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<title>temmais.com/blog - RSS</title>
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<description>Últimos posts</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Temmais.com</copyright>
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<title><![CDATA[Sobraram os palhaços no circo da Fórmula 1]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=12602]]></link>
<author><![CDATA[Sobraram os palhaços no circo da Fórmula 1]]></author>
<pubDate><![CDATA[26/7/2010 15:59:22]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: medium;">Saudade da antiga F&oacute;rmula 1! Saudade de verdadeiros campe&otilde;es! Saudade de Ayrton Senna!</span> Hoje estou de luto pela FIA e pela F&oacute;rmula 1. N&atilde;o sou um PhD da hist&oacute;ria do automobilismo, mas conforme assistia duelos, batalhas entre grandes pilotos, alguma coisa aprendia e me encantava. Fazia quest&atilde;o de levantar &agrave;s 4 da manh&atilde; para assistir a uma corrida que acontecia l&aacute; pros oriente. N&atilde;o quero mais fazer isso. At&eacute; as mat&eacute;rias sobre as infelizes e derrotadas decis&otilde;es da Ferrari na corrida de ontem n&atilde;o quis assistir nos programas esportivos de hoje. N&atilde;o faz mais sentido.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Pilotos n&atilde;o defendem mais seu nome, sua p&aacute;tria, sua hist&oacute;ria. Defendem o bolso. Deles! N&atilde;o faz mais sentido torcer para o programado, para o prov&aacute;vel. N&atilde;o faz sentido entender o absurdo. N&atilde;o &eacute; mais poss&iacute;vel acreditar em grandes campe&otilde;es na F&oacute;rmula 1. Eles n&atilde;o existem mais! N&atilde;o sem uma forcinha da equipe. Ali&aacute;s, a equipe no automobilismo deveria ser para apenas um piloto. Sei que jogo de equipe acontece h&aacute; muito tempo, provavelmente desde o surgimento da categoria, mas os avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos est&atilde;o expondo os acontecimentos n&atilde;o apenas na F&oacute;rmula 1, mas no futebol e em tantos outros esportes.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O que falou mais alto nos casos de Rubinho e Felipinho nos acontecimentos de 2002 e de ontem? O sal&aacute;rio milion&aacute;rio? O sangue latino nas veias? A falta de personalidade? Tudo isso em um caldeir&atilde;o? Pode ser. Mas foi p&iacute;fio. Foi humilhante. &Eacute; ir&ocirc;nica a ironia de Rubinho sobre o caso. Ele fez pior! Escancarado! Pobre a nova gera&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o pode t&ecirc;-los como &iacute;dolos. As feras foram embora do circo da F&oacute;rmula 1. S&oacute; sobraram os palha&ccedil;os!</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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<title><![CDATA[Bombril em novos segmentos]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=12563]]></link>
<author><![CDATA[Bombril em novos segmentos]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/7/2010 11:10:51]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Com foco na sustentabilidade e visando entrar em segmentos fora da categoria de higiene e limpeza, a Bombril dever&aacute; apresentar ao mercado, at&eacute; o final do ano, mais de 150 lan&ccedil;amentos. Produtos automotivos e at&eacute; do segmento pet est&atilde;o inseridos no plano estrat&eacute;gico da companhia. Para este ano, a Bombril ir&aacute; investir R$ 60 milh&otilde;es em marketing.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A estrat&eacute;gia da Bombril em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sustentabilidade, segundo Marcos Scaldelai, diretor de marketing da Bombril, foi lan&ccedil;ada este ano com o projeto Bombril Eco com uma campanha criada pela WMcCann contra as esponjas que n&atilde;o s&atilde;o ecol&oacute;gicas, sob o mote de que a l&atilde; de a&ccedil;o Bombril &eacute; ben&eacute;fica para o meio ambiente j&aacute; que vira p&oacute; e desaparece. N&atilde;o &eacute; o mesmo que acontece com as esponjas. Ao mesmo tempo lan&ccedil;amos a linha ecol&oacute;gica Ecobril&nbsp; - que chegou aos mercados de S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro neste m&ecirc;s - com 24 itens que abrangem as principais categorias de higiene e limpeza. Para este ano vamos apresentar ao mercado 11 novas categorias e mais de 150 produtos. At&eacute; agora, j&aacute; lan&ccedil;amos mais de 50 itens.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O investimento destinado para a linha Ecobril foi de R$ 7 milh&otilde;es. A campanha ser&aacute; lan&ccedil;ada em agosto, mas vamos focar apenas m&iacute;dia impressa e m&iacute;dia exterior. Mais para frente, dependendo da receptividade dos consumidores, deveremos ter filme para TV fechada.</span></p><p><span style="font-size: medium;"><br /></span></p>]]></description>
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<title><![CDATA[Viral com cheiro]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=11884]]></link>
<author><![CDATA[Viral com cheiro]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/6/2010 16:39:57]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/naturakaiak.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Para divulgar a nova fragr&acirc;ncia de seu perfume Kaiak, a Natura criou um banner com cheiro. Dois segundos para voc&ecirc; imaginar como isso funciona&hellip;. 1&hellip; 2&hellip;. Pois &eacute;, n&atilde;o &eacute; desse jeito que voc&ecirc; pensou n&atilde;o. Em uma parceria com 15 lan houses pelo Brasil, foi instalada uma traquitana que faz o banner &ldquo;sair&rdquo; da tela com uma amostra do perfume. No link com o v&iacute;deo-case, sob medida para Cannes, voc&ecirc; pode ver a a&ccedil;&atilde;o acontecendo e a rea&ccedil;&atilde;o das pessoas. A cria&ccedil;&atilde;o &eacute; da ID\TBWA.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Video: <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2010/05/28/o-banner-perfumado-da-natura/">http://www.brainstorm9.com.br/2010/05/28/o-banner-perfumado-da-natura/</a></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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<title><![CDATA[Internautas compram mais em redes sociais]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=11359]]></link>
<author><![CDATA[Internautas compram mais em redes sociais]]></author>
<pubDate><![CDATA[26/4/2010 18:29:49]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Estudo mostra que f&atilde;s e seguidores compram e indicam produtos. </span><span style="font-size: medium;">Al&eacute;m do e-commerce, as redes sociais est&atilde;o mudando os h&aacute;bitos dos consumidores com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; compra. Uma pesquisa feita pelas empresas Chadwick Martin Bailey e iModerate mostra que mais de 60% dos usu&aacute;rios do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que eles seguem no microblog.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">J&aacute; no Facebook, 50% dos usu&aacute;rios pensam da mesma forma com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s marcas &agrave;s quais s&atilde;o f&atilde;s. Al&eacute;m disso, o estudso ainda aponta para o fato de que estes internautas indicam os produtos e servi&ccedil;os 80% a mais do que os consumidores em geral.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Um dos motivos que os fazem acessar a p&aacute;gina destas marcas e tornarem-se mais pr&oacute;ximos delas &eacute; adquirir descontos, participar de promo&ccedil;&otilde;es ou serem informados sobre novidades da marca em primeira m&atilde;o. Por&eacute;m, &eacute; preciso ter cuidado para que as informa&ccedil;&otilde;es sobre os produtos n&atilde;o passe dos limites que o consumidor estabelece como aceit&aacute;vel.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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<title><![CDATA[Campanha criada pelo consumidor]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=10828]]></link>
<author><![CDATA[Campanha criada pelo consumidor]]></author>
<pubDate><![CDATA[18/3/2010 15:37:34]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/cocacola2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Para o italiano Luca Messaggi, que tem 15 anos de experi&ecirc;ncia no setor de m&iacute;dia e publicidade, o futuro da publicidade est&aacute; na m&iacute;dia social e nos v&iacute;deos online. O executivo abriu na manh&atilde; desta quarta-feira, 17, o Web Expo Forum, evento que a Converge Comunica&ccedil;&otilde;es promove em S&atilde;o Paulo, falando sobre crowdsourcing advertising. Messaggi apresentou a empresa que dirige, a Zooppa, que construiu uma plataforma tecnol&oacute;gicas e modelo de neg&oacute;cios para aproximar marcas e consumidores. </span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A premissa da empresa, fundada na It&aacute;lia em 2007, &eacute; agregar talento criativo na comunidade Zooppa.com para desenvolver campanhas para marcas a partir de um briefing da empresa. O conte&uacute;do produzido pelos usu&aacute;rios &eacute; submetido &agrave; vota&ccedil;&atilde;o dos membros da comunidade, da pr&oacute;pria marca e do conselho Zooppa. O autor do melhor projeto &eacute; remunerado e o conte&uacute;do &eacute; ent&atilde;o utilizado em campanhas virais nas redes sociais ou offline, neste &uacute;ltimo caso, h&aacute; negocia&ccedil;&atilde;o dos direitos. </span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">De acordo com Messaggi, a empresa j&aacute; desenvolveu 90 campanhas para marcas como Google, Microsoft e Kit Kat. Hoje, a comunidade Zooppa re&uacute;ne 60 mil usu&aacute;rios sendo 6 mil brasileiros. A empresa tem hoje bases nos Estados Unidos, no Brasil (desde o in&iacute;cio de mar&ccedil;o deste ano) e pretende abrir uma unidade no Reino Unido. A remunera&ccedil;&atilde;o do autor do projeto vencedor varia de acordo com projeto do cliente. No Brasil, a Zooppa j&aacute; lan&ccedil;ou um concurso para o desenvolvimento de uma campanha para a Sky cujo valor total da premia&ccedil;&atilde;o &eacute; US$ 11 mil. Em duas semanas, a campanha j&aacute; recebeu 100 pe&ccedil;as gr&aacute;ficas, seis v&iacute;deos e dois mil coment&aacute;rios. Ao final de oito semanas, que &eacute; o tempo previsto para o concurso, a expectativa &eacute; receber entre 60 e 100 v&iacute;deos e entre 500 e mil pe&ccedil;as gr&aacute;ficas.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Um concurso para a HP com premia&ccedil;&atilde;o de US$ 15 mil deve entrar nas pr&oacute;ximas semanas e ainda h&aacute; tr&ecirc;s ou quatro concursos em negocia&ccedil;&atilde;o para os pr&oacute;ximos meses. "O benef&iacute;cio para o cliente &eacute; que o consumidor d&aacute; a sua vis&atilde;o e desenvolve campanhas criativas. H&aacute; efeito viral e engajamento. J&aacute; o usu&aacute;rio ganha destaque, networking e remunera&ccedil;&atilde;o", observa Messagi.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[Marketing "verde" nos supermercados]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=10800]]></link>
