde;o de pulsos excedentes e liga&ccedil;&otilde;es de telefone fixo para celular&rdquo;.<br /><br />De acordo com o entendimento j&aacute; pacificado pelas duas Turmas que comp&otilde;em a Se&ccedil;&atilde;o, a partir de 1&ordm; de agosto de 2007, data da implementa&ccedil;&atilde;o total do Sistema Telef&ocirc;nico Fixo Comutado (Resolu&ccedil;&atilde;o 426), &eacute; obrigat&oacute;rio o fornecimento de fatura detalhada de todas as liga&ccedil;&otilde;es na modalidade local, independentemente de ser dentro ou fora da franquia contratada. O fornecimento da fatura &eacute; gratuito e de responsabilidade da concession&aacute;ria.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: 18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-line-height-rule: exactly"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">A solicita&ccedil;&atilde;o para o fornecimento da fatura discriminada sem &ocirc;nus para o assinante s&oacute; precisa ser feita uma &uacute;nica vez, marcando para a concession&aacute;ria o momento a partir do qual o consumidor pretende obter o servi&ccedil;o. Segundo o relator, ministro Francisco Falc&atilde;o, n&atilde;o tem sentido obrigar o consumidor a solicitar mensalmente o detalhamento de sua fatura.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: 18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-line-height-rule: exactly"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Em seu voto, o relator ressaltou que, com a edi&ccedil;&atilde;o do Decreto 4.377/2003, que viabilizou o detalhamento das faturas ao alterar o sistema de tarifa&ccedil;&atilde;o de pulsos para tempo de utiliza&ccedil;&atilde;o, o Estado determinou o detalhamento de todas as liga&ccedil;&otilde;es locais e de longa dist&acirc;ncia. Ele explicou que o prazo para a convers&atilde;o do sistema, inicialmente previsto para 31 de julho de 2006, foi ampliado em doze meses para n&atilde;o prejudicar os usu&aacute;rios da internet discada, da&iacute; a fixa&ccedil;&atilde;o da data em 1&ordm; de agosto.<br /><br />O artigo 83 da Resolu&ccedil;&atilde;o 426/2005 determina que a prestadora na modalidade local deve fornecer, mediante solicita&ccedil;&atilde;o do assinante, documento de cobran&ccedil;a do servi&ccedil;o contendo o detalhamento das chamadas locais que permita identificar, para cada chamada local realizada, o n&uacute;mero do telefone chamado, a data e hor&aacute;rio de realiza&ccedil;&atilde;o, a dura&ccedil;&atilde;o e o seu respectivo valor.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: 18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-line-height-rule: exactly"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">O STJ editar&aacute; uma nova s&uacute;mula sobre o tema, constando que o detalhamento incide sobre as chamadas medidas em unidades de tempo (n&atilde;o mais em pulso), que a fatura &eacute; gratuita e que passou a ser obrigat&oacute;ria a partir de 1&ordm; de agosto de 2007.<br /><br />No caso julgado, uma assinante ajuizou a&ccedil;&atilde;o de repeti&ccedil;&atilde;o de ind&eacute;bito contra a Telemar Norte Leste S/A, buscando o ressarcimento da cobran&ccedil;a de pulsos excedentes al&eacute;m da franquia para telefone fixo e liga&ccedil;&otilde;es para celular, sem a respectiva discrimina&ccedil;&atilde;o das liga&ccedil;&otilde;es.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: 18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-line-height-rule: exactly"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Processo: REsp 1074799</span></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; LINE-HEIGHT: 18pt; TEXT-ALIGN: justify; mso-line-height-rule: exactly"><strong><span style="font-size: 12pt; color: #333333; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"><span style="font-family: Calibri;">Fonte: STJ</span></span></strong><span style="font-size: 12pt; mso-bidi-font-size: 13.0pt;"></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=4027]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/6/2009 16:00:42]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">V&iacute;timas de salmonella ser&atilde;o indenizadas</span></strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></strong></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-family: Calibri;">Uma fabricante de alimentos ter&aacute; que indenizar em R$ 8.300, por danos morais, um policial aposentado e sua mulher, residentes em Barbacena. Eles ingeriram junto com a fam&iacute;lia uma farofa de fabrica&ccedil;&atilde;o da empresa que estava contaminada. A decis&atilde;o &eacute; da 11&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a de Minas Gerais.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-family: Calibri;">Segundo os autos, em outubro de 2004, o casal viajou para a cidade de Curitiba (PR), com o objetivo de visitar a filha. Com a chegada dos parentes, a dona da casa preparou um almo&ccedil;o, no qual estava inclu&iacute;da uma farofa pronta, fabricada pela Yoki Alimentos. Logo ap&oacute;s a refei&ccedil;&atilde;o, todos passaram mal e foram levados para um hospital, onde permaneceram internados por seis dias, com diarr&eacute;ia e v&ocirc;mito.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-family: Calibri;">Em an&aacute;lises laboratoriais, foi constatada a presen&ccedil;a da bact&eacute;ria salmonella na farofa e tamb&eacute;m numa torta de abacaxi feita por uma familiar do policial, servida na ocasi&atilde;o. Com isso, o policial ajuizou a&ccedil;&atilde;o contra a empresa, pleiteando indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais.<br /><br />A empresa, em sua contesta&ccedil;&atilde;o, argumentou que a contamina&ccedil;&atilde;o ocorreu exclusivamente pela ingest&atilde;o da torta de abacaxi. A ju&iacute;za de 1&ordf; inst&acirc;ncia, contudo, n&atilde;o afastou a responsabilidade da empresa e fixou a indeniza&ccedil;&atilde;o em R$ 8.300, corrigida monetariamente e com juros de 1% ao m&ecirc;s incidindo a partir da data do fato.<br /><br />A empresa recorreu ao Tribunal de Justi&ccedil;a. A turma julgadora, formada pelos desembargadores Fernando Caldeira Brant (relator), Marcelo Rodrigues e Marcos Lincoln, manteve a condena&ccedil;&atilde;o, modificando apenas a data de incid&ecirc;ncia dos juros de mora, passando da data do fato para a data da cita&ccedil;&atilde;o.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-family: Calibri;">O relator ponderou que o laudo t&eacute;cnico comprovou a presen&ccedil;a de bact&eacute;ria salmonella na farinha de mandioca ingerida pela fam&iacute;lia, concluindo que o produto se encontrava impr&oacute;prio para consumo.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; color: #333333; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-family: Calibri;">Apesar de a torta de abacaxi servida tamb&eacute;m estar contaminada pela bact&eacute;ria, segundo o relator &ldquo;houve culpa concorrente, que n&atilde;o afasta o dever da empresa de indenizar&rdquo;.<br /><br /></span><span style="font-size: x-small;">Processo: 1.0056.05.102537-9/001 </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: x-small;"><strong><span style="color: #333333; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Fonte: TJMG</span></strong></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=3593]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[15/5/2009 10:36:06]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">Foro para dirimir diverg&ecirc;ncias deve ser o mais favor&aacute;vel ao consumidor</span></strong><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">Cl&aacute;usula de contrato que institui foro que prejudique consumidor &eacute; pass&iacute;vel de nulidade, independente de constar no documento. A decis&atilde;o foi da Segunda C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a de Mato Grosso, que n&atilde;o acolheu o Agravo de Instrumento n&ordm; 7291/2009 e manteve decis&atilde;o de Primeira Inst&acirc;ncia que julgara improcedente a Exce&ccedil;&atilde;o de Incompet&ecirc;ncia n&ordm; 23/2008, proposta pela empresa agravante Global Securities Capital Partners Advisiors Corp. Com a decis&atilde;o de Segundo Grau, fica mantido o tr&acirc;mite de uma a&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria ajuizada pelos agravados em foro diverso do eleito numa c&eacute;dula de produto rural. Em vez de tramitar na Comarca de Diamantino (208 km a m&eacute;dio-norte de Cuiab&aacute;), o processo deve continuar tramitando em Tangar&aacute; da Serra (239 km a m&eacute;dio-norte da Capital). </span><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">No recurso, a empresa aduziu que os agravados ajuizaram a&ccedil;&atilde;o na comarca de Tangar&aacute; da Serra, quando o eleito para dirimir qualquer controv&eacute;rsia oriunda da emiss&atilde;o da C&eacute;dula de Produtor Rural para entrega de sacas de soja em gr&atilde;os seria a Comarca de Diamantino. Sustentou ainda que tal rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seria regida pelo C&oacute;digo de Defesa do Consumidor por n&atilde;o haver rela&ccedil;&atilde;o de consumo e sim comercial, o que valeria o pedido para remiss&atilde;o do processo ao Ju&iacute;zo da Quarta Vara C&iacute;vel da Comarca de Diamantino, local do tr&acirc;mite da a&ccedil;&atilde;o de execu&ccedil;&atilde;o movida pela agravante em face dos agravados. </span><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">A desembargadora Maria Helena Gargaglione P&oacute;voas, relatora do agravo, observou que as institui&ccedil;&otilde;es financeiras est&atilde;o sujeitas ao CDC, conforme estabelece a S&uacute;mula 297 do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a. &ldquo;Verificada a exist&ecirc;ncia de rela&ccedil;&atilde;o de consumo entre as partes, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas acerca da preval&ecirc;ncia do foro do domic&iacute;lio do consumidor em detrimento do foro de elei&ccedil;&atilde;o institu&iacute;do, quando este dificultar a defesa daquele. &Eacute; isso o que determina o CDC, quando estipulou diretrizes acerca da vulnerabilidade do consumidor e sua necess&aacute;ria prote&ccedil;&atilde;o contratual nas rela&ccedil;&otilde;es de consumo, inclusive com a facilita&ccedil;&atilde;o de sua defesa em Ju&iacute;zo&rdquo;, explicou a magistrada.</span><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">A decis&atilde;o foi refor&ccedil;ada pelo voto dos desembargadores Ant&ocirc;nio Bitar Filho (primeiro vogal) e Donato Fortunato Ojeda (segundo vogal).</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-size: x-small;">&nbsp;</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.tj.mt.gov.br/conteudo.aspx?IDConteudo=10894"><span style="color: blue; text-decoration: none; text-underline: none;"><span style="font-size: x-small;">http://www.tj.mt.gov.br/conteudo.aspx?IDConteudo=10894</span></span></a></span><span style="font-size: 13pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ALGUMAS PRÁTICAS CONSIDERADAS ABUSIVAS]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=3591]]></link>