<author><![CDATA[Marketing "verde" nos supermercados]]></author>
<pubDate><![CDATA[16/3/2010 14:56:51]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">O consumo de sacolas pl&aacute;sticas tradicionais anualmente chega a 12 bilh&otilde;es de unidades no Brasil, sendo que, em m&eacute;dia, cada brasileiro utiliza em torno de 66 sacolas por m&ecirc;s. Para economizar e apresentar um vi&eacute;s de rede sustent&aacute;vel, ao cortar esse tipo de gasto, uma a&ccedil;&atilde;o j&aacute; consolidada em pa&iacute;ses europeus, o varejo brasileiro come&ccedil;a efetivamente a brigar para ver quem ser&aacute; a rede supermercadista que mais vai pegar o estigma de empresa ecologicamente correta - e sustent&aacute;vel. Ousados, os franceses do Carrefour Brasil anunciaram ontem, oficialmente, que ir&atilde;o eliminar de forma gradual, at&eacute; 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, o uso de sacolas pl&aacute;sticas tradicionais em suas lojas. De acordo com a rede, ao menos 1% do dinheiro destinado a investimentos ser&aacute; usado para implantar a&ccedil;&otilde;es de sustentabilidade nas lojas.</span></p><p><span style="font-size: medium;"><br />Segundo o diretor-superintendente da rede, Jean-Marc Pueyo, um dos focos da rede &eacute; implantar programas sustent&aacute;veis em todas as 70 lojas que a rede quer inaugurar neste ano constru&iacute;das. "Para n&oacute;s &eacute; um passo muito importante para a nossa cadeira, e tamb&eacute;m como um ato que vai ajudar bastante em nossa opera&ccedil;&atilde;o no Brasil. Queremos que em 4 anos toda a rede tenha esse programa implantado", afirmou.</span></p><p><br />Uma loja em Piracicaba (SP), foi a primeira do Carrefour a aderir &agrave; iniciativa, e para estimular a troca das embalagens tradicionais na unidade ser&atilde;o distribu&iacute;das gratuitamente at&eacute; o final deste m&ecirc;s sacolas retorn&aacute;veis. O Carrefour ainda colocar&aacute; &agrave; venda nas lojas outras op&ccedil;&otilde;es de embalagens sustent&aacute;veis, como a sacola 100% biodegrad&aacute;vel, desenvolvida em parceria com a empresa Basf, produzida com base em uma resina especial derivada do milho, que pode se decompor em at&eacute; 180 dias.</p><p><br />Outras alternativas ser&atilde;o as sacolas retorn&aacute;veis, com pre&ccedil;os entre R$ 1,90 a R$ 15,00, al&eacute;m do oferecimento de caixas de papel&atilde;o aos clientes da rede. As embalagens tradicionais podem demorar at&eacute; 400 anos para se decompor. A a&ccedil;&atilde;o do Carrefour de elimina&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o de sacolas pl&aacute;sticas tradicionais &eacute; realizada tamb&eacute;m na Fran&ccedil;a, na China e na Pol&ocirc;nia.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[O fenômeno BBB]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=10733]]></link>
<author><![CDATA[O fenômeno BBB]]></author>
<pubDate><![CDATA[10/3/2010 18:42:34]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/bbb.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Voc&ecirc; pode gostar ou n&atilde;o do &ldquo;Big Brother Brasil&rdquo;, vai de cada um. &Eacute; uma coisa subjetiva. Concordar ou n&atilde;o concordar com ele. Direito que tamb&eacute;m n&atilde;o pode ser negado a ningu&eacute;m. Indiscut&iacute;vel. Mas um programa de televis&atilde;o que, em dois dias, ao colocar tr&ecirc;s dos seus participantes na elimina&ccedil;&atilde;o, chega a 92,3 milh&otilde;es de votos precisa ser visto com aten&ccedil;&atilde;o e respeito.</span></p><p><span style="font-size: medium;"><p><br />A&iacute; que entra o valor do profissional na televis&atilde;o brasileira. Em poucos pa&iacute;ses, mais ou menos avan&ccedil;ados, o &ldquo;Big Brother&rdquo; provoca toda essa como&ccedil;&atilde;o. O nosso, sem qualquer mod&eacute;stia e orgulho para quem mexe com isto, est&aacute; entre os melhores. Evidentemente que uma coisa nada tem a ver com a outra, mas s&oacute; para efeito de compara&ccedil;&atilde;o, no segundo turno das elei&ccedil;&otilde;es em 2006, juntos, os dois candidatos &agrave; Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica totalizaram 95,8 milh&otilde;es dos votos obrigat&oacute;rios v&aacute;lidos. Isso depois de um ano inteiro de campanha.<br />Est&aacute; certo tamb&eacute;m, que numa elei&ccedil;&atilde;o oficial, o cidad&atilde;o s&oacute; vota uma vez, mas o &ldquo;BBB&rdquo;, em dois dias com o seu &ldquo;pared&atilde;o&rdquo;, passar dos 90 milh&otilde;es &eacute; uma coisa completamente fora dos padr&otilde;es.</p><p><br />Nesse embalo, os n&uacute;meros passar&atilde;o f&aacute;cil dos 100 milh&otilde;es ainda na edi&ccedil;&atilde;o atual. Nem a Globo esperava por tanto.</p></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Neuromarketing]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=10206]]></link>
<author><![CDATA[Neuromarketing]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/2/2010 17:17:21]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/leftbrainrightbrain.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Neuromarketing&nbsp;&eacute; a busca de dados mais relevantes e aprofundados sobre o processo de decis&atilde;o dos consumidores, vindos diretamente do lado subconsciente do c&eacute;rebro humano.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">H&aacute; basicamente dois tipos de neuromarketing, nova fronteira do marketing sobre o qual as pessoas n&atilde;o conhecem a capacidade total ainda. Um &eacute; mais conhecido, aquele que faz um retrato da mente e analisa as rea&ccedil;&otilde;es dela e do corpo diante de uma mensagem ou determinado est&iacute;mulo. O outro tipo &eacute; entender o consumidor no n&iacute;vel mais profundo para chegarmos aos s&iacute;mbolos e ideias que podem ser transformados em mensagens que podem impactar de verdade o subconsciente dele.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A fun&ccedil;&atilde;o do neuromarketing &eacute; entender profundamente o consumidor e determinar o tipo de experi&ecirc;ncia emotiva que eles querem ter quando usam o produto. N&atilde;o h&aacute; nada anti&eacute;tico porque n&atilde;o existe o controle da mente. &Eacute; uma t&eacute;cnica para dar algo que elas realmente querem. Antes do neuromarketing era muito mais dif&iacute;cil para as pessoas expressarem para um pesquisador o que elas realmente desejavam.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O consumidor n&atilde;o se preocupa tanto com atributos com os quais diz se preocupar da boca para fora, como pre&ccedil;o, tamanho e durabilidade do produto. Os sentidos s&atilde;o bem mais importantes do que pens&aacute;vamos antes. O cheiro, o toque e os gostos s&atilde;o mais h&aacute;beis para motivar o consumidor a projetar o produto em seu subconsciente do que um logotipo. Mas aquela que &eacute; possivelmente a grande descoberta &eacute; a import&acirc;ncia das met&aacute;foras para a cria&ccedil;&atilde;o de um marketing com emo&ccedil;&otilde;es poderosas. Antes ach&aacute;vamos que as met&aacute;foras eram importantes somente na poesia ou na m&uacute;sica. Mas podemos descobrir imagens poderosas que ir&atilde;o fazer voc&ecirc; pensar e lembrar de algo relacionado &agrave; marca e ao porqu&ecirc; de comprarem ela.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O marketing antigo falava sobre segmenta&ccedil;&atilde;o, de tentar encontrar nichos e dar algo diferente em termos de produto para esse grupo. Em vez de buscar isso, os anunciantes est&atilde;o descobrindo que a mente de homens, mulheres, velhos e jovens t&ecirc;m as mesmas rea&ccedil;&otilde;es com o uso do produto. Os anunciantes brasileiros est&atilde;o famintos por essa nova tecnologia, porque est&atilde;o insatisfeitos com as pesquisas e a qualidade da informa&ccedil;&atilde;o que possuem. Essa ferramenta ir&aacute; mudar completamente a maneira com que os anunciantes lidar&atilde;o com o marketing no futuro. </span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Um exemplo &eacute; a campanha &ldquo;Guerreiros&rdquo;, criada pela ag&ecirc;ncia Africa para a Brahma. O conceito de torcedores e jogadores como guerreiros apareceu a partir dos participantes de uma pesquisa e an&aacute;lise dos s&iacute;mbolos, met&aacute;foras e analogias que eles fizeram diante do futebol.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/NpXGFcojysE" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/NpXGFcojysE"></embed></object></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Meio&amp;Mensagem &ndash; 25 de janeiro de 2010</span></p><p><span style="font-size: medium;"><br /></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[iPad]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=10100]]></link>
<author><![CDATA[iPad]]></author>
<pubDate><![CDATA[27/1/2010 17:36:42]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/jobstablet.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Steve Jobs, diretor-executivo da Apple,&nbsp;anunciou nesta quarta-feira (27) o lan&ccedil;amento de um computador tablet com tela sens&iacute;vel ao toque de 9,7 polegadas. O produto, definido por ele como &ldquo;realmente m&aacute;gico&rdquo;, ocupa uma categoria entre o laptop e o smartphone e leva o nome de <strong>iPad</strong>. A novidade estar&aacute; dispon&iacute;vel a partir de amanh&atilde; nos EUA em tr&ecirc;s vers&otilde;es: com mem&oacute;ria flash de 16 , 32 e 64 GB.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O produto ser&aacute; uma esp&eacute;cie de iPhone aumentado, que oferecer&aacute; menos limita&ccedil;&otilde;es de espa&ccedil;o aos usu&aacute;rios e aos desenvolvedores de aplicativos. Os usu&aacute;rios poder&atilde;o acessar a loja virtual iTunes pelo pr&oacute;prio dispositivo, nos Estados Unidos, para comprar m&uacute;sicas e filmes -- o site de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico ter&aacute; uma interface gr&aacute;fica diferente para o iPad.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A novidade se conecta &agrave; internet, tem tela sens&iacute;vel a m&uacute;ltiplos toques, teclado touchscreen QWERTY, permite ver fotos e v&iacute;deos &ndash; inclusive canais de TV e a vers&atilde;o em alta defini&ccedil;&atilde;o do YouTube. A novidade pesa cerca de 680 gramas, tem 1,2 cm de espessura, bateria de dez horas em uso (mais de um m&ecirc;s em standby, segundo o fabricante), aceler&ocirc;metro, Bluetooth e Wi-Fi com velocidade de acesso maior que a do iPhone 3GS.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">&ldquo;Algumas pessoas comparam o produto a um netbook. O problema &eacute; que os netbooks n&atilde;o s&atilde;o melhores que as outras alternativas&rdquo;, afirmou Jobs, confirmando que a novidade fazia parte de uma terceira categoria (localizada entre os laptops e os smartphones). &ldquo;Os netbooks s&atilde;o lentos, t&ecirc;m telas de qualidade ruim e rodam softwares antigos de PC&rdquo;, comparou.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span><a href="http://tecnologia.uol.com.br/mundo-apple/ultimas-noticias/2010/01/27/27steve-jobs-confirma-expectativas-e-lanca-tablet-da-apple.jhtm"><span style="font-size: xx-small;">http://tecnologia.uol.com.br/mundo-apple/ultimas-noticias/2010/01/27/27steve-jobs-confirma-expectativas-e-lanca-tablet-da-apple.jhtm</span></a></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ação da TAP (Transportes Aereos Portugueses) em Lisboa]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=9876]]></link>
<author><![CDATA[Ação da TAP (Transportes Aereos Portugueses) em Lisboa]]></author>
<pubDate><![CDATA[14/1/2010 16:37:44]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rWjZX57QQDY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/rWjZX57QQDY"></embed></object></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marketing pessoal. Brincadeira entre amigos]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=9602]]></link>
<author><![CDATA[Marketing pessoal. Brincadeira entre amigos]]></author>
<pubDate><![CDATA[30/12/2009 17:32:27]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Esta brincadeira pode ajud&aacute;-lo a descobrir que marca pessoal voc&ecirc; exibe por a&iacute;. As quatro quest&otilde;es abaixo devem ser respondidas por quinze pessoas que conhe&ccedil;am bem voc&ecirc; e seu trabalho. &Eacute; divertido e os resultados podem surpreend&ecirc;-lo. <strong>Pe&ccedil;a aos amigos que respondam &agrave;s quatro quest&otilde;es com a opini&atilde;o deles a seu respeito.</strong></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">1 &ndash; Escolha dez atributos que melhor me definem</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">(&nbsp; ) Acess&iacute;vel&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Divertido&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Materialista<br />(&nbsp; ) Agressivo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Empreendedor&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Meigo<br />(&nbsp; ) Ambicioso&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Entusi&aacute;stico&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Melodram&aacute;tico<br />(&nbsp; ) Amig&aacute;vel&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Espiritualizado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Met&oacute;dico<br />(&nbsp; ) Apaixonado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Espirituoso&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Misterioso<br />(&nbsp; ) Arrojado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) &Eacute;tico&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) N&atilde;o convencional<br />(&nbsp; ) Audacioso&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;(&nbsp; ) Experiente&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Organizado<br />(&nbsp; ) Aut&ecirc;ntico&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Extrovertido&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Original<br />(&nbsp; ) Autocentrado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Flex&iacute;vel&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Otimista<br />(&nbsp; ) Aventureiro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Formal&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Persuasivo<br />(&nbsp; ) Bem-humorado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Forte&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Prestativo<br />(&nbsp; ) Bonito&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;(&nbsp; ) Generoso&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Produtivo<br />(&nbsp; ) Calmo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;(&nbsp; ) Globalizado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Reservado<br />(&nbsp; ) Competitivo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Honesto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Saud&aacute;vel<br />(&nbsp; ) Comunicativo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Impaciente&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Seguro<br />(&nbsp; ) Conectado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Incans&aacute;vel&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Sens&iacute;vel<br />(&nbsp; ) Conservador&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Indiferente&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Sincero<br />(&nbsp; ) Convincente&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Inspirador&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Sofisticado<br />(&nbsp; ) Cooperativo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Inteligente&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Teimoso<br />(&nbsp; ) Criativo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Intuitivo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Temperamental<br />(&nbsp; ) Criterioso&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Inventivo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) T&iacute;mido<br />(&nbsp; ) Despachado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Jovial&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Tolerante<br />(&nbsp; ) Devotado&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Lan&ccedil;ador de tend&ecirc;ncias&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(&nbsp; ) Vision&aacute;rio<br />(&nbsp; ) Din&acirc;mico&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Leal<br />(&nbsp; ) Diplom&aacute;tico&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (&nbsp; ) Lider</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">2 &ndash; Quais s&atilde;o minha maior habilidade e minha maior fraqueza?</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">3 &ndash; Se eu fosse um carro, que modelo seria e por que?</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">4 &ndash; Trabalhando em equipe, que papel desempenho melhor?</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">(a) <strong>Protetor</strong>: preocupo-me com a felicidade da equipe<br />(b) <strong>Criativo</strong>: tenho ideias do que e como fazer o projeto<br />(c) <strong>Executor</strong>: pego parte do projeto e executo<br />(d) <strong>Facilitador</strong>: ajudo o grupo para que ele atinja sua meta<br />(e) <strong>Lider</strong>: tomo para mim responsabilidades do grupo e cobro prazos<br />(f) <strong>Motivador</strong>: inspiro os outros a buscar o sucesso do projeto<br />(g) <strong>Organizador</strong>: cumpro prazos e garanto a conclus&atilde;o das atividades</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o<br /></strong>Antes de ver as respostas dos amigos (dadas anonimamente, claro), preencha o question&aacute;rio. Depois compare como voc&ecirc; se enxerga com as respostas dos amigos que mostram como voc&ecirc; &eacute; visto.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Protetor solar que bronzeia]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=9141]]></link>
<author><![CDATA[Protetor solar que bronzeia]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/12/2009 11:59:05]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Est&aacute; l&aacute;, na embalagem da maioria dos protetores solares: "aplicar de 15 a 30 minutos antes da exposi&ccedil;&atilde;o solar". Mas quando Nicolas Fisher, presidente da Nivea do Brasil, visitou consumidoras em suas resid&ecirc;ncias (sem se identificar) ficou claro que, na pr&aacute;tica, elas n&atilde;o seguem a recomenda&ccedil;&atilde;o do r&oacute;tulo. Ele conta que elas s&oacute; usam o produto no momento em que come&ccedil;am a sentir o sol arder. As mo&ccedil;as explicaram o m&eacute;todo: se passar antes, a pele n&atilde;o pega cor e fica sem a desejada marquinha do biqu&iacute;ni para mostrar no trabalho, na segunda-feira.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">De volta a S&atilde;o Paulo, onde fica a sede da Nivea Brasil, Fisher relatou a experi&ecirc;ncia aos executivos da sede, em Hamburgo, na Alemanha, e decidiu que era preciso desenvolver um novo protetor solar a partir do que as consumidoras haviam relatado. Um ano depois, a subsidi&aacute;ria da multinacional alem&atilde; lan&ccedil;a agora a linha "Protect &amp; Bronze", inspirada na consumidora local e que ser&aacute; comercializada no mundo todo. &Eacute; a primeira vez que isso acontece e tamb&eacute;m &eacute; a primeira vez que a companhia lan&ccedil;a antes aqui um item que ser&aacute; vendido mundialmente.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A linha de protetores solares Nivea, segundo Maria Laura Santos, diretora de marketing da empresa no Brasil, tem papel importante para o crescimento da companhia no pa&iacute;s. "Nivea &eacute; a segunda marca mais vendida, com 12% das vendas", explica ela. No Brasil, os protetores solares e bronzeadores movimentam anualmente mais de R$ 600 milh&otilde;es. "Mas muita gente ainda n&atilde;o usa o produto, mesmo sabendo dos efeitos mal&eacute;ficos do sol na pele", afirma ela. Segundo dados da empresa, de cada dez consumidores brasileiros, s&oacute; quatro usam protetores regularmente. "Por isso acreditamos que 'Protect &amp; Bronze' tem grande potencial de vendas, j&aacute; que &eacute; um produto que entrega o que o consumidor quer: prote&ccedil;&atilde;o com bronzeado", acrescenta Fischer.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Valor Econ&ocirc;mico</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em pé!]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=9066]]></link>
<author><![CDATA[Em pé!]]></author>