<author><![CDATA[ALGUMAS PRÁTICAS CONSIDERADAS ABUSIVAS]]></author>
<pubDate><![CDATA[15/5/2009 10:05:19]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span><span style="color: #000080;"><strong><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">S&Atilde;O PR&Aacute;TICAS ABUSIVAS:</span></strong><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">1) Obrigar o consumidor, na compra de um produto, levar outro que n&atilde;o queira para que tenha direito ao primeiro. &Eacute; a chamada venda casada. A regra &eacute; v&aacute;lida tamb&eacute;m na contrata&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">2) Recusar atender consumidores quando h&aacute; estoque de mercadorias. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">3) Fornecer servi&ccedil;o ou produto sem que o consumidor tenha solicitado e depois, cobrar por ele. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">4) Aproveitar-se da ignor&acirc;ncia, falta de conhecimento em vista da idade, sa&uacute;de ou condi&ccedil;&atilde;o social do consumidor para convenc&ecirc;-lo a comprar um produto ou contratar um servi&ccedil;o. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">5) Exigir vantagem exagerada ou desproporcional em rela&ccedil;&atilde;o ao compromisso que o consumidor esteja assumindo. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">6) A presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os sem que seja apresentado ao consumidor um or&ccedil;amento com a previs&atilde;o de custos, m&atilde;o-de-obra etc. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">7) Difamar o consumidor, principalmente se ele estiver exercendo seu direito. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">8) Colocar no mercado produto ou servi&ccedil;o em desacordo com as leis que regulamentam sua produ&ccedil;&atilde;o. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">9) Deixar de estipular prazo m&aacute;ximo para entrega de produto ou fornecimento de servi&ccedil;o. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">10) Utilizar pe&ccedil;as de reposi&ccedil;&atilde;o usadas ou recondicionadas no conserto de um produto, sem autoriza&ccedil;&atilde;o de consumidor. </span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial;">11) Fixar multa superior a 2% do valor da presta&ccedil;&atilde;o, nos contratos de financiamentos. </span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><span style="font-family: Calibri;">&nbsp;</span></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=3484]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[11/5/2009 15:21:24]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 18pt; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="color: #000080;"><span class="titulo1"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><strong>Compra fraudulenta pela internet deve ser apurada no local de obten&ccedil;&atilde;o da vantagem</strong></span></span><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"> </span></span></p><p style="line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">As compras realizadas por meio da internet com a utiliza&ccedil;&atilde;o de cart&otilde;es e dados de terceiros equiparam-se a estelionato, e n&atilde;o a furto mediante fraude. Por isso, devem ser processados pela justi&ccedil;a no local onde se obt&eacute;m a vantagem il&iacute;cita. Para o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ), nessa situa&ccedil;&atilde;o a empresa &eacute; induzida a entregar, voluntariamente, as mercadorias objeto do crime. </span></p><p style="line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Nos caso dos saques, ocorre furto por meio de fraude, j&aacute; que a retirada dos valores ocorre sem autoriza&ccedil;&atilde;o do titular da conta. Na hip&oacute;tese, a compet&ecirc;ncia &eacute; definida pelo local onde se consuma a pr&aacute;tica ilegal. </span></p><p style="line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">O ministro Og Fernandes citou decis&atilde;o anterior do STJ para explicar a diferen&ccedil;a entre as pr&aacute;ticas: &ldquo;o furto mediante fraude n&atilde;o pode ser confundido com o estelionato. No furto, a fraude &eacute; utilizada para burlar a vigil&acirc;ncia da v&iacute;tima, para lhe tirar a aten&ccedil;&atilde;o. No estelionato, a fraude objetiva obter consentimento da v&iacute;tima, iludi-la para que entregue voluntariamente o bem&rdquo;. </span></p><p style="line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">No entanto, no caso espec&iacute;fico, mesmo tendo reconhecido a compra fraudulenta, a compet&ecirc;ncia n&atilde;o foi alterada. De acordo com o relator, as investiga&ccedil;&otilde;es at&eacute; o momento n&atilde;o identificaram o local exato das infra&ccedil;&otilde;es, principalmente pela exist&ecirc;ncia de v&aacute;rias v&iacute;timas, o que leva &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o, por analogia, do par&aacute;grafo 3&ordm; do artigo 70 do C&oacute;digo de Processo Penal, que define a compet&ecirc;ncia por preven&ccedil;&atilde;o.</span></p><p style="line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 7.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=91902">http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=91902</a></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=3268]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[4/5/2009 16:43:55]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span class="titulo1"><span style="font-size: 13pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><strong>Carrefour &eacute; condenado por vender computador com conte&uacute;do pornogr&aacute;fico</strong></span></span><span style="font-size: 13pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"> </span></span></p><p style="line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">O Carrefour ter&aacute; que pagar indeniza&ccedil;&atilde;o no valor de R$ 6 mil por vender computador que apresentou conte&uacute;do pornogr&aacute;fico em seu disco r&iacute;gido. A decis&atilde;o &eacute; dos desembargadores da 7&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a. </span></p><p style="line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Thereza Cristina Lopes Loyola contou que comprou um computador Amazon PC Pentium 4, 2.8 GHZ no Carrefour para presentear sua filha, atualmente com 13 anos de idade. Ao clicar num determinado &iacute;cone, a menor teria se deparado com cenas de filme er&oacute;tico e fotografias pornogr&aacute;ficas. A autora da a&ccedil;&atilde;o disse ainda que comunicou o fato &agrave; empresa r&eacute;, sem que esta tomasse provid&ecirc;ncias para solu&ccedil;&atilde;o do problema.</span></p><p style="line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">De acordo com o relator do processo, desembargador Ricardo Couto de Castro, o conte&uacute;do pornogr&aacute;fico inserido restringiu a utiliza&ccedil;&atilde;o e frustrou a expectativa de todos, tendo ainda causado uma situa&ccedil;&atilde;o vexat&oacute;ria que foge ao mero constrangimento (Processo n&ordm; 2009.001.08884).</span></p><p style="line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/publicador/noticiasweb.do?tipo=1&amp;noticia=/publicador/exibirnoticia.do?acao=exibirnoticia&amp;ultimasNoticias=13710&amp;classeNoticia=2"><span style="font-size: small;">http://srv85.tj.rj.gov.br/publicador/noticiasweb.do?tipo=1&amp;noticia=/publicador/exibirnoticia.do?acao=exibirnoticia&amp;ultimasNoticias=13710&amp;classeNoticia=2</span></a></span></p><fieldset></fieldset>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2989]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[24/4/2009 16:48:12]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"><span style="color: #333399;">&nbsp;</span></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: 'Segoe UI';"><span style="color: #000080;"><span style="font-size: medium;">Consumidor ter&aacute; Land Rover substitu&iacute;do ap&oacute;s dez anos de disputa judicial </span><br /></span></span></strong><span style="font-size: 13pt; color: #444444; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: 'Segoe UI';"><br /><span style="font-family: Calibri;">A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) p&ocirc;s fim a uma disputa travada h&aacute; mais de dez anos entre um consumidor e o fabricante de um ve&iacute;culo. A vit&oacute;ria &eacute; do consumidor, que ter&aacute; seu Land Rover Defender substitu&iacute;do e ainda receber&aacute; R$ 6 mil a t&iacute;tulo de danos morais. </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #444444; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: 'Segoe UI';"><span style="font-family: Calibri;">Os problemas do consumidor come&ccedil;aram em setembro de 1998, quando ele comprou o ve&iacute;culo zero quil&ocirc;metro por R$ 46 mil, equivalente na &eacute;poca a US$ 39,4 mil. Ainda na concession&aacute;ria, a Land Rio Ve&iacute;culos, o carro j&aacute; apresentava pontos de corros&atilde;o em alguns parafusos e, mesmo ap&oacute;s algumas tentativas de conserto, o dano se alastrou para v&aacute;rias partes do autom&oacute;vel. Per&iacute;cia judicial constatou que a corros&atilde;o foi causada por defeito de fabrica&ccedil;&atilde;o. <br /><br />Em primeiro grau, a concession&aacute;ria e a montadora, a Ford Motor Company Brasil Ltda, foram condenadas a substituir o ve&iacute;culo e indenizar o consumidor, mas a decis&atilde;o foi reformada pelo Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio de Janeiro. Os desembargadores acataram a apela&ccedil;&atilde;o das empresas por entender que o consumidor extrapolou o prazo para exercer o direito de reclamar. <br /><br />Para a relatora do caso no STJ, ministra Nancy Andrighi, &eacute; preciso definir a natureza da imperfei&ccedil;&atilde;o verificada no ve&iacute;culo, se fato ou v&iacute;cio de produto, para apontar o prazo limite para reclama&ccedil;&atilde;o. De acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC), a responsabilidade pelo fato do produto ou servi&ccedil;o compreende os defeitos de seguran&ccedil;a, e o prazo para reclamar prescreve em cinco anos. J&aacute; a responsabilidade por v&iacute;cio significa v&iacute;cio de adequa&ccedil;&atilde;o, ocorrendo sempre que uma desconformidade do produto comprometer sua prestabilidade. Em caso de produto dur&aacute;vel, o prazo para reclama&ccedil;&atilde;o &eacute; decadencial de 90 dias. </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #444444; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: 'Segoe UI';"><span style="font-family: Calibri;">A ministra Nancy Andrighi constatou que o caso julgado trata de v&iacute;cio de inadequa&ccedil;&atilde;o, com prazo m&aacute;ximo para reclamar de 90 dias. Mas ela verificou uma peculiaridade que n&atilde;o foi observada pelo tribunal estadual. O ve&iacute;culo tinha garantia de um ano dada pela montadora, ou seja, uma garantia contratual complementar &agrave; legal. Nessa hip&oacute;tese, a relatora destacou que tanto a doutrina quanto a jurisprud&ecirc;ncia s&atilde;o divergentes quanto &agrave; dila&ccedil;&atilde;o do prazo da garantia legal, se ela est&aacute; inclu&iacute;da ou deve ser somada ao prazo da garantia contratual. &ldquo;A confus&atilde;o decorre do fato da lei n&atilde;o ter fixado expressamente o prazo de garantia legal&rdquo;, explicou a relatora. &ldquo;O que h&aacute; &eacute; prazo para reclamar contra o descumprimento dessa garantia.&rdquo; </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #444444; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: 'Segoe UI';"><span style="font-family: Calibri;">Seguindo o CDC, a relatora aplicou analogicamente a regra relativa &agrave; garantia contratual, estendendo-lhe o prazo de reclama&ccedil;&atilde;o referente &agrave; garantia legal. Como o ve&iacute;culo foi adquirido em 25/9/1998, a garantia contratual teve vig&ecirc;ncia at&eacute; 25/9/1999, de forma que o prazo limite para reclamar de v&iacute;cios de adequa&ccedil;&atilde;o foi at&eacute; 24/12/1999. De acordo com o processo, o consumidor fez a primeira reclama&ccedil;&atilde;o na concession&aacute;ria em 2/8/1999. &ldquo;O direito de reclamar foi exercido dentro do prazo. Ali&aacute;s, o recorrente sequer extrapolou o prazo da garantia contratual&rdquo;, concluiu a relatora. </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 13pt; color: #444444; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: 'Segoe UI';"><span style="font-family: Calibri;">Para evitar que o caso fosse novamente julgado pelo tribunal estadual desconsiderando a prescri&ccedil;&atilde;o do direito de reclamar, a Terceira Turma, por maioria, aplicou o direito &agrave; esp&eacute;cie e restabeleceu integralmente a senten&ccedil;a.<br /><br />Superior Tribunal de Justi&ccedil;a - O Tribunal da Cidadania</span></span><span style="font-size: 13pt; line-height: 115%;"></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2940]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/4/2009 15:22:54]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">&nbsp;<strong><span class="titulo1"><span style="color: navy; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">TJ/RJ condena shopping a pagar 70 mil de indeniza&ccedil;&atilde;o por falha de seguran&ccedil;a no local</span></span><span style="color: black; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-bidi-font-size: 13.5pt;"> </span></strong></span></p><p style="line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">A 6&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio condenou o NorteShopping, localizado no sub&uacute;rbio da cidade, a pagar R$ 70 mil de indeniza&ccedil;&atilde;o a um consumidor rendido por bandidos dentro do estacionamento em mar&ccedil;o de 2000. Os desembargadores decidiram elevar a indeniza&ccedil;&atilde;o, que era de R$ 50 mil, e mantiveram o restante da senten&ccedil;a.</span></span></span></span></span><p style="line-height: 15pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Segundo Jairo Rocha, autor do processo, ele estava com a fam&iacute;lia no estacionamento do shopping, quando foi surpreendido por bandidos que haviam acabado de assaltar o cofre do restaurante "O Rei do Bacalhau". Jairo foi ent&atilde;o obrigado a levar dois criminosos e o produto do furto at&eacute; a favela do Complexo do Alem&atilde;o, enquanto sua mulher e filhos ficaram como ref&eacute;ns de um terceiro bandido como garantia. S&oacute; depois do seu retorno &eacute; que todos foram libertados. </span></span></span></span></span><p style="line-height: 15pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">"O fato da situa&ccedil;&atilde;o de perigo e risco de morte a que o autor e sua fam&iacute;lia foram submetidos pelos meliantes que roubaram uma das lojas integrantes do complexo do apelante &eacute; incontroverso nos autos", escreveu o relator do processo, desembargador Rog&eacute;rio de Oliveira Souza, na decis&atilde;o.</span></span></span></span></span><p style="line-height: 15pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Para o magistrado, se o estabelecimento comercial oferece estacionamento aos clientes em suas depend&ecirc;ncias e, al&eacute;m disso, cobra por mais esse servi&ccedil;o, ele deve responder por eventuais danos ocorridos ao consumidor. "&Eacute; obriga&ccedil;&atilde;o legal e contratual do fornecedor prestar servi&ccedil;os de qualidade e com seguran&ccedil;a ao consumidor. A responsabilidade &eacute; objetiva e decorre da lei e do contrato", esclareceu.</span></span></span></span></span><p style="line-height: 15pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Ainda segundo o desembargador, ficou clara a desaten&ccedil;&atilde;o e a falta de preparo da equipe de seguran&ccedil;a do shopping, j&aacute; que toda a movimenta&ccedil;&atilde;o dos criminosos passou despercebida. "O que releva no acontecimento foi o despreparo dos agentes de vigil&acirc;ncia em verificar o desenrolar da a&ccedil;&atilde;o criminosa, deixando que os meliantes circulassem livremente pelas demais depend&ecirc;ncias do conjunto de lojas, seq&uuml;estrassem uma fam&iacute;lia, subtra&iacute;ssem um ve&iacute;culo para uso pr&oacute;prio e mantivessem, no interior do shopping, mesmo ap&oacute;s o roubo, uma mulher e duas crian&ccedil;as apavoradas como ref&eacute;ns", completou o desembargador Souza.</span></span></span></span></span><p style="line-height: 15pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><span style="FONT-SIZE: 8pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><a href="http://srv85.tj.rj.gov.br/publicador/noticiasweb.do?tipo=1&amp;noticia=/publicador/exibirnoticia.do?acao=exibirnoticia&amp;ultimasNoticias=13650&amp;classeNoticia=2"><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;">http://srv85.tj.rj.gov.br/publicador/noticiasweb.do?tipo=1&amp;noticia=/publicador/exibirnoticia.do?acao=exibirnoticia&amp;ultimasNoticias=13650&amp;classeNoticia=2</span></span></span></a></span></span></span></p><p>&nbsp;</p></p></p></p></p></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OFERTA E APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2939]]></link>
<author><![CDATA[OFERTA E APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/4/2009 15:18:29]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana,geneva;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000080;"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><strong><span style="color: navy; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Como deve ser a oferta e a apresenta&ccedil;&atilde;o dos produtos ou servi&ccedil;os?</span></strong></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Nos termos do art. 31, &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o legal do fornecedor assegurar que o produto apresente informa&ccedil;&otilde;es corretas, claras, precisas e ostensivas, pois o direito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o do consumidor deve informar toda a rela&ccedil;&atilde;o de consumo. </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Tais informa&ccedil;&otilde;es devem ser dadas em l&iacute;ngua portuguesa sobre suas caracter&iacute;sticas, qualidades, quantidade, composi&ccedil;&atilde;o, pre&ccedil;o, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam &agrave; sa&uacute;de e seguran&ccedil;a dos consumidores. Esta regra ganha import&acirc;ncia quanto aos produtos importados, pois as normas, em particular as de informa&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a, t&ecirc;m por referencial o consumidor, sendo irrelevante a origem do bem.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 17pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: black; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Os servi&ccedil;os tamb&eacute;m devem respeitar tal disposi&ccedil;&atilde;o.</span></span></p><p class="pergunta"><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p></span></span></span></p><p class="pergunta" style="margin: 6pt 0cm; text-align: justify;">&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTA FISCAL]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2537]]></link>
<author><![CDATA[NOTA FISCAL]]></author>