<pubDate><![CDATA[27/11/2009 17:17:43]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/bonner2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Conversava outro dia com um colega jornalista sobre as v&aacute;rias mudan&ccedil;as e transforma&ccedil;&otilde;es que teremos, a partir do pr&oacute;ximo ano, com a chegada da TV digital na nossa cidade. Ele falava dos cuidados que a &aacute;rea dele ter&aacute; que ter com figurino, maquiagem, cen&aacute;rio, porque m&iacute;nimas falhas podem aparecer na alta qualidade de imagem e som.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Mas na hora pensei em outra coisa: at&eacute; quando o Bonner vai ficar sentado?</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Hoje assisto os apresentadores do Fant&aacute;stico andando pelo est&uacute;dio, em um cen&aacute;rio virtual, praticamente interagindo com as mat&eacute;rias. Muitas ao vivo, o que antes era raro. Assisto o apresentador do Globo Esporte convidando esportistas e artistas para comentar e opinar sobre o time do cora&ccedil;&atilde;o deles, ou os gols da rodada. Os apresentadores do Video Show, que revezam entre si e v&atilde;o a campo para produzir os conte&uacute;dos. &Eacute; a nova era da televis&atilde;o, da tecnologia. O pr&oacute;prio Bonner apresentava o Fant&aacute;stico, sentado atr&aacute;s de uma bancada. O mesmo aconteceu com o Leo Batista no Globo Esporte e Miguel Falabela, por anos, no Video Show.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">As evolu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas e a nova gera&ccedil;&atilde;o d&atilde;o prefer&ecirc;ncia ao que &eacute; din&acirc;mico, ao que d&aacute; link para outra m&iacute;dia onde o telespectador possa participar de alguma forma. E ele quer participar cada vez mais e mais r&aacute;pido, nesta era da informa&ccedil;&atilde;o, onde me pergunto: at&eacute; quando eu vou usar um mouse e um teclado? At&eacute; quando vou precisar de um disco para ver um filme? At&eacute; quando vou usar cheque e dinheiro? At&eacute; quando o Bonner vai ficar sentado?</span></p><p><span style="font-size: medium;"><br /></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[McDonald's em busca da classe C]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=8563]]></link>
<author><![CDATA[McDonald's em busca da classe C]]></author>
<pubDate><![CDATA[4/11/2009 11:07:43]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/mccafe2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O McDonald's est&aacute; em busca de endere&ccedil;os mais pr&oacute;ximos da classe C no Brasil, que ganhou prioridade nos planos de expans&atilde;o da maior rede de fast-food do mundo. J&aacute; h&aacute; uma grande quantidade de restaurantes no Brasil localizados em &aacute;reas frequentadas pelas classes A e B. Diferentemente dos Estados Unidos, onde o grande p&uacute;blico da rede de hamb&uacute;rgueres est&aacute; na base da pir&acirc;mide social, o McDonald's sempre foi mais elitista no Brasil.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A participa&ccedil;&atilde;o da classe C nas vendas do McDonald's ainda gira em torno de 20%, mas h&aacute; esperan&ccedil;a de crescimento devido &agrave;s estrat&eacute;gias implementadas pela cadeia de fast-food. Al&eacute;m de abrir unidades em locais populares, o McDonald's lan&ccedil;ou uma plataforma de produtos e pre&ccedil;os para a classe C. Nomeada dentro da Arcos Dourados como "GPPP" - a sigla vem da campanha Grandes Prazeres, Pequenos Pre&ccedil;os - essa plataforma permite oferecer menus por at&eacute; R$ 6. Esse pre&ccedil;o garante uma porta de acesso ao p&uacute;blico de renda mais baixa. Pesquisas identificaram que essas pessoas muitas vezes s&oacute; compram a sobremesa, o que faz do produto um importante item de entrada nesse segmento.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O McDonald's tamb&eacute;m pretende refor&ccedil;ar sua presen&ccedil;a no Brasil em outra arena: o mercado de caf&eacute;s. Nos Estados Unidos, a rede de fast-food causou estragos &agrave; concorr&ecirc;ncia, em particular &agrave; Starbucks, ao entrar de forma agressiva no segmento. O segredo do McCaf&eacute; foi vender expressos mais baratos, al&eacute;m de incluir bebidas geladas e caf&eacute; da manh&atilde;. No Brasil, a implementa&ccedil;&atilde;o dessa estrat&eacute;gia est&aacute; a todo vapor. Neste ano, est&atilde;o sendo abertos 10 novos McCaf&eacute;s, sempre dentro dos restaurantes. Existem opera&ccedil;&otilde;es de caf&eacute; em apenas 10% da rede, mas isso j&aacute; basta para que a rede seja considerada a maior rede de cafeterias do pa&iacute;s, deixando claro que ser&aacute; um duro competidor para quem quiser disputar o mercado.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Para o pr&oacute;prio McDonald's, as cafeterias t&ecirc;m um ingrediente especial: as margens de lucro s&atilde;o mais altas. Como a estrat&eacute;gia da rede &eacute; vender hamb&uacute;rgueres a pre&ccedil;os populares, as opera&ccedil;&otilde;es de caf&eacute; d&atilde;o o contrapeso, equilibrando as margens dos restaurantes.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campanha criativa]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=7815]]></link>
<author><![CDATA[Campanha criativa]]></author>
<pubDate><![CDATA[28/9/2009 10:44:45]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34009849.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34068086.jpg" alt="&nbsp;" width="454" height="183" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34295130.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34295541.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34306238.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34432913.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34484023.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34509555.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34608159.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34635866.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34713403.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34723558.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34798855.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/34906772.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empresas divertidas]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=7711]]></link>
<author><![CDATA[Empresas divertidas]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/9/2009 17:11:10]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">O administrador Stephen Kanitz analisou por 25 anos as 1.000 maiores empresas do Brasil e chegou a seguinte conclus&atilde;o: existem cinco tipos de empresa no pa&iacute;s. A empresa Tipo A &eacute; aquela na qual somente o dono se diverte. Ele &eacute; o verdadeiro deus de sua companhia e assim consegue implantar rapidamente sua vis&atilde;o do neg&oacute;cio. &Eacute; o dono da verdade, de tudo e de todos.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A empresa Tipo B &eacute; aquela em que somente os filhos do dono se divertem. Ele est&aacute; ficando gag&aacute;, nunca quis fazer a transi&ccedil;&atilde;o de uma empresa familiar para uma profissional. Para manter-se no poder, comprou para os filhos iates e BMWs e deu-lhes cargos no conselho para fazer absolutamente nada. Os filhos, resignados, se deleitam fazendo cruzeiros mundo afora e, no fundo, s&atilde;o os &uacute;nicos que se divertem.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A empresa Tipo C &eacute; aquela onde ningu&eacute;m mais se diverte. O pai de 95 anos finalmente morreu sem deixar uma equipe de administradores profissionais que pudesse salvar a companhia. Os filhos chamados &agrave;s pressas do Caribe come&ccedil;am a brigar entre si, porque tamb&eacute;m s&oacute; entendem de iates e BMWs. A empresa vai de mal a pior, e os filhos se safam vendendo-a a uma multinacional.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A empresa Tipo D &eacute; aquela na qual todo mundo se diverte. Elas s&atilde;o a concretiza&ccedil;&atilde;o so sonho de Karl Marx, nas quais trabalhadores e consumidores s&atilde;o acionistas diretos das empresas em que trabalham ou compram. Normalmente, o presidente dessas empresas &eacute; um administrador profissional, funcion&aacute;rio demiss&iacute;vel a qualquer momento, como todos os outros. Nada de cargo vital&iacute;cio nem indica&ccedil;&otilde;es por apadrinhamento pol&iacute;tico como nas empresas Tipo G, G de governo. Como esse administrador depende da coopera&ccedil;&atilde;o de todos para manter-se no poder, a opini&atilde;o geral &eacute; ouvida, todo mundo faz parte da solu&ccedil;&atilde;o, ele acredita no trabalho de equipe. O presidente n&atilde;o destrata os subordinados, jamais berra em p&uacute;blico, n&atilde;o &eacute; o dono da verdade, caso contr&aacute;rio n&atilde;o sobreviveria. S&atilde;o empresas preocupadas com o social, e n&atilde;o somente com o bolso do acionista controlador, que nessas empresas nem existe. O D &eacute; de Divertido, Diversificado e Democr&aacute;tico. Essas s&atilde;o as melhores comapnhias para trabalhar no Brasil, infelizmente muito raras.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Mas empresas Tipo D est&atilde;o sendo criadas todo dia. Um outro mundo &eacute; poss&iacute;vel, mais democr&aacute;tico, mais bem administrado, mais includente, mais socialmente respons&aacute;vel e muito mais divertido.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O produto encolheu]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=7209]]></link>
<author><![CDATA[O produto encolheu]]></author>
<pubDate><![CDATA[8/9/2009 16:51:05]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/cocazero1.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Um olhar atento &agrave;s g&ocirc;ndolas dos supermercados brasileiros revela a tend&ecirc;ncia: as embalagens dos produtos t&ecirc;m passado por um sucessivo processo de encolhimento. Primeiro elas diminu&iacute;ram para atender &agrave; necessidade das novas fam&iacute;lias brasileiras, com menos filhos. Depois, encolheram para se encaixar nos or&ccedil;amentos mais apertados dos consumidores emergentes da classe C. Agora, vivemos uma esp&eacute;cie de terceira onda de redu&ccedil;&atilde;o. Motivadas pelo apelo ecol&oacute;gico e pela necessidade de corte de custos, as empresas voltaram a diminuir as medidas de suas embalagens, que chegam a ocupar apenas um quarto do volume que ocupavam antes. Em alguns casos, a redu&ccedil;&atilde;o acontece com uma solu&ccedil;&atilde;o de design, sem que as quantidades sejam alteradas. Em outros, o produto &eacute; reformulado de tal maneira que, mesmo em vers&atilde;o compacta, tem o mesmo desempenho do original. Na vanguarda desse processo est&atilde;o algumas das maiores empresas de bens de consumo do mundo, como Unilever e Procter&amp;Gamble. Ambas j&aacute; colocaram sua estrutura de inova&ccedil;&atilde;o a servi&ccedil;o da redu&ccedil;&atilde;o e, recentemente, lan&ccedil;aram os produtos "liliputianos" no Brasil. At&eacute; o in&iacute;cio de 2010, cinco grandes fabricantes de bens de consumo devem colocar nos supermercados brasileiros vers&otilde;es mais compactas de seus produtos.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Por tr&aacute;s dessa tend&ecirc;ncia h&aacute; uma crescente preocupa&ccedil;&atilde;o com a elimina&ccedil;&atilde;o do desperd&iacute;cio de mat&eacute;rias-primas. &Agrave; frente desse movimento, est&atilde;o colossos como o maior varejista do planeta, a rede Walmart, que desde 2005 adotou o discurso verde como pe&ccedil;a de resist&ecirc;ncia de sua estrat&eacute;gia de marketing. H&aacute; dois meses, a opera&ccedil;&atilde;o brasileira do Walmart convocou alguns de seus fornecedores a diminuir em 5% o uso de material em caixas e pacotes at&eacute; 2013. Como contrapartida, d&aacute;-se mais visibilidade a esses produtos. A demanda de varejistas como o Walmart est&aacute; de certa forma casada a pol&iacute;ticas ambientais de v&aacute;rios de seus fornecedores globais. &Eacute; o caso da Coca-Cola. A empresa acaba de lan&ccedil;ar no pa&iacute;s uma vers&atilde;o compacta de sua garrafa de vidro com capacidade de 290 mililitros. Apenas com mudan&ccedil;as no desenho da embalagem, a Coca-Cola conseguiu reduzir 25% da quantidade de vidro utilizado sem alterar o volume de bebida oferecido ao consumidor.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: xx-small;">Revista Exame &ndash; 26 de agosto de 2009 &ndash; p&aacute;gina 60</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1001 utilidades de uma marca]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=6609]]></link>