<pubDate><![CDATA[8/4/2009 15:14:44]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="documentdescription" style="margin: auto 0cm; line-height: 18pt; text-align: justify; mso-line-height-rule: exactly;"><span style="font-size: 13pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><strong>Exija sempre a nota fiscal e guarde-a. Ela &eacute; a prova do lugar e da data em que voc&ecirc; comprou o produto. Se tiver algum defeito, &eacute; o &uacute;nico jeito de provar que o produto foi comprado naquele estabelecimento comercial. No entanto, o que muita gente n&atilde;o sabe &eacute; que, em caso de extravio da nota, nada impede que o consumidor retorne ao local da compra/aquisi&ccedil;&atilde;o e exija a 2&ordf; via do documento.</strong></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2536]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[8/4/2009 15:10:53]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; line-height: normal; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;">Passageira ser&aacute; indenizada por queda no embarque de &ocirc;nibus</span></strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"></span></strong></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Citral Transportes e Turismo S.A. deve indenizar passageira que caiu ao tentar entrar em coletivo da empresa na cidade de Gramado, confirmou a 2&ordf; Turma Recursal C&iacute;vel dos Juizados Especiais do Estado. Conforme a decis&atilde;o, o motorista do &ocirc;nibus arrancou no momento do embarque da mulher, derrubando-a e fazendo com que sofresse les&otilde;es corporais no joelho esquerdo. A autora do processo receber&aacute; R$ 3,5 mil de repara&ccedil;&atilde;o pelos danos morais.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">O relator do recurso da empresa, Juiz Ricardo Torres Hermann, ressaltou que no dia do acidente foram realizados ocorr&ecirc;ncia policial e boletim de atendimento laboratorial. A prova documental, afirmou, &ldquo;confere verossimilhan&ccedil;a &agrave;s alega&ccedil;&otilde;es da autora quanto &agrave; ocorr&ecirc;ncia do evento&rdquo;.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Para o magistrado, mesmo sendo a testemunha vinculada &agrave; autora, o depoimento da informante, aliada &agrave; prova documental, &ldquo;serve para comprovar a ocorr&ecirc;ncia do fato originado pelo condutor do coletivo de propriedade da r&eacute;&rdquo;.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Acompanharam o entendimento do relator, os Ju&iacute;zes Vivian Cristina Angonese Spengler e Afif Jorge Sim&otilde;es Neto.</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Proc. 71001746163</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; color: #333333; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="font-family: Calibri;">Fonte: TJRS</span></span></strong><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2387]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/4/2009 16:27:23]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div style="margin: 0cm 0cm 12pt; line-height: normal"><strong><span style="font-size: 13pt"><span style="color: #000080"><strong><span style="font-size: 13pt; color: #000080">Lei do "N&#227;o Perturbe", que permite que usu&#225;rio bloqueie liga&#231;&#245;es de empresas de telemarketing, j&#225; est&#225; valendo no estado de S&#227;o Paulo</span>
<div>&nbsp;</div>
</strong></span></span></strong><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">A Lei 13.226/2008, de autoria do deputado Jorge Caruso (PMDB), denominada "N&#227;o Perturbe", entrou em vigor. O consumidor j&#225; pode cadastrar sua linha na lista que bloqueia liga&#231;&#245;es de empresas de telemarketing, visando proteger os usu&#225;rios que n&#227;o suportam mais receber liga&#231;&#245;es de vendedores de bens e servi&#231;os.</span></div>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">"H&#225; pessoas que talvez n&#227;o se importam em receber liga&#231;&#245;es de vendedores oferecendo servi&#231;os. Por&#233;m, uma grande parcela da popula&#231;&#227;o n&#227;o admite esse tipo de invas&#227;o de privacidade, al&#233;m de ser um transtorno. Infelizmente essa pr&#225;tica de vendas ocorre de dia, de noite e nos finais de semana. Para essas pessoas &#233; que a lei foi criada, ou seja, para proteg&#234;-las desse inc&#244;modo. A inscri&#231;&#227;o &#233; facultativa!", diz Caruso.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Quem n&#227;o deseja mais receber esse tipo de liga&#231;&#227;o pode fazer sua inscri&#231;&#227;o em um cadastro junto ao Procon de S&#227;o Paulo (&#233; necess&#225;rio que o cadastro seja efetuado pelo titular da linha de telefone). Essa lista ser&#225; disponibilizada &#224;s empresas de telemarketing. Ap&#243;s 30 dias, o usu&#225;rio estar&#225; protegido pela lei, que prev&#234; a aplica&#231;&#227;o de multas que variam entre R$ 212 a R$ 3,1 milh&#245;es. Em poucos dias o Procon j&#225; recebeu cerca de 130 mil inscri&#231;&#245;es, que podem ser feitas no pr&#243;prio site da empresa (<a href="http://www.procon.sp.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #0068cf">www.procon.sp.gov.br</span></a>) ou nas ag&#234;ncias do Poupatempo.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%">Confira abaixo a Lei e o Decreto regulamentador:</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal"><span style="font-size: 12pt"><br />
</span><strong>LEI N&#186; 13.226, DE 7 DE OUTUBRO DE 2008</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">DOE 8/10/2008</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Institui no &#226;mbito do Estado de S&#227;o Paulo, o Cadastro para o Bloqueio do Recebimento de Liga&#231;&#245;es de Telemarketing</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">O GOVERNADOR DO ESTADO DE S&#195;O PAULO:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Fa&#231;o saber que a Assembl&#233;ia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 1&#186; - Fica institu&#237;do, no &#226;mbito do Estado de S&#227;o Paulo, o Cadastro para o Bloqueio do Recebimento de Liga&#231;&#245;es de Telemarketing.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Par&#225;grafo &#250;nico - O Cadastro tem por objetivo impedir que as empresas de telemarketing, ou estabelecimentos que se utilizem deste servi&#231;o, efetuem liga&#231;&#245;es telef&#244;nicas n&#227;o autorizadas para os usu&#225;rios nele inscritos.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 2&#186; - vetado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 3&#186; - vetado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Par&#225;grafo &#250;nico - vetado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 4&#186; - vetado:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">I - vetado;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">II - vetado;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">III - vetado;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">IV - vetado;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">V - vetado;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">VI - vetado;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">VII - vetado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal"><br />
Artigo 5&#186; - A partir do 30&#186; (trig&#233;simo) dia do ingresso do usu&#225;rio no Cadastro, as empresas que prestam servi&#231;os relacionados ao par&#225;grafo &#250;nico do artigo 1&#186; ou pessoas f&#237;sicas contratadas com tal prop&#243;sito, n&#227;o poder&#227;o efetuar liga&#231;&#245;es telef&#244;nicas destinadas &#224;s pessoas inscritas no cadastro supracriado. </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 1&#186; - vetado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 2&#186; - Incluem-se nas disposi&#231;&#245;es desta lei os telefones fixos e os aparelhos de telefonia m&#243;vel em geral.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 3&#186; - A qualquer momento o usu&#225;rio poder&#225; solicitar a sua exclus&#227;o do Cadastro.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 4&#186; - vetado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 5&#186; - vetado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 6&#186; - N&#227;o se aplicam os dispositivos da presente lei &#224;s entidades filantr&#243;picas que utilizem telemarketing para angariar recursos pr&#243;prios.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 7&#186; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&#231;&#227;o.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Pal&#225;cio dos Bandeirantes, 7 de outubro de 2008.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">JOS&#201; SERRA; Luiz Ant&#244;nio Guimar&#227;es Marrey, Secret&#225;rio da Justi&#231;a e da Defesa da Cidadania; <br />
Aloysio Nunes Ferreira Filho, Secret&#225;rio-Chefe da Casa Civil.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Publicada na Assessoria T&#233;cnico-Legislativa, aos 7 de outubro de 2008.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal"><br />
<br />
<strong>DECRETO N&#186; 53.921, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2008</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">DOE 31/12/2008</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Regulamenta o Cadastro para o Bloqueio do Recebimento de Liga&#231;&#245;es de Telemarketing, institu&#237;do pela Lei n&#186; 13.226, de 7 de outubro de 2008</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">JOS&#201; SERRA, GOVERNADOR DO ESTADO DE S&#195;O PAULO, no uso de suas atribui&#231;&#245;es legais,</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Decreta:<br />
<br />
Artigo 1&#186; - Este decreto regulamenta o Cadastro para o Bloqueio do Recebimento de Liga&#231;&#245;es de Telemarketing, institu&#237;do pela Lei n&#186; 13.226, de 7 de outubro de 2008.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Par&#225;grafo &#250;nico - Para os efeitos deste decreto, considera-se telemarketing a modalidade de oferta ou publicidade, comercial ou institucional, de produtos ou servi&#231;os mediante liga&#231;&#245;es telef&#244;nicas.<br />
<br />
Artigo 2&#186; - Compete &#224; Funda&#231;&#227;o de Prote&#231;&#227;o e Defesa do Consumidor - PROCON/SP implantar, manter e disponibilizar o cadastro de que trata o artigo anterior, bem assim fiscalizar o cumprimento deste regulamento.<br />
<br />
Artigo 3&#186; - O titular de linha telef&#244;nica que n&#227;o deseje receber liga&#231;&#245;es de telemarketing poder&#225; inscrever o respectivo n&#250;mero no cadastro a que alude o artigo 1&#186;, observado o disposto neste decreto.<br />
<br />
&#167; 1&#186; - A partir do 30&#186; (trig&#233;simo) dia da inscri&#231;&#227;o mencionada no "caput", as empresas de telemarketing, os estabelecimentos que se utilizarem desse servi&#231;o ou as pessoas f&#237;sicas contratadas com tal prop&#243;sito n&#227;o poder&#227;o efetuar liga&#231;&#245;es telef&#244;nicas direcionadas ao correspondente n&#250;mero, salvo se comprovarem a exist&#234;ncia de pr&#233;via autoriza&#231;&#227;o do titular da linha.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 2&#186; - A autoriza&#231;&#227;o a que se refere o par&#225;grafo anterior dever&#225; ser escrita e individualizada, com prazo definido, observado modelo a ser disponibilizado pelo PROCON/SP, cumprindo &#224; empresa, estabelecimento ou pessoa f&#237;sica favorecida custodiar o documento durante sua vig&#234;ncia.<br />
<br />
Artigo 4&#186; - A inscri&#231;&#227;o referida no artigo precedente ser&#225; efetuada exclusivamente pelo titular da linha telef&#244;nica respectiva, pessoalmente, junto aos postos de atendimento do "POUPATEMPO - Centrais de Atendimento ao Cidad&#227;o", mediante preenchimento de formul&#225;rio pr&#243;prio, ou pelo acesso a campo espec&#237;fico no s&#237;tio mantido pelo PROCON/SP na rede mundial de computadores - internet, devendo ser fornecidos os seguintes dados:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">I - nome, firma ou denomina&#231;&#227;o social;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">II - n&#250;mero de c&#233;dula de identidade ou de inscri&#231;&#227;o estadual;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">III - n&#250;mero de inscri&#231;&#227;o no Cadastro de Pessoas F&#237;sicas - CPF ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jur&#237;dica - CNPJ; </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">IV - endere&#231;o, inclu&#237;do o c&#243;digo de endere&#231;amento postal - CEP;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">V - n&#250;mero da linha telef&#244;nica a ser cadastrada;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">VI - endere&#231;o eletr&#244;nico (e-mail), quando existente.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 1&#186; - Conclu&#237;do o registro dos dados, o titular da linha receber&#225; senha para consulta e eventuais altera&#231;&#245;es do cadastro.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 2&#186; - Sobrevindo altera&#231;&#227;o na titularidade da linha, o usu&#225;rio cadastrado fornecer&#225; ao novo titular a senha a que alude o par&#225;grafo anterior para os fins neste &#250;ltimo indicados.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 3&#186; - O s&#237;tio eletr&#244;nico ou o formul&#225;rio empregados para a inscri&#231;&#227;o de que trata este artigo incluir&#225; advert&#234;ncia de que a inexatid&#227;o no fornecimento dos dados poder&#225; acarretar a responsabiliza&#231;&#227;o civil e penal de quem lhe der causa.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 5&#186; - O titular de linha telef&#244;nica que receber liga&#231;&#227;o de telemarketing ap&#243;s o transcurso do prazo a que alude o &#167; 1&#186; do artigo 3&#186; poder&#225;, nos 30 (trinta) dias subseq&#252;entes, formular reclama&#231;&#227;o, pessoalmente, junto aos postos de atendimento do POUPATEMPO, ou mediante acesso a campo pr&#243;prio no s&#237;tio mantido pelo PROCON/SP na internet, informando necessariamente a data, o nome da empresa, estabelecimento ou pessoa f&#237;sica infratora e, quando poss&#237;vel, o nome do operador, o hor&#225;rio e o n&#250;mero da linha de que partiu o chamado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Par&#225;grafo &#250;nico - O autor da reclama&#231;&#227;o a que se refere o "caput" dever&#225; apresentar rela&#231;&#227;o das chamadas recebidas no dia da ocorr&#234;ncia, fornecida pela concession&#225;ria de servi&#231;os de telefonia fixa ou m&#243;vel, ou autorizar o PROCON/SP a, em seu nome, solicitar a esta &#250;ltima tais informa&#231;&#245;es.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 6&#186; - O PROCON/SP disponibilizar&#225; em seu s&#237;tio na internet rela&#231;&#227;o das linhas telef&#244;nicas inscritas no cadastro a que se refere o artigo 1&#186; deste decreto, incluindo n&#250;mero e data da inclus&#227;o, vedada a divulga&#231;&#227;o da identidade dos respectivos titulares.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 1&#186; - As empresas de telemarketing, os estabelecimentos que se utilizem desse servi&#231;o ou as pessoas f&#237;sicas contratadas com tal prop&#243;sito dever&#227;o consultar a rela&#231;&#227;o a que alude o "caput" antes de realizar liga&#231;&#227;o telef&#244;nica dessa natureza.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 2&#186; - A consulta de que trata o par&#225;grafo anterior se dar&#225; mediante pr&#233;via inscri&#231;&#227;o em campo pr&#243;prio no s&#237;tio mantido na internet pelo PROCON/SP, contendo os seguintes dados:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">1. nome, firma ou denomina&#231;&#227;o social;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">2. n&#250;mero de inscri&#231;&#227;o no Cadastro de Pessoas F&#237;sicas - CPF ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jur&#237;dica - CNPJ;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">3. nome e qualifica&#231;&#227;o do representante legal da pessoa jur&#237;dica, quando cab&#237;vel;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">4. rela&#231;&#227;o das empresas para as quais presta servi&#231;os de telemarketing, se houver.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&#167; 3&#186; - Conclu&#237;do o registro dos dados, o interessado receber&#225; senha para consulta e eventuais altera&#231;&#245;es do cadastro.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 7&#186; - O titular de linha telef&#244;nica cadastrada nos termos deste decreto poder&#225;, a qualquer tempo, solicitar a exclus&#227;o do cadastro, por meio da internet, em campo pr&#243;prio do s&#237;tio mantido pelo PROCON/SP na internet e com emprego da senha a que alude o &#167; 1&#186; do artigo 4&#186; deste decreto, ou pessoalmente, junto aos postos de atendimento do POUPATEMPO.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Artigo 8&#186; - Considerar-se-&#225; pr&#225;tica abusiva, nos termos da legisla&#231;&#227;o de prote&#231;&#227;o e defesa do consumidor, condicionar o fornecimento de produto ou servi&#231;o:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">I - &#224; exclus&#227;o ou n&#227;o-inser&#231;&#227;o do n&#250;mero de linha telef&#244;nica no cadastro a que alude o artigo 1&#186; deste decreto;<br />
<br />
II - &#224; outorga da autoriza&#231;&#227;o de que tratam os &#167;&#167; 1&#186; e 2&#186; do artigo 3&#186; deste decreto. <br />
<br />
Artigo 9&#186; - O descumprimento das obriga&#231;&#245;es estabelecidas no presente decreto sujeitar&#225; o infrator &#224;s san&#231;&#245;es administrativas previstas no artigo 56 da Lei federal n&#186; 8.078, de 11 de setembro de 1990.<br />
<br />
Artigo 10 - Este decreto entra em vigor no prazo de 90 (noventa) dias, a partir da data de sua publica&#231;&#227;o.<br />
<br />
Pal&#225;cio dos Bandeirantes, 30 de dezembro de 2008</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">JOS&#201; SERRA</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Luiz Antonio Guimar&#227;es Marrey, Secret&#225;rio da Justi&#231;a e da Defesa da Cidadania; Humberto Rodrigues da Silva, Secret&#225;rio-Adjunto, Respondendo pelo Expediente da Casa Civil.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">Publicado na Casa Civil, aos 30 de dezembro de 2008.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal">&nbsp;</p>
<p><font id="EC_EC_tx1"></font>&nbsp;</p>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONTRATO DE ADESÃO]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2382]]></link>
<author><![CDATA[CONTRATO DE ADESÃO]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/4/2009 13:53:15]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div style="line-height: 18pt"><span style="font-size: 12pt"><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="color: #000080"><span style="font-size: 12pt"><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'"><strong>Com que forma deve ser apresentado o contrato de ades&#227;o?</strong></span></span></span><br />
<br />
Consoante expresso no &#167; 3&#186;, do art. 54, que os contratos de ades&#227;o devem ser escritos em &#8220;</span><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'">termos claros e com caracteres ostensivos e leg&#237;veis</span><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'">&#8221;, ou seja, apesar de j&#225; ter deixado expresso o <em>direito do consumidor</em> a uma adequada informa&#231;&#227;o (art. 4&#186;, <em>caput</em>) e o <em>dever do fornecedor</em> em informar (art. 46), ainda determinou que os contratos de ades&#227;o devem ser apresentados de forma clara e impressos em letras de tamanho e forma adequadamente leg&#237;veis.</span></span></div>
<p style="margin: 6pt 0cm; line-height: 18pt"><span style="font-size: 12pt"><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'">Quando se fala em &#8220;termos claros&#8221;, no aludido &#167; 3&#186;, &#8220;o que a norma pretende &#233; evitar o uso de linguagem t&#233;cnica ou inacess&#237;vel. Como a informa&#231;&#227;o &#233; dirigida ao consumidor &#8211; leia-se: todo consumidor &#8211;, que &#233; leigo, n&#227;o se pode admitir que contenha ela termos inintelig&#237;veis</span><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'">.</span></span></p>
<p style="margin: 6pt 0cm; line-height: 18pt"><span style="font-size: 12pt"><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'">Trata-se do princ&#237;pio da legibilidade das cl&#225;usulas contratuais</span><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'">, sendo que tal dispositivo tem por finalidade permitir que o consumidor possa tomar conhecimento do conte&#250;do do contrato pela simples leitura, sem preju&#237;zo do dever de esclarecimento por parte do fornecedor</span><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'">.</span></span></p>
<p style="line-height: 18pt"><span style="font-size: 12pt">&nbsp;</span></p>
<div><br clear="all" />
<div id="ftn1">&nbsp;</div>
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PRODUTO ENVIADO SEM SOLICITAÇÃO É CONSIDERADO AMOSTRA GRÁTIS]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2213]]></link>
<author><![CDATA[PRODUTO ENVIADO SEM SOLICITAÇÃO É CONSIDERADO AMOSTRA GRÁTIS]]></author>