<author><![CDATA[1001 utilidades de uma marca]]></author>
<pubDate><![CDATA[19/8/2009 12:28:17]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img style="float: left; margin: 3px;" src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/bombril2.jpg" alt="&nbsp;" />O processo de decad&ecirc;ncia come&ccedil;ou na d&eacute;cada de 80, mas atingiu seu auge entre 2002 e 2006, quando a Bombril chegou a paralisar a produ&ccedil;&atilde;o por falta de dinheiro para comprar mat&eacute;ria-prima. De 2006 para c&aacute;, teve in&iacute;cio uma reestrutura&ccedil;&atilde;o radical, capitaneada por um dos tr&ecirc;s herdeiros, o economista Ronaldo Sampaio Ferreira, o &uacute;nico que ainda est&aacute; l&aacute;. Nos quadros de administra&ccedil;&atilde;o, parentes e amigos foram substitu&iacute;dos por executivos tarimbados, que renegociaram a d&iacute;vida astron&ocirc;mica, frearam gastos e&nbsp; enxugaram custos fixos, al&eacute;m de trazer &agrave; Bombril novas pr&aacute;ticas de gest&atilde;o. Certamente, a empresa n&atilde;o teria permanecido viva se n&atilde;o tivesse apoiada numa marca t&atilde;o forte, criada pelo comerciante Roberto Sampaio Ferreira em 1948 e at&eacute; hoje sin&ocirc;nimo do produto que &eacute;, de longe, seu carro-chefe: a l&atilde; de a&ccedil;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Nenhuma marca nacional &eacute; mais s&oacute;lida do que a Bombril. Isso se v&ecirc; em n&uacute;meros. Suas l&atilde;s de a&ccedil;o chegam a 80% das casas brasileiras, um recorde para qualquer setor. A Bombril &eacute; um daqueles casos raros em que um v&iacute;nculo emocional liga as pessoas a um produto &ndash; e &agrave; sua marca. No &aacute;pice da crise da Bombril, em 2003, foi justamente a marca que salvou a empresa do pior. Sem cr&eacute;dito na pra&ccedil;a em com 570 t&iacute;tulos protestados, a Bombril precisou demitir 30% de seus funcion&aacute;rios e paralisou a produ&ccedil;&atilde;o. Nesse tempo, os executivos da Bombril batiam &agrave; porta das grandes redes de supermercados e atacadistas, implorando para que fizessem compras antecipadas e mais: que pagassem &agrave; vista. Em troca, concediam-lhe descontos gra&uacute;dos. Havia um detalhe peculiar nessa transa&ccedil;&atilde;o: com prateleiras abarrotadas de Bombril, os supermercados n&atilde;o colocavam &agrave; venda a nova mercadoria. Ela ficava armazenada em dep&oacute;sitos. Por que, ent&atilde;o, essas redes seguiam comprando mais e mais l&atilde;s de a&ccedil;o? &ldquo;Para manter a Bombril de p&eacute;&rdquo;, explica H&eacute;lio Mariz de Carvalho, da consultoria FutureBrand.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Se a empresa morresse, provavelmente desapareceria com ela uma marca que atrai gente &agrave;s lojas. &ldquo;&Eacute; um milagre a Bombril ter sobrevivido, ela era o avesso de uma empresa moderna&rdquo;, diz o economista Jos&eacute; Bacellar. A palavra do dia hoje na Bombril &eacute; diversificar a linha de produtos. A Bombril, que j&aacute; teve 90% do mercado de l&atilde; de a&ccedil;o no Brasil, agora det&eacute;m uma fatia de 70%. A diversifica&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m necess&aacute;ria porque a procura pelo produto tende a encolher &ndash; caiu 10% somente no ano passado. Os h&aacute;bitos de consumo est&atilde;o mudando. As panelas de hoje n&atilde;o precisam mais ser areadas. Mais preocupadas em manter as unhas benfeitas, as mulheres come&ccedil;aram a buscar produtos de limpeza at&eacute; com hidratante. Para manter sua t&atilde;o valiosa marca, a Bombril tem pela frente o desafio de adequar-se aos novos tempos.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: xx-small;">Revista Veja &ndash; 19 de agosto de 2009 &ndash; p&aacute;gina 108</span></p><p><span style="font-size: medium;"><br />&nbsp;</span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De Wal-Mart para Walmart]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=6563]]></link>
<author><![CDATA[De Wal-Mart para Walmart]]></author>
<pubDate><![CDATA[18/8/2009 11:48:40]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/walmart2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Wal-Mart agora &eacute; Walmart. Os conhecidos &iacute;cones da marca, a estrela branca e o smiley face, tamb&eacute;m saem de cena e d&atilde;o lugar a uma nova logomarca, que representa o sol. Todas essas mudan&ccedil;as fazem parte da nova postura adotada mundialmente pela rede de hipermercados, que este m&ecirc;s passa a fazer parte tamb&eacute;m das 42 unidades brasileiras da marca, presente no Pa&iacute;s h&aacute; 14 anos. J&aacute; a nova estrat&eacute;gia de divulga&ccedil;&atilde;o, assinada pela Africa, est&aacute; no ar desde a semana passada.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Ap&oacute;s mostrar que a pol&iacute;tica de pre&ccedil;os baixos praticada pela empresa nasceu de seu fundador, Sam Walton, a a&ccedil;&atilde;o foca neste momento o novo slogan &ldquo;&Eacute; pagar menos. &Eacute; viver melhor&rdquo;, adaptado do original &ldquo;Save Money. Live Better&rdquo;. A marca n&atilde;o tinha tanto reconhecimento no Brasil mas hoje h&aacute; uma quantidade de lojas que suporta essa identidade mais clean, mais afetuosa. &ldquo;&Eacute; uma miss&atilde;o dupla. Nos EUA, a quest&atilde;o de que o Walmart &eacute; a cadeia com o menor pre&ccedil;o j&aacute; est&aacute; agregada. Aqui, estamos dando verdade a este fato e, ao mesmo tempo, agregando a quest&atilde;o de viver melhor&rdquo;, diz M&aacute;rcio Santoro, s&oacute;cio e vice-presidente executivo da Africa.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">As novidades na comunica&ccedil;&atilde;o visual da marca j&aacute; podem ser vistas em cinco unidades do interior de S&atilde;o Paulo. No an&uacute;ncio para a TV, em vers&atilde;o de 30 e 60 segundos, um jingle feito a partir da can&ccedil;&atilde;o &ldquo;&Eacute;&rdquo;, de Gonzaguinha, aborda a tem&aacute;tica da economia nas compras com o refr&atilde;o &ldquo;Walmart &eacute; pagar menos / &Eacute; viver melhor&rdquo;, que dever&aacute; continuar nas pr&oacute;ximas campanhas. Segundo Maia, o grupo faturou ano passado R$ 17 bilh&otilde;es no Brasil, somando as receitas das bandeiras Walmart, Todo Dia, Sam&acute;s Club, Maxxi Atacado, Big, Nacional, Mercadorama, Bompre&ccedil;o e Hiper Bompre&ccedil;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: x-small;">Meio &amp; Mensagem &ndash; 17 de agosto de 2009 &ndash; p&aacute;gina 16 &ndash; Por Gabriel Navarro</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pepsi compra Amacoco]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=6406]]></link>
<author><![CDATA[Pepsi compra Amacoco]]></author>
<pubDate><![CDATA[12/8/2009 17:48:20]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">A gigante de alimentos PepsiCo anunciou hoje que fechou um acordo para comprar a Amacoco, a maior produtora de &aacute;gua de coco do Brasil, o que a torna l&iacute;der do setor no pa&iacute;s e aumenta sua presen&ccedil;a na Am&eacute;rica Latina. "A transa&ccedil;&atilde;o reflete o compromisso em longo prazo da PepsiCo de investir no Brasil e em outros mercados importantes da Am&eacute;rica Latina", afirmou, em comunicado, o presidente do Departamento de Bebidas da PepsiCo na regi&atilde;o, Luis Montoya, ao anunciar a opera&ccedil;&atilde;o, cujo valor n&atilde;o foi divulgado.</span></p><p><span style="font-size: medium;"><p><br /><br />O acordo fechado pela PepsiCo, que prev&ecirc; investir mais de US$ 3,3 bilh&otilde;es na Am&eacute;rica Latina "nos pr&oacute;ximos anos", significa a entrada da companhia no mercado de &aacute;gua de coco e representa mais um passo na transforma&ccedil;&atilde;o em seu setor de bebidas. A Amacoco produz e vende a &aacute;gua de coco das marcas Kero Coco e Trop Coco, que controlam a maior parte das vendas desta bebida envasilhada no Brasil. "A Amacoco complementar&aacute; o neg&oacute;cio atual da empresa e aumentar&aacute; suas perspectivas futuras na Am&eacute;rica Latina e fora dela", afirmou o respons&aacute;vel pelo Departamento de Bebidas de PepsiCo no continente americano, Massimo D'Amore.</p><p><br /><br />O diretor afirmou que, "nos Estados Unidos, as vendas deste produto est&atilde;o experimentando um crescimento extraordin&aacute;rio" e acrescentou que a compra da empresa brasileira "gera o potencial para uma inova&ccedil;&atilde;o de produtos muito interessante". O contrato fechado hoje inclui a compra de duas f&aacute;bricas, uma situada em Petrolina, em Pernambuco, e outra em S&atilde;o Mateus, no Esp&iacute;rito Santo.</p><p>&nbsp;</p></span></p><p>&nbsp;<span style="font-size: xx-small;">Fonte: </span><a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/efe/2009/08/12/ult1767u150373.jhtm"><span style="font-size: xx-small;">http://economia.uol.com.br/ultnot/efe/2009/08/12/ult1767u150373.jhtm</span></a></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marcas de confiança]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=6028]]></link>
<author><![CDATA[Marcas de confiança]]></author>