<pubDate><![CDATA[25/3/2009 18:06:24]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="font-size: 12pt; margin: 6pt 0cm"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><strong><span style="color: #000080"><span style="color: #000080"><span style="font-size: 12pt">Qual a conseq&#252;&#234;ncia para o fornecedor que envia para o consumidor produto que o mesmo n&#227;o havia solicitado?</span></span></span></strong></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'">&#201; considerada pr&#225;tica abusiva o fornecimento de produto ou servi&#231;o que n&#227;o tenha sido solicitado, nos termos do art. 39, III, sendo que, caso isto ocorra, n&#227;o haver&#225; qualquer tipo de obriga&#231;&#227;o de pagamento por parte do consumidor, j&#225; que se configurar&#225; como &#8220;amostra gr&#225;tis&#8221; (art. 39, par&#225;grafo &#250;nico)</span></p>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Supermercado tem que indenizar por furto em estacionamento ]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2151]]></link>
<author><![CDATA[Supermercado tem que indenizar por furto em estacionamento ]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/3/2009 11:52:50]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div style="line-height: 16pt" align="justify"><span style="font-size: 12pt"><span style="color: #333399"><span style="color: #333399">
<div>&nbsp;</div>
</span></span></span></div>
<p style="line-height: 16pt" align="justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="font-size: 12pt">A 4&#170; C&#226;mara de Direito Civil do Tribunal de Justi&#231;a confirmou senten&#231;a da Comarca de Itaja&#237; que condenou a Comercial de Alimentos Poffo Ltda ao pagamento de indeniza&#231;&#227;o por danos morais no valor de R$ 14 mil e o valor mensal de R$ 700,00 - desde 10 de abril de 2004 at&#233; o pagamento da indeniza&#231;&#227;o &#8211; &#224; Marcos Val&#233;rico Reichert. </span></span></p>
<p style="line-height: 16pt" align="justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="font-size: 12pt">Segundo os autos, em abril de 2004, Marcos deixou seu ve&#237;culo no estacionamento do supermercado enquanto fazia compras no estabelecimento. Ao retornar com as sacolas, depois de meia hora, constatou que seu ve&#237;culo fora furtado. O rapaz afirmou que o carro &#233; indispens&#225;vel para a realiza&#231;&#227;o de seu trabalho com fretes, que lhe rendia em torno de R$ 700,00 mensais. </span></span></p>
<p style="line-height: 16pt" align="justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="font-size: 12pt">Condenado em 1&#186; Grau, a Comercial de Alimentos Poffo apelou ao TJ. Sustentou n&#227;o ter responsabilidade pelo furto, uma vez que seu estacionamento &#233; gratuito, local de grande movimento de autom&#243;veis e pessoas e tamb&#233;m compartilhado por outros estabelecimentos comerciais. Para o relator do processo, desembargador Monteiro Rocha, as fotos anexadas nos autos comprovam que o local do sinistro serve como espa&#231;o destinado ao estacionamento de ve&#237;culos que v&#227;o fazer compras, inclusive com placas indicando ofertas do pr&#243;prio estabelecimento com objetivo b&#225;sico de atrair a clientela. </span></span></p>
<p style="line-height: 16pt" align="justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="font-size: 12pt">&#8220;O estabelecimento comercial que oferece estacionamento em &#225;rea pr&#243;pria para comodidade de seus clientes, ainda que a t&#237;tulo gratuito, assume a obriga&#231;&#227;o de guarda dos ve&#237;culos, sendo respons&#225;vel pelo ressarcimento do dano decorrente do furto ocorrido&#8221;, finalizou o magistrado. </span></span></p>
<p style="line-height: 16pt" align="justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="font-size: 12pt">A decis&#227;o da C&#226;mara foi un&#226;nime. (Apela&#231;&#227;o C&#237;vel n.&#186; 2008.003422-5)</span></span></p>
<div style="line-height: 16pt" align="justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><a href="http://tjsc5.tj.sc.gov.br/noticias/noticias?tipo=2&amp;cd=18395"><span style="font-size: 12pt"><br />
http://tjsc5.tj.sc.gov.br/noticias/noticias?tipo=2&amp;cd=18395</span></a></span></div>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 16pt">&nbsp;</p>
<fieldset></fieldset>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RESPONSABILIDADE DO COMERCIANTE]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2150]]></link>
<author><![CDATA[RESPONSABILIDADE DO COMERCIANTE]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/3/2009 11:17:35]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div style="margin: 6pt 0cm"><strong><span style="font-size: 12pt"><span style="color: #333399"><span style="color: #333399">Como fica a responsabilidade do comerciante na rela&#231;&#227;o de consumo?</span> </div>
<div style="margin: 6pt 0cm">&nbsp;</div>
<div style="margin: 6pt 0cm"></span></span></strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="font-size: 12pt">&nbsp;Regra geral, o fabricante &#233; o respons&#225;vel por qualquer v&#237;cio ou defeito no produto. No entanto, o C&#243;digo de Defesa do Consumidor (art.13) prev&#234; que o comerciante &#233; &#8220;igualmente respons&#225;vel&#8221; em tr&#234;s situa&#231;&#245;es:</span></div>
<div style="margin: 6pt 0cm">&nbsp;</div>
<div style="margin: 6pt 0cm"></span><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'">a.<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'">Quando o fabricante, o construtor, o produtor ou o importador n&#227;o puderem ser identificados;</span></div>
<div style="margin: 6pt 0cm">&nbsp;</div>
<div style="margin: 6pt 0cm"></span><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'">b.<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'">Quando o produto for fornecido sem identifica&#231;&#227;o clara do seu fabricante, produtor, construtor ou importador;</span>
<div>&nbsp;</div>
</span><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'">c.<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'">Quando o comerciante n&#227;o conservar adequadamente os produtos perec&#237;veis.</span></span></div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CUMPRIMENTO INTEGRAL DO CONTRATO ]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2049]]></link>
<author><![CDATA[CUMPRIMENTO INTEGRAL DO CONTRATO ]]></author>
<pubDate><![CDATA[18/3/2009 16:29:41]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="pergunta" style="margin: 6pt 0cm" align="justify"><strong><span style="color: #000080"><span style="color: #000080"><span style="font-size: 12pt">Tem o fornecedor o direito de optar, a seu exclusivo crit&#233;rio, pela conclus&#227;o ou n&#227;o do contrato?</span></span></span></strong></p>
<div class="resposta" style="margin: 6pt 0cm" align="justify"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><span style="font-size: 12pt">N&#227;o. Qualquer cl&#225;usula prevista no Contrato, dando direito ao fornecedor em optar ou nao, pela conclus&#227;o do contrato, &#233; nula (art. 51, IX do CDC), pois, neste caso, o consumidor j&#225; estaria obrigado, o que fere em absoluto o princ&#237;pio da igualdade entre as partes (contratante e contratado). Por exemplo, na hip&#243;tese do consumidor que vai &#8220;&#224; revendedora de ve&#237;culos e assina proposta de contrato, que ser&#225; enviada &#224; matriz para verificar se h&#225; estoque ou se o consumidor preenche os requisitos necess&#225;rios&#8221;</span><a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.temmais.com/centralblog/modulo/post/Cadastro.aspx#_ftn1" name="_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-font-size: 10.0pt"><span style="mso-special-character: footnote"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><span style="font-size: 12pt">[1]</span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size: 12pt">. Note-se que o pr&#243;prio C&#243;digo Civil (art. 122) veda a exist&#234;ncia de condi&#231;&#227;o que sujeite ao puro arb&#237;trio de uma das partes a concretiza&#231;&#227;o do neg&#243;cio jur&#237;dico.<o:p></o:p></span></span></div>
<p class="resposta" style="margin: 6pt 0cm" align="justify"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><span style="font-size: 12pt">Assim, n&#227;o &#233; permitida cl&#225;usula &#8220;que d&#234; ao fornecedor a op&#231;&#227;o exclusiva para, a seu talante, concluir ou n&#227;o o contrato e que, ao mesmo tempo, obrigue o consumidor a aceitar a op&#231;&#227;o do fornecedor&#8221;</span><a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.temmais.com/centralblog/modulo/post/Cadastro.aspx#_ftn2" name="_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-font-size: 10.0pt"><span style="mso-special-character: footnote"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><span style="font-size: 12pt">[2]</span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size: 12pt">.<o:p></o:p></span></span></p>
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</div>
<span style="font-size: 12pt">
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</div>
<div style="mso-element: footnote-list" align="justify"></span><a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.temmais.com/centralblog/modulo/post/Cadastro.aspx#_ftnref1" name="_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><span style="mso-special-character: footnote"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><span style="font-size: 12pt">[1]</span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><span style="font-size: 12pt"> <span style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp; </span>MARQUES, <em style="mso-bidi-font-style: normal">Contratos no C&#243;digo de Defesa do Consumidor</em>, p. 927.</span> </div>
<div style="mso-element: footnote-list" align="justify">&nbsp;</div>
<div style="mso-element: footnote-list" align="justify"></span>[<a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.temmais.com/centralblog/modulo/post/Cadastro.aspx#_ftnref2" name="_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><span style="mso-special-character: footnote"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><span style="font-size: 12pt">2]</span></span></span></span></span></span></a><span lang="EN-US" style="font-size: 10pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: EN-US"><span style="font-size: 12pt">&nbsp;<span style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span><span lang="EN-US" style="font-size: 12pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: EN-US">NERY JUNIOR, Nelson. <em>Princ&#237;pios do processo civil na Constitui&#231;&#227;o Federal</em>. 7. ed. rev. e atual. com as Leis 10.352/2001 e 10.358/2001. S&#227;o Paulo: Revista dos Tribunais, 2002, p. 598<o:p></o:p></span></span></span></div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SERVIÇOS PÚBLICOS x RELAÇÃO DE CONSUMO]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=2048]]></link>
<author><![CDATA[SERVIÇOS PÚBLICOS x RELAÇÃO DE CONSUMO]]></author>
<pubDate><![CDATA[18/3/2009 16:17:41]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="margin: 6pt 0cm"><strong><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 10pt"><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 12pt"><span style="color: #0000ff"><span style="color: #0000ff"><span style="color: #000080"><span style="color: #000080">Os servi&#231;os p&#250;blicos podem ser considerados servi&#231;os para fins de tutela pelo direito do consumidor?</span></span></span></span></span></span></span></span></strong></p>
<p style="margin: 6pt 0cm"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000080"></span></span></span></p>
<p class="resposta" style="margin: 6pt 0cm"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><span style="font-size: 10pt"><span style="font-size: 12pt">Os servi&#231;os prestados pelo Estado, no exerc&#237;cio de sua fun&#231;&#227;o institucional, n&#227;o se submetem &#224;s normas do direito do consumidor, a n&#227;o ser nas hip&#243;teses em que h&#225; cobran&#231;a de tarifa ou pre&#231;o p&#250;blico, onde ent&#227;o haver&#225; sim a submiss&#227;o a tais normas.<o:p></o:p></span></span></span></p>
<p class="resposta" style="margin: 6pt 0cm"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><span style="font-size: 10pt"><span style="font-size: 12pt">Desta forma, &#8220;o &#8216;<em style="mso-bidi-font-style: normal">contribuinte</em>&#8217; n&#227;o se confunde com o &#8216;<em style="mso-bidi-font-style: normal">consumidor</em>&#8217;, j&#225; que no primeiro caso o que subsiste &#233; uma rela&#231;&#227;o de Direito Tribut&#225;rio, inserida a presta&#231;&#227;o de servi&#231;os p&#250;blicos, gen&#233;rica e universalmente considerada na atividade prec&#237;pua do Estado&#8221;</span></span><a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.temmais.com/centralblog/Modulo/post/Cadastro.aspx?IdItem=2048#_ftn1" name="_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="line-height: 150%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-font-size: 10.0pt"><span style="mso-special-character: footnote"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><span style="font-size: 10pt"><span style="font-size: 12pt">[1]</span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size: 10pt"><span style="font-size: 12pt">.<o:p></o:p></span></span></span></p>
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</span></span><a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.temmais.com/centralblog/Modulo/post/Cadastro.aspx?IdItem=2048#_ftnref1" name="_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"><span style="mso-special-character: footnote"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"><span style="font-size: 10pt"><span style="font-size: 12pt">[1]</span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><span style="font-size: 10pt"><span style="font-size: 12pt"> <em style="mso-bidi-font-style: normal"><span style="mso-tab-count: 1">&nbsp;&nbsp; </span></em>FILOMENO, T&#237;tulo I &#8211; Dos direitos do consumidor. <em style="mso-bidi-font-style: normal">In:</em> GRINOVER <em style="mso-bidi-font-style: normal">et al</em>., <em style="mso-bidi-font-style: normal">C&#243;digo brasileiro de defesa do consumidor</em>, p. 53.<o:p></o:p></span></span></span></div>
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<hr align="left" width="33%" size="1" />
</span></span></span></span>
<p>&nbsp;</p>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FORNECEDOR PESSOA FÍSICA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=1998]]></link>
<author><![CDATA[FORNECEDOR PESSOA FÍSICA]]></author>
<pubDate><![CDATA[16/3/2009 14:04:13]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="pergunta" style="font-size: 12pt; margin: 6pt 0cm; mso-list: none; tab-stops: 21.6pt"><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><strong><font size="3"><span style="color: #0000ff"><span style="color: #0000ff"><span style="font-family: Times New Roman"><span style="font-size: 14pt"><span style="color: #000080"><span style="color: #000080">As pessoas f&#237;sicas podem ser consideradas fornecedores?<o:p></o:p></span></span></span></span></span></span></font></strong></span></p>
<p class="resposta" style="margin: 6pt 0cm"><span style="font-family: 'Calibri','sans-serif'; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin"><font style="font-size: 12pt" size="3">Sim, pois o fornecedor tanto pode ser uma pessoa f&#237;sica, ou seja, qualquer pessoa que desempenhe atividade civil ou comercial, de forma habitual, oferecendo servi&#231;os e produtos no mercado de consumo, assim como tamb&#233;m as pessoas jur&#237;dicas, que tamb&#233;m tenham este tipo de atividade.<o:p></o:p></font></span></p>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VÍCIO OU DEFEITO NO PRODUTO]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=1918]]></link>
<author><![CDATA[VÍCIO OU DEFEITO NO PRODUTO]]></author>
<pubDate><![CDATA[12/3/2009 14:59:50]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p align="justify"><span style="color: #0000ff"><span style="color: #0000ff"><span style="font-size: 12pt; color: #000080"><strong></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; text-align: justify" align="justify"></p>
<p style="line-height: normal"><span style="font-size: 12pt; color: navy"></p>
<p><span style="font-size: 12pt"><strong><span style="font-size: 12pt; color: navy">O que fazer quando um produto apresentar um v&#237;cio ou defeito?</span><span style="font-size: 12pt"> </span></strong></span>&nbsp;</p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"></span></span>&nbsp;</p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">O artigo 18 do C&#243;digo de Defesa do Consumidor d&#225; ao fornecedor 30 dias para que o defeito seja sanado. Caso o problema n&#227;o seja solucionado nesse prazo, o consumidor tem o direito de exigir uma das tr&#234;s alternativas a seguir: </span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">1 &#8211; a substitui&#231;&#227;o do produto por outro da mesma esp&#233;cie; </span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">2 &#8211; a restitui&#231;&#227;o imediata da quantia paga, devidamente corrigida; ou </span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">3 &#8211; o abatimento proporcional do pre&#231;o.</span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">&nbsp;</span></span></span></p>
<div style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">Apenas para esclarecer, <strong>defeito</strong>&nbsp;ocorre quando o fornecedor coloca no mercado um produto que p&#245;e em risco&nbsp;a sa&#250;de ou seguran&#231;a do consumidor ou de terceiro (art. 12 a 17 do C&#243;digo de Defesa do Consumidor - CDC). Ex: quando um sistema de freios de um carro deixa de funcionar. Brinquedos destinados &#224; crian&#231;as que apresentem algum perigo por apresentarem pe&#231;as pequenas, etc.</span>
<div>&nbsp;</div>
</span></span></div>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">J&#225; o <strong>v&#237;cio </strong>ocorre quando o produto apresenta tamb&#233;m defici&#234;ncias no seu funcionamento, mas n&#227;o coloca em risco a sa&#250;de ou seguran&#231;a de outrem. Trata-se de um problema na qualidade do bem (art. 18 a 25 do CDC). Ex:&nbsp;ferro de passar que n&#227;o esquenta, liquidificador que n&#227;o funciona, etc.&nbsp;</span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">&nbsp;</span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">Devemos ainda nos atentar a seguinte situa&#231;&#227;o: quando o produto n&#227;o est&#225; de acordo com as informa&#231;&#245;es constantes do recipiente, da embalagem, do r&#243;tulo ou mesmo da mensagem publicit&#225;ria, &#233; equiparado ao v&#237;cio, e se enquadra nas hip&#243;teses de solu&#231;&#227;o previstas no art. 18 do C&#243;digo (30 dias para sanar o vicio, se n&#227;o, a substitui&#231;&#227;o do produto por outro da mesma esp&#233;cie...). Ex.: compra de uma televis&#227;o tela plana, informado na embalagem que se trata de uma TV LCD.</span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">&nbsp;</span></span></span></p>
<div style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">A reclama&#231;&#227;o deve ser feita, comprovadamente (documentada), no prazo de 30 dias, se se tratar de produto n&#227;o dur&#225;vel (alimentos, por ex.), e de 90 dias, se o defeito ocorrer em um produto dur&#225;vel (eletrodom&#233;sticos, por ex.).&nbsp;</span>
<div><font size="2"></font>&nbsp;</div>
</span></span></div>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">Quanto aos produtos importados,&nbsp;o importador &#233; t&#227;o respons&#225;vel pelo produto quanto qualquer fabricante nacional (art. 18), devendo prestar assist&#234;ncia t&#233;cnica, garantir a oferta de componentes e pe&#231;as de reposi&#231;&#227;o (art. 32), assim como velar pela veracidade das informa&#231;&#245;es que acompanham o produto, as quais devem ser obrigatoriamente em l&#237;ngua portuguesa (art. 31).</span></span></span></p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">&nbsp;</span></span></span></p>
<div style="margin: 0cm 0cm 12pt; line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">Por fim,&nbsp;o exerc&#237;cio dos direitos conferidos aos consumidores, para a solu&#231;&#227;o do problema, n&#227;o exclui&nbsp;o direito &#224; repara&#231;&#227;o de eventuais&nbsp;danos morais, materiais&nbsp;e at&#233; est&#233;ticos ocorridos em virtude do v&#237;cio/defeito ou do n&#227;o cumprimento, pelo fornecedor,&nbsp;das regras previstas. No entanto, o fato dever&#225; ser discutido via judicial.</span>
<div><strong></strong>&nbsp;</div>
</span></span></div>
<p style="line-height: 18pt" align="justify">&nbsp;</p>
</span>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOTÍCIA]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=1902]]></link>
<author><![CDATA[NOTÍCIA]]></author>