<pubDate><![CDATA[31/7/2009 16:38:07]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">A Nestl&eacute;, pelo terceiro ano consecutivo, conquistou o pr&ecirc;mio de marca mais confi&aacute;vel do Brasil, apontada por 18% dos entrevistados pela pesquisa da revista Sele&ccedil;&otilde;es e do Ibope Intelig&ecirc;ncia. A Petrobras e a Natura tiveram empate t&eacute;cnico na categoria de marca mais socialmente respons&aacute;vel no Brasil. A pesquisa tamb&eacute;m apresentou as marcas mais confi&aacute;veis em cada uma das 42 categorias de produtos e servi&ccedil;os (veja a lista completa abaixo).</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Al&eacute;m dos produtos e servi&ccedil;os, a pesquisa tamb&eacute;m avalia as institui&ccedil;&otilde;es, as profiss&otilde;es e as personalidades de maior confian&ccedil;a do p&uacute;blico brasileiro. Mais uma vez, os Correios foram apontados como a institui&ccedil;&atilde;o ou organiza&ccedil;&atilde;o de maior confian&ccedil;a. A empresa sempre est&aacute; no topo da lista em sua categoria desde que a pesquisa come&ccedil;ou a ser realizada, em 2002.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #ff6600;">Marca &ndash; Categoria<br /></span>Chevrolet / Fiat</strong> &ndash; Autom&oacute;vel<br /><strong>Brastemp</strong> &ndash; Eletrodom&eacute;sticos<br /><strong>Sony</strong> &ndash; Aparelhos eletr&ocirc;nicos<br /><strong>Nokia</strong> &ndash; Telefone celular<br /><strong>Dell</strong> &ndash; Computador<br /><strong>Banco do Brasil</strong> &ndash; Banco<br /><strong>Visa</strong> &ndash; Cart&atilde;o de cr&eacute;dito<br /><strong>Bradesco / BrasilPrev</strong> &ndash; Previd&ecirc;ncia privada<br /><strong>Porto Seguro</strong> &ndash; Companhia de seguro<br /><strong>Unimed</strong> &ndash; Assit&ecirc;ncia m&eacute;dica<br /><strong>TAM</strong> &ndash; Companhia a&eacute;rea<br /><strong>UOL</strong> &ndash; Provedor de internet<br /><strong>Vivo</strong> &ndash; Operadora de telefonia m&oacute;vel<br /><strong>Oi</strong> &ndash; Operadora de telefonia fixa<br /><strong>Centrum</strong> &ndash; Vitamina<br /><strong>Dorflex / Anador / Tylenol</strong> &ndash; Analg&eacute;sico<br /><strong>Colgate</strong> &ndash; Creme dental<br /><strong>Dove / Lux</strong> &ndash; Sabonete<br /><strong>Seda</strong> &ndash; Shampoo/ Condicionador<br /><strong>Avon</strong> &ndash; Maquiagem<br /><strong>Natura</strong> &ndash; Creme para pele<br /><strong>Sundown</strong> &ndash; Protetor solar<br /><strong>L&acute;Oreal</strong> &ndash; Tintura para cabelo<br /><strong>Sempre Livre</strong> &ndash; Absorvente<br /><strong>Omo</strong> &ndash; Sab&atilde;o em p&oacute;<br /><strong>Yp&ecirc;</strong> &ndash; Detergente l&iacute;quido para lou&ccedil;as<br /><strong>Liza</strong> &ndash; &Oacute;leo comest&iacute;vel<br /><strong>Qualy</strong> &ndash; Margarina<br /><strong>Maguary / Ades</strong> &ndash; Suco concentrado<br /><strong>Melita / Pil&atilde;o</strong> &ndash; Caf&eacute;<br /><strong>Zero Cal</strong> &ndash; Ado&ccedil;ante<br /><strong>Coca-Cola</strong> &ndash; Refrigerante<br /><strong>Nestl&eacute;</strong> &ndash; Chocolate<br /><strong>Kibon</strong> &ndash; Sorvete<br /><strong>Danone</strong> &ndash; Iogurte/ Bebida l&aacute;ctea<br /><strong>Kellogg&acute;s</strong> &ndash; Cereal matinal<br /><strong>Pedigree</strong> &ndash; Ra&ccedil;&atilde;o para animais dom&eacute;sticos<br /><strong>Extra / Carrefour</strong> &ndash; Hipermercado<br /><strong>Petrobras</strong> &ndash; Bandeira de posto de gasolina<br /><strong>Suvinil</strong> &ndash; Tinta para pintura de parede<br /><strong>Teka</strong> &ndash; Cama, mesa e banho<br /><strong>Tramontina</strong> &ndash; Utens&iacute;lios dom&eacute;sticos</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #ff6600;">Institui&ccedil;&otilde;es, Profiss&otilde;es e Personalidades<br /></span>Correios</strong> &ndash; Institui&ccedil;&otilde;es/ Organiza&ccedil;&otilde;es<br /><strong>Bombeiros</strong> &ndash; Profiss&otilde;es<br /><strong>Ana Paula Padr&atilde;o</strong> &ndash; Jornalistas<br /><strong>Mar&iacute;lia Gabriela / Patr&iacute;cia Poeta</strong> &ndash; Apresentadores<br /><strong>Tony Ramos / Lima Duarte</strong> &ndash; Artistas<br /><strong>Chico Buarque</strong> &ndash; Cantores<br /><strong>Dr&aacute;uzio Varella</strong> &ndash; Autores de livros<br /><strong>Lars Grael</strong> &ndash; Esportistas<br /><strong>Alessandro Carlucci</strong> (Natura) &ndash; Executivos<br /><strong>Roberto Justus</strong> &ndash; Publicit&aacute;rios<br /><strong>Deus</strong> &ndash; Outros</span></span></p><p><span style="font-size: medium;"></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-small;">Fonte: Jornal Propaganda e Marketing - P&aacute;g 20 - 27 de julho de 2009</span></span></p><p><span style="font-size: medium;"><br /></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trânsito dentro do carro?]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=5983]]></link>
<author><![CDATA[Trânsito dentro do carro?]]></author>
<pubDate><![CDATA[30/7/2009 12:22:31]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/dvd_player_3.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Ontem conversava com um amigo sobre &ldquo;tr&acirc;nsito de material&rdquo; na era digital. N&atilde;o como &eacute; hoje, mas como ser&aacute; daqui um tempo, e a&iacute; n&atilde;o se chega a conclus&atilde;o nenhuma e sim a previs&otilde;es pessoais sobre o futuro. Ele queria avalia&ccedil;&atilde;o sobre um material que produziu e trouxe o dito cujo em um pen drive. Foi motivo para come&ccedil;armos a falar sobre como &eacute; f&aacute;cil transportar qualquer arquivo que se produz hoje, onde a capacidade de armazenamento de pen drives, aparelhos e discos &eacute; enorme.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Papo vai papo vem, eu disse a ele que em breve estarei puto, pois com a chegada do Blue-Ray minha cole&ccedil;&atilde;o de filmes em DVD n&atilde;o ter&aacute; utilidade e sim o mesmo destino da cole&ccedil;&atilde;o de filmes em VHS que tenho: ocupar espa&ccedil;o no arm&aacute;rio. E quanto tempo ir&aacute; durar o Blue-Ray? Com certeza, menos que o DVD.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Eu disse a ele que na minha modesta opini&atilde;o, o tr&acirc;nsito material de arquivos vai acabar um dia. Tudo ser&aacute; transportado online e em alta resolu&ccedil;&atilde;o. Ele achou meio absurdo e citou o exemplo do CD/DVD player de carro, dizendo que o disco dificilmente sumiria pois n&atilde;o poderiamos ouvir m&uacute;sica no carro sem ter que gravar os videos ou m&uacute;sicas em algum lugar. N&atilde;o acho absurdo. Se em breve teremos a mobilidade, ou seja, poderemos assistir TV com alta qualidade de imagem e som no carro, celular, por que n&atilde;o pode chegar o dia em que estaremos conectados &agrave; internet em qualquer lugar? E de gra&ccedil;a!</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">N&atilde;o seria estranho se meu amigo, ao inv&eacute;s de trazer um pen drive, pedisse que eu acessasse a p&aacute;gina virtual dele e fizesse o download dos arquivos que queria que eu visse. &Eacute; normal hoje em dia. Dentro dessa normalidade, quero em breve pedir ao &ldquo;aparelho&rdquo; do meu carro que fa&ccedil;a o download do disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, e que toque as faixas 2, 3 e 6. Por favor!</span></p><p><span style="font-size: medium;"><br /></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova marca Pepsi]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=5836]]></link>
<author><![CDATA[Nova marca Pepsi]]></author>
<pubDate><![CDATA[24/7/2009 18:54:55]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: large;">A Pepsi reformulou a marca. Veja o video de lan&ccedil;amento...</span></p><p>&nbsp;</p><p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tZJRJy0UK4g" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/tZJRJy0UK4g"></embed></object></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estratégia do Burger King]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=5767]]></link>
<author><![CDATA[Estratégia do Burger King]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/7/2009 9:30:41]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Uma das maiores reclama&ccedil;&otilde;es das empresas recai justamente no fato dos atletas tirarem ou levantarem a camisa durante as comemora&ccedil;&otilde;es - fato que a Fifa manda o &aacute;rbitro punir com o cart&atilde;o amarelo. O Burger King, que na pr&oacute;xima temporada vai patrocinar o Getafe, time da primeira divis&atilde;o espanhola, criou uma divertida solu&ccedil;&atilde;o para esses casos, transformando aquilo que poderia ser um problema, num diferencial.</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/getafe2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: medium;">Depois de vermos patroc&iacute;nios em todos os espa&ccedil;os das meias, cal&ccedil;&otilde;es e camisa (at&eacute; o sovaco passou a ser explorado), a nova camisa do clube espanhol, feita pela Joma, ter&aacute; patroc&iacute;nio do lado de dentro. Isso mesmo, no avesso da camisa o rosto do King, personagem da cadeia de sandu&iacute;ches, est&aacute; estrategicamente posicionado para que, caso algum jogador queira comemorar um gol com aquele famoso gesto do Rivaldo, o patrocinador estar&aacute; presente.</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: large;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/getafe3.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Claro que a ideia principal n&atilde;o &eacute; essa, mas sim criar uma nova mania entre os torcedores, j&aacute; que os jogadores, por causa da regra, est&atilde;o evitando levantar a camisa ap&oacute;s o gol. Tanto que ningu&eacute;m ainda n&atilde;o confirmou se os jogadores usar&atilde;o esse modelo com o King no avesso - n&atilde;o existe a obriga&ccedil;&atilde;o, ao menos, de comemorar assim. Por&eacute;m, criativa, divertida e inovadora, a camisa tem tudo para virar uma febre entre os f&atilde;s.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: large;"><span style="font-size: x-small;">Por Fabio Kadow. Link: </span><a href="http://jogodenegocios.blog.terra.com.br/2009/07/20/burger-king-inova-no-patrocinio-ao-getafe"><span style="font-size: x-small;">http://jogodenegocios.blog.terra.com.br/2009/07/20/burger-king-inova-no-patrocinio-ao-getafe</span></a></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Networking]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=5449]]></link>
<author><![CDATA[Networking]]></author>
<pubDate><![CDATA[14/7/2009 16:56:08]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Exemplificando a sabedoria de sempre relacionar-se bem...</span></p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/dog2.jpg" alt="&nbsp;" />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10 razões para investir em propaganda]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=4873]]></link>
<author><![CDATA[10 razões para investir em propaganda]]></author>