<pubDate><![CDATA[12/3/2009 11:19:38]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="font-size: 12pt"><span style="color: #000080"><span style="color: #000080"><span class="titulo"></p>
<p style="line-height: normal" align="justify"><span style="font-size: 12pt; color: navy"><span style="color: #0000ff"><span style="color: #0000ff"><strong><span style="font-size: 12pt"><span style="color: navy"><span style="color: #0000ff"><span style="color: #0000ff"><strong></p>
<p style="line-height: normal"><strong><span style="font-size: 12pt; color: navy">Empresa prestadora de servi&#231;os ter&#225; que indenizar consumidora por agress&#227;o </span></strong></p>
<strong><span style="font-size: 10pt; color: navy; font-family: 'Arial','sans-serif'">
<p style="line-height: 18pt" align="justify">&nbsp;</p>
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 10pt"><span style="color: #000000"><span style="color: #000000">Uma t&#233;cnica de seguran&#231;a ser&#225; indenizada pela empresa Data Byte e sua gerente, por danos morais, no valor de R$ 5 mil, por ter sido expulsa com viol&#234;ncia do estabelecimento. &nbsp;A decis&#227;o &#233; da 11&#170; C&#226;mara C&#237;vel do Tribunal de Justi&#231;a de Minas Gerais (TJ/MG). </span></span></span></p>
<span style="font-size: 10pt">
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><br />
<span style="color: #000000"><span style="color: #000000">A t&#233;cnica de seguran&#231;a foi com seu sobrinho at&#233; a escola de inform&#225;tica cobrar uma suposta d&#237;vida, alegando que ele havia trabalhado no estabelecimento como instrutor em um curso de inform&#225;tica, em meados de 2006. Todavia, a gerente argumentou que nada era devido ao rapaz, pois ele era apenas estudante na &#233;poca. </span></span></span></p>
<span style="font-size: 10pt">
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><br />
<span style="color: #000000"><span style="color: #000000">Em virtude dessa diverg&#234;ncia, as duas discutiram. Foi quando um homem agarrou a tia do rapaz e a atirou para fora do estabelecimento. Segundo ela, o homem chegou a rasgar parte de sua roupa, deixando-a com os seios &#224; mostra e ainda chutou-a na cal&#231;ada. Tal atitude a levou a ajuizar uma a&#231;&#227;o pleiteando indeniza&#231;&#227;o por danos morais. </span></span></span></p>
<span style="font-size: 10pt">
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><br />
<span style="color: #000000"><span style="color: #000000">A gerente, por sua vez, argumentou que, caso uma pessoa entre no recinto esbravejando, nada mais normal do que retir&#225;-la. Al&#233;m disso, o autor do ato n&#227;o tinha qualquer v&#237;nculo com a loja. O juiz n&#227;o acolheu seus argumentos e determinou a condena&#231;&#227;o da escola no pagamento de R$5 mil. </span></span></span></p>
<span style="font-size: 10pt">
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><br />
<span style="color: #000000"><span style="color: #000000">A gerente, ent&#227;o, recorreu ao Tribunal de Justi&#231;a, e a turma julgadora, formada pelos desembargadores Fernando Caldeira Brant (relator), Afr&#226;nio Vilela e Marcelo Rodrigues manteve a decis&#227;o sob o fundamento de que houve excesso na for&#231;a utilizada na a&#231;&#227;o. </span></span></span></p>
<span style="font-size: 10pt">
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><br />
<span style="color: #000000"><span style="color: #000000">O relator, em seu voto, destacou que os ferimentos sofridos pela t&#233;cnica de seguran&#231;a se deram em virtude de medida excessiva tomada por pessoa em quem a gerente confiou a fun&#231;&#227;o de retir&#225;-la do estabelecimento. &#8220;Dessa maneira, resta comprovada a culpa da empresa no ocorrido, uma vez que deve responder por todos os atos praticados e ocorridos dentro de seu estabelecimento, n&#227;o podendo se esquivar da responsabilidade ao argumento de que tal fato foi praticado por terceiro que desconhece&#8221; (Processo n&#186; 1.0024.07.491238-7/001).</span></span></span></p>
<span style="font-size: 10pt"><a href="http://www.tjmg.gov.br/anexos/nt/noticia.jsp?codigoNoticia=12366"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none">
<p style="line-height: 18pt" align="justify"><br />
</span></a><u><a href="http://www.tjmg.gov.br/anexos/nt/noticia.jsp?codigoNoticia=12366"><span style="color: windowtext"><span style="color: #000000">http://www.tjmg.gov.br/anexos/nt/noticia.jsp?codigoNoticia=12366</span></span></a></u></span></p>
</span></strong>
<p style="line-height: normal" align="justify"></strong></span></span></span></span><span style="font-size: 12pt; color: #0000ff"></p>
</span></strong></span></span></span></span></span></span>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prazo de reflexão]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=1864]]></link>
<author><![CDATA[Prazo de reflexão]]></author>
<pubDate><![CDATA[11/3/2009 11:06:49]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 18pt" align="justify"><span style="font-size: 12.5pt; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR">O<span style="color: #000080">&nbsp;consumidor poder desistir do contrato na aquisi&#231;&#227;o de produto ou servi&#231;o quando a contrata&#231;&#227;o ocorrer fora do estabelecimento comercial?</span></div>
<div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 18pt" align="justify">&nbsp;</div>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 10pt; color: #000000; line-height: 18pt" align="justify"><font face="Calibri" size="3">Sim.<span style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </span>Toda vez que o Consumidor adquirir um produto<span style="mso-spacerun: yes">&nbsp; </span>ou servi&#231;o a dist&#226;ncia &#8211; internet, cat&#225;logos, a domic&#237;lio, telefone, dentre outras formas &#8211; ele tem um prazo de 7 (sete) dias para desistir da contrata&#231;&#227;o. &#201; o que chamamos de &#8220;prazo de reflex&#227;o&#8221; e est&#225; previsto no art. 49 do C&#243;digo de Defesa do Consumidor:</font></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 10pt; color: #000000; line-height: 18pt; text-align: justify" align="justify"><em style="mso-bidi-font-style: normal"><span style="font-size: 11.5pt; color: #333333; line-height: 115%; font-family: 'Book Antiqua','serif'; mso-fareast-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-size: 12.5pt">Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou servi&#231;o, sempre que a contrata&#231;&#227;o de fornecimento de produtos e servi&#231;os ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domic&#237;lio.<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 10pt; color: #000000; line-height: 18pt; text-align: justify" align="justify"><font face="Calibri" size="3">O prazo de reflex&#227;o come&#231;a a contar a partir do dia seguinte &#224; data da entrega do produto ou presta&#231;&#227;o do servi&#231;o. Ou seja, exclui-se o dia do come&#231;o e inclui-se o dia do vencimento, lembrando que se o &#250;ltimo dia cair em domingo ou feriado, prorrogar-se-&#225; para o primeiro dia &#250;til seguinte <span style="mso-spacerun: yes">&nbsp;</span>(art. 135 do C&#243;digo de Processo Civil).</font></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 10pt; color: #000000; line-height: 18pt; text-align: justify" align="justify"><font face="Calibri" size="3">Contudo, se o produto ou servi&#231;o for entregue ou prestado no mesmo dia da assinatura do contrato, a partir da&#237; &#233; que se contar&#225; o prazo para o exerc&#237;cio do direito de arrependimento.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 10pt; color: #000000; line-height: 18pt; text-align: justify" align="justify"><font face="Calibri" size="3">&#201; claro que, caso o Consumidor tenha pagado alguma quantia, ou mesmo o valor integral, ter&#225; direito &#224; devolu&#231;&#227;o.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 10pt; color: #000000; line-height: 18pt; text-align: justify" align="justify"><font face="Calibri" size="3">A desist&#234;ncia dever&#225; ser feita de forma inequ&#237;voca, de prefer&#234;ncia por escrito, por notifica&#231;&#227;o via carta registrada com Aviso de Recebimento, ou ainda, como outra sugest&#227;o, por telegrama com c&#243;pia e aviso de recebimento ou via Cart&#243;rio de T&#237;tulos e Documentos. </font></p>
</span>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentação de cheque pré-datado antes do prazo gera dano moral e vira Súmula ]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/joseragazzi/Default.aspx?idPost=1852]]></link>
<author><![CDATA[Apresentação de cheque pré-datado antes do prazo gera dano moral e vira Súmula ]]></author>
<pubDate><![CDATA[10/3/2009 16:53:12]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><strong>
<div style="text-align: left">&nbsp;</div>
<font id="tx1"><span style="color: #000000"><font id="tx1">Apresentar o cheque pr&#233;-datado antes do dia ajustado pelas partes gera dano moral. A quest&#227;o foi sumulada pelos ministros da Segunda Se&#231;&#227;o do Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) em vota&#231;&#227;o un&#226;nime. O projeto que originou a s&#250;mula 370 foi relatado pelo ministro Fernando Gon&#231;alves.<br />
<br />
A quest&#227;o vem sendo decidida nesse sentido h&#225; muito tempo. Entre os precedentes citados, h&#225; julgados de 1993. &#201; o caso do Resp 16.855. Em um desses precedentes, afirma-se que a &#8220;apresenta&#231;&#227;o do cheque pr&#233;-datado antes do prazo estipulado gera o dever de indenizar, presente, como no caso, a devolu&#231;&#227;o do t&#237;tulo por aus&#234;ncia de provis&#227;o de fundos&#8221;.<br />
<br />
&#201; o caso tamb&#233;m do Resp 213.940, no qual o relator, ministro aposentado Eduardo Ribeiro, ressaltou que a devolu&#231;&#227;o de cheque pr&#233;-datado por insufici&#234;ncia de fundos que foi apresentado antes da data ajustada entre as partes constitui fato capaz de gerar preju&#237;zos de ordem moral.<br />
<br />
A nova s&#250;mula ficou com a seguinte reda&#231;&#227;o: &#8220;caracteriza dano moral a apresenta&#231;&#227;o antecipada do cheque pr&#233;-datado&#8221;. <br />
<br />
Processos: Resp 213940, Resp 557.505, Resp 707.272 e Resp 16.855<br />
<br />
<br />
<strong>Fonte: STJ</strong></font><font id="tx2"></font> </span></font></strong></div>
]]></description>
</item>
</channel>
</rss>