<pubDate><![CDATA[25/6/2009 18:50:34]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">1</span></strong></span> <strong>Desenvolver o </strong><em><strong>brand equity</strong><br /></em>A marca &eacute; o maior patrim&ocirc;nio da empresa. Ap&oacute;s definido o posicionamento e a imagem da marca, a propaganda estabelece um elo de comunica&ccedil;&atilde;o com os consumidores, valorizando a marca.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">2</span></strong></span> <strong>Gerar lealdade &agrave; marca</strong><br />A propaganda comunica benef&iacute;cios funcionais ao mesmo tempo em que cria benef&iacute;cos emocionais para a marca. Ajuda assim, a construir lealdade a esta. Consumidores leais s&atilde;o menos sens&iacute;veis a pre&ccedil;os, crises econ&ocirc;micas e aos concorrentes.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">3</span></strong></span> <strong>Obter lucro</strong><br />Quando um investimento em publicidade estimula a demanda de um produto, os custos fixos por unidade produzida s&atilde;o reduzidos. Deste modo h&aacute; cria&ccedil;&atilde;o de maiores lucros por unidade.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">4</span></strong></span> <strong>Enfrentar os ciclos econ&ocirc;micos<br /></strong>A propaganda pode desempenhar um efeito estabilizante para uma marca em per&iacute;odos de queda da atividade econ&ocirc;mica. H&aacute; pesquisas que afirmam que empresas que mant&ecirc;m a atividade de propaganda durante um per&iacute;odo de recess&atilde;o obt&ecirc;m uma melhor performance no per&iacute;odo p&oacute;s-crise.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">5</span></strong></span> <strong>Gerar satisfa&ccedil;&atilde;o ao consumidor</strong><br />A satisfa&ccedil;&atilde;o do consumidor deriva de uma formid&aacute;vel experi&ecirc;ncia p&oacute;s-compra. Quando o consumidor v&ecirc; o produto comprado ser anunciado, o n&iacute;vel de inseguran&ccedil;a pode ser reduzido, aumentando seu grau de satisfa&ccedil;&atilde;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">6</span></strong></span> <strong>Ampliar o ciclo de vida dos produtos</strong><br />A propaganda pode ampliar o n&iacute;vel de conscientiza&ccedil;&atilde;o de produtos em lan&ccedil;amento, ampliar o per&iacute;odo de sobrevida de um produto em matura&ccedil;&atilde;o ou reativar produtos em decl&iacute;nio, quando lucrativo.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">7</span></strong></span> <strong>Segmentar, diferenciar e posicionar</strong><br />Em meio a tantos nomes de produtos e servi&ccedil;os a que o p&uacute;blico est&aacute; submetido, a propaganda &eacute; uma forma de manter a marca viva e a que conceito ela deve estar associada na mente do consumidor. O papel da propaganda &eacute; o de definir quais s&atilde;o as marcas que um consumidor ir&aacute; pensar ou lembrar.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">8</span></strong></span> <strong>Incrementar o marketing mix</strong><br />Atualmente, at&eacute; mesmo lan&ccedil;amentos incorporando diversos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos n&atilde;o conseguem manter sua exclusividade por muito tempo. Neste cen&aacute;rio, dois fatores podem gerar maior grau de prote&ccedil;&atilde;o e vantagem competitiva: o posicionamento e imagem das marcas e o dom&iacute;nio dos canais de distribui&ccedil;&atilde;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">9</span></strong></span> <strong>Estimular a compra</strong><br />A propaganda possibilita aos consumidores reconhecerem mais facilmente suas necessidades nos produtos anunciados, motivando-os a comprar um produto ou servi&ccedil;o ao comunicar seus benef&iacute;cios funcionais e emocionais.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="font-size: xx-large;">10</span></strong></span> <strong>Facilitar as negocia&ccedil;&otilde;es com varejistas</strong><br />As marcas com uma eficaz atividade de comunica&ccedil;&atilde;o atraem consumidores para as lojas, merecendo maior espa&ccedil;o nas g&ocirc;ndolas. Al&eacute;m disso, essas marcas podem beneficiar as vendas de outros produtos em vendas casadas, aumentando as vendas por metro quadrado das lojas.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Investimento de 1,6 bilhão em 2013]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=4740]]></link>
<author><![CDATA[Investimento de 1,6 bilhão em 2013]]></author>
<pubDate><![CDATA[22/6/2009 12:46:49]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Estudo realizado pela consultoria Price Waterhouse Coopers (PWC)&nbsp;prev&ecirc; que, em 2013, os investimentos publicit&aacute;rios mundiais em entretenimento e m&iacute;dias totalizar&atilde;o&nbsp;1,6 bilh&atilde;o de dolares. A pesquisa diz ainda que Am&eacute;rica Latina e &Aacute;sia ser&atilde;o as regi&otilde;es que mais crescer&atilde;o com a crise, com investimentos de US$ 73 milh&otilde;es e US$ 43 milh&otilde;es respectivamente. <br />A PWC tamb&eacute;m estima que entre os anos de 2009 e 2013 o crescimento anual do investimento ser&aacute; de&nbsp;2,7%. Segundo a consultoria, a recess&atilde;o vai durar mais que as anteriores, por causa da queda brusca nos gastos do consumidor de forma muito mais dr&aacute;stica que em crises anteriores. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do AdLatina.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tom Mabe morto?]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=4322]]></link>
<author><![CDATA[Tom Mabe morto?]]></author>
<pubDate><![CDATA[9/6/2009 14:37:18]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Aqui no blog j&aacute; postei um texto, desses que circulam por e-mail, sobre uma pessoa que "d&aacute; o troco" no operador de telemarketing. Essas situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre engra&ccedil;adas, pois o telemarketing funciona mas n&atilde;o &eacute; uma forma muito agrad&aacute;vel de fazer resultado. Semana passada recebi, claro, por e-mail, mais um desses videos sobre o tema. Se &eacute; verdade n&atilde;o sei, mas &eacute; engra&ccedil;ado.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tdORbJ_RWzs" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/tdORbJ_RWzs"></embed></object></span></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tempos de crise]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=4157]]></link>
<author><![CDATA[Tempos de crise]]></author>
<pubDate><![CDATA[4/6/2009 10:39:46]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">De um amigo que vive na Europa Oriental recebemos a seguinte contribui&ccedil;&atilde;o que, se n&atilde;o resolve a crise, ajuda a gente a dar uma gargalhada, ativo n&atilde;o desprez&iacute;vel nestes tempos:</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;<br />"M&ecirc;s de agosto, &agrave;s margens do Mar Negro. Chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado. Eram tempos muito dif&iacute;ceis e todos tinham d&iacute;vidas e viviam de empr&eacute;stimos. De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra no &uacute;nico hotel do vilarejo, coloca sobre o balc&atilde;o uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;<br />O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua d&iacute;vida com o a&ccedil;ougueiro. O a&ccedil;ougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado. O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado. A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;<br />Nesse instante, o turista desce as escadas ap&oacute;s examinar o local, pega o dinheiro de volta, diz que n&atilde;o gostou de nenhum dos quartos e abandona o vilarejo. Ningu&eacute;m lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem d&iacute;vidas, otimista por um futuro melhor."</span></p><p>&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O teste de elenco]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=3849]]></link>
<author><![CDATA[O teste de elenco]]></author>
<pubDate><![CDATA[26/5/2009 14:56:46]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Uma fonte de boa informa&ccedil;&atilde;o de marketing que gosto de ler &eacute; a edi&ccedil;&atilde;o impressa da Propmark. Nela, encontro temas atuais e s&eacute;rios da &aacute;rea, mas o que n&atilde;o deixo de ler &eacute; a coluna do Lula Vieira. Experi&ecirc;ncias reais&nbsp;de vida. Imagina&ccedil;&atilde;o e viagens de uma mente polu&iacute;da como a minha. Extrema facilidade para escrever. Dele! Abaixo, coloco o texto desta semana.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/25ilustra.jpg" alt="&nbsp;" />&nbsp; <span style="font-size: xx-small;">Ilustra&ccedil;&atilde;o: Est&uacute;dio Mol</span></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">"Certas hist&oacute;rias eu conto com o maior prazer, omitindo apenas o nome dos circunstantes. N&atilde;o &eacute; por nada n&atilde;o, mas esta coluna est&aacute; fazendo mais de uma d&eacute;cada e tenho o maior orgulho em n&atilde;o ter feito nenhum inimigo com ela. Ou melhor, para n&atilde;o ser muito convencido: n&atilde;o foi ela que aumentou meu c&iacute;rculo de inimigos. Ali&aacute;s, tamb&eacute;m n&atilde;o aumentou c&iacute;rculo algum em minha pr&oacute;pria pessoa, que fique bem claro.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Voltando &agrave; vaca fria, dizia eu que certas hist&oacute;rias s&atilde;o vexaminosas demais para que eu conte o nome das pessoas que participaram delas. Como a que vem a seguir, embora as testemunhas oculares e auditivas do acontecimento lembrem-se como se fosse ontem. <br />Est&aacute;vamos na sala nobre de reuni&otilde;es da ag&ecirc;ncia assistindo a um teste de elenco. O cliente era dos rica&ccedil;os, o que significava teste com quase tudo a que se tem direito: cen&aacute;rio, figurino, maquiagem, dire&ccedil;&atilde;o, som direto e outras preciosidades.<br />A plateia falava pelos cotovelos, principalmente o diretor de marketing/cliente que se exibia para as jovens produtoras e para as estagi&aacute;rias do RTV, fazendo as gracinhas de praxe que a imensa verba se encarregava de transformar em tiradas da maior profundidade filos&oacute;fica, existencial e humor&iacute;stica.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Todo mundo conhece o clima, hoje fora de moda, mas que h&aacute; alguns anos ainda era bastante comum. Conto isso n&atilde;o para fazer qualquer tipo de julgamento, mas para montar o cen&aacute;rio adequado para o que vai se seguir.<br />Na penumbra da sala, o televisor ligado, todos viam o teste. Uma sucess&atilde;o de mulheres seminuas que recitavam o texto, carregado de sensualidade. Meio peito, meia coxa, beicinho, voz rouca. O comercial devia ser uma merda, at&eacute; porque me esqueci dele. Mas as mulheres, vou te contar!<br />A cada teste, as pessoas faziam coment&aacute;rios aparentemente adequados, alguns profundamente t&eacute;cnicos, outros mais bo&ccedil;ais e machistas, mas dentro de algum respeito. Da&iacute; aconteceu a merda.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Deu seis horas da tarde e naquele tempo (oh saudades!) n&atilde;o era feio se beber no escrit&oacute;rio. Pelo contr&aacute;rio. A apresenta&ccedil;&atilde;o se interrompe para a ruidosa entrada de garrafas de u&iacute;sque, gelo, &aacute;gua mineral e copos. Todos se servem e come&ccedil;am a beber. O prel&uacute;dio para a desgra&ccedil;a.<br />Em minutos as l&iacute;nguas come&ccedil;am a ficar mais soltas e o ambiente, digamos, um pouco mais descontra&iacute;do. At&eacute; chegar a vez do teste de uma morena absurdamente gostosa. Porra, meu, que puta mulher gostosa! Cai sobre a sala um sil&ecirc;ncio feito de pecado, lux&uacute;ria, desejo e inveja. Ouvem-se at&eacute; alguns gemidos. Na tela n&atilde;o havia uma mulher. Era um aperfei&ccedil;oamento. Um modelo top de linha. Da&iacute; o diretor de marketing d&aacute; um tapa na mesa e brada: &ldquo;Essa n&atilde;o. Essa &eacute; puta!&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Ouviu-se um murm&uacute;rio de aprova&ccedil;&atilde;o da parte dos puxa-sacos: &ldquo;&Eacute; mesmo. Cara de puta!&rdquo;. Nesse momento o diretor de elenco levanta-se, vai at&eacute; o cliente e enfia-lhe um soco no meio da cara. S&oacute; isso. Nada mais do que um fenomenal murro no meio da fu&ccedil;a. Parece hoje que levou horas acontecendo. Mas deve ter levado segundos. Uma puta de uma porrada nos cornos. O resto &eacute; meio previs&iacute;vel.<br />Agora acredite: esta hist&oacute;ria tem muitos anos e at&eacute; hoje n&atilde;o consegui descobrir qual a rela&ccedil;&atilde;o entre o diretor de elenco e aquela mulher."<br /></span><p>&nbsp;</p></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conexão humana das marcas]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=3710]]></link>
<author><![CDATA[Conexão humana das marcas]]></author>
<pubDate><![CDATA[20/5/2009 15:55:37]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">A Sart Dreamaker divulgou a primeira edi&ccedil;&atilde;o do BrandTouch 09, estudo que revela as 75 marcas mais valiosas do mercado brasileiro com base no &Iacute;ndice de Conex&atilde;o Humana das Marcas (ICHM). O ranking traz marcas de diversos segmentos. A Coca-Cola ficou em primeiro lugar, seguida por Nestl&eacute;, Sadia, Natura, Rede Globo e McDonald&rsquo;s. As &uacute;ltimas colocadas foram. Depois de dois anos de estudos, planejamento e uma s&eacute;rie de conversas com fil&oacute;sofos, antrop&oacute;logos e empres&aacute;rios, a empresa lan&ccedil;ou, em janeiro de 2009, o &Iacute;ndice de Conex&atilde;o Humana da Marca (ICHM), como forma de medir o valor da marca levando em considera&ccedil;&atilde;o as emo&ccedil;&otilde;es do consumidor. Nesse processo, tamb&eacute;m foram levantadas as 500 marcas mais importantes presentes no Brasil, que, posteriormente, ap&oacute;s entrevistas e an&aacute;lise t&eacute;cnica, foram filtradas e reduzidas a uma lista com 75 nomes. Esses, por sua vez, fizeram parte das entrevistas qualitativas finais, realizadas entre janeiro e mar&ccedil;o deste ano.</span></p><p><span style="font-size: small;"><p><br /><span style="font-size: medium;">&nbsp;<br />Nessa etapa foram ouvidas 3.285 pessoas (50% homens e 50% mulheres), em todos os estados brasileiros. Estavam envolvidas todas as classes sociais, divididas nas faixas et&aacute;rias de 14 a 20 anos; 21 a 35 anos; 36 a 50 anos e 51 a 35 anos. Os entrevistados tiveram de responder a um question&aacute;rio de 100 perguntas, cujo resultado determinou o ICHM de cada marca. Os ICHMs apresentados pelas dez marcas mais valiosas foram: Coca-Cola (82,05); Nestl&eacute; (77,53); Sadia (75,13); Natura (73,59); Globo (72,75), McDonald&rsquo;s (68,64); Adidas (67,36); Danone (67,19); O Botic&aacute;rio (65,79) e Brastemp (65,21).</span></p></span><span style="font-size: medium;">O m&eacute;todo para chegar ao ICHM da marca foi chamado pela consultoria de ferramenta BrandTouch Valuator. Para calcular o ICHM das marcas s&atilde;o levados em considera&ccedil;&atilde;o 34 pontos de conex&atilde;o entre a marca e os seres humanos, como as emo&ccedil;&otilde;es geradas pela marca, a capacidade de conex&atilde;o com os sentidos, as portas de acesso aos seres humanos, a admira&ccedil;&atilde;o, os atributos e benef&iacute;cios conquistados, a din&acirc;mica da vida e as rela&ccedil;&otilde;es entre passado, presente e futuro, entre outros.</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;">Para Gian Franco Rocchicciolli, ceo da Sart Dreamaker, a import&acirc;ncia do &iacute;ndice est&aacute; no fato de que ele n&atilde;o est&aacute; vinculado aos resultados que as empresas divulgam em seus balan&ccedil;os anuais, mas sim &agrave; confian&ccedil;a e imagem que o consumidor tem por elas. &ldquo;Isso n&atilde;o muda com a crise financeira. &Eacute; o modo como a marca se conecta com os brasileiros&rdquo;, declarou Rocchicciolli.</span></span></p><p><span style="font-size: small;"></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;">Mat&eacute;ria completa em: <a href="http://www.propmark.com.br">www.propmark.com.br</a></span></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Emprego: massagista]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=3709]]></link>
<author><![CDATA[Emprego: massagista]]></author>
<pubDate><![CDATA[20/5/2009 15:49:52]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/X_5mh7UHWfU" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/X_5mh7UHWfU"></embed></object></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1950. Com a TV, a segmentação]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=3536]]></link>
<author><![CDATA[1950. Com a TV, a segmentação]]></author>
<pubDate><![CDATA[13/5/2009 12:20:08]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/tv2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Como acontecera nos EUA, a TV revolucionaria a cultura, o comportamento, a economia e a publicidade brasileira de uma forma como nunca se havia visto. No dia 18 de setembro de 1950, nasceu em S&atilde;o Paulo a primeira emissora de TV da America Latina, a PRF (canal 3), a TV Tupi. O pa&iacute;s seria o quarto do mundo a transmitir imagens de televis&atilde;o. O respons&aacute;vel pela fa&ccedil;anha foi Francisco de Assis Chateaubriand, propriet&aacute;rio dos <em>Di&aacute;rios Associados</em>, a maior rede brasileira de r&aacute;dios e jornais.</span></p><p><span style="font-size: medium;"><p><br />Se, com a chegada do r&aacute;dio, o desafio era dar voz &agrave;s mensagens publicit&aacute;rias, agora se tratava do desafio final: dar imagem. E em movimento. Assim como no r&aacute;dio, o in&iacute;cio foi apenas experimental e a propaganda criou uma figura b&aacute;sica de comunicador, a garota-propaganda, cuja fun&ccedil;&atilde;o era demonstrar, como numa conversa dom&eacute;stica com a consumidora, as maravilhas dos produtos anunciados.</p><p><br />Como n&atilde;o havia VT (videoteipe), as imagens iam ao ar ao vivo. S&atilde;o folcl&oacute;ricos os esquecimentos, os incidentes, os produtos que teimam em n&atilde;o funcionar diante das c&acirc;meras e todas as surpresas que se perderam ao longo da hist&oacute;ria. Os fatos novos que acompanharam a chegada da TV ao pa&iacute;s s&atilde;o marcantes para a evolu&ccedil;&atilde;o da propaganda brasileira. Em primeiro lugar, foram os patrocinadores reunidos pela ousadia empresarial de &ldquo;Chat&ocirc;&rdquo; que viabilizaram os altos investimentos necess&aacute;rios, inicialmente para os equipamentos e depois para a produ&ccedil;&atilde;o dos primeiros conte&uacute;dos da televis&atilde;o. Assim, foi vital o aporte de anunciantes como os da Seguradora Sul Am&eacute;rica, da Cervejaria Antarctica, da lamina&ccedil;&atilde;o Pignatari e do Moinho Santista. Eles garantiram contratos de um ano &agrave; TV Tupi. Tudo o que ela precisava para decolar.</p><p><br />O outro fator importante foi que, definitivamente, a ind&uacute;stria brasileira entra na d&eacute;cada de 1950 numa acirrada fase de competi&ccedil;&atilde;o, sem registro na hist&oacute;ria comercial do pa&iacute;s. As mensagens publicit&aacute;rias tiveram, at&eacute; ali, a fun&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de informar a exist&ecirc;ncia deste ou daquele produto ou servi&ccedil;o, algumas de suas vantagens e seus benef&iacute;cios. Mas a partir daquele momento, tratava-se de brigar por fatias de mercado e, diretamente, pela prefer&ecirc;ncia do consumidor, que passa a ter a sua disposi&ccedil;&atilde;o v&aacute;rias marcas de um mesmo tipo de produto para escolher nas g&ocirc;ndolas dos supermercados (que chegam ao Brasil em 1953).</p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Uma hist&oacute;ria da propaganda brasileira - Pyr Marcondes</span></p><p>&nbsp;</p></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Das invenções: Yakult]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=3398]]></link>
<author><![CDATA[Das invenções: Yakult]]></author>
<pubDate><![CDATA[8/5/2009 12:10:44]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">O doutor Minoru Shirota selecionou, em 1935, na cidade de T&oacute;quio, um lactobacilo muito especial. T&atilde;o especial que conseguia atravessar a acidez do est&ocirc;mago e chegar vivo at&eacute; o intestino para ajudar a dar mais equil&iacute;brio &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es intestinais e na defesa natural do aparelho digestivo. Batizou-o de <em>Lactobacillus casei Shirota</em>. Nesse ano, come&ccedil;ou a ser fabricado o leite fermentado com lactobacilos vivos Yakult. O nome vem do esperanto e significa &ldquo;iogurte&rdquo;. Em cada frasquinho, existe no m&iacute;nimo 400 milh&otilde;es de lactobacilos vivos selecionados. O Yakult come&ccedil;ou a ser produzido no Brasil em 1966.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: xx-small;">O livro das inven&ccedil;&otilde;es &ndash; Marcelo Duarte</span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Red Bull enfrenta desafio de comunicar a marca no Brasil]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=2919]]></link>
<author><![CDATA[Red Bull enfrenta desafio de comunicar a marca no Brasil]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/4/2009 10:42:57]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/red_bull_flugtag.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Conta-se nos dedos das m&atilde;os as marcas que promovem a&ccedil;&otilde;es de marketing t&atilde;o inusitadas e impactantes quanto a austr&iacute;aca Red Bull. Corridas de avi&otilde;es, piloto de F&oacute;rmula 1 com capa de Super Homem, competi&ccedil;&otilde;es em que se joga um ovo a uma altura de 15 metros sem que ele quebre, colocar um atleta para fazer wakeboard nas ruas alagadas de Veneza s&atilde;o apenas algumas delas.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Todas essas a&ccedil;&otilde;es falam por si. Ganham as capas dos jornais do mundo inteiro. Passam em programas esportivos na TV, as pessoas comentam por dias, postam fotos e coment&aacute;rios em blogs, v&iacute;deos no YouTube, criam comunidades em redes sociais e pronto: a marca &eacute; divulgada sem comprar um cent&iacute;metro de jornal sequer nem um comercial na TV.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Com este hist&oacute;rico, contratar uma ag&ecirc;ncia de publicidade no Brasil pode parecer desnecess&aacute;rio. Mas s&oacute; parece. Para a Loducca, que passou a trabalhar com a marca no pa&iacute;s em janeiro deste ano, o desafio &eacute; grande. Principalmente pelo briefing da Red Bull. Apenas cerca de 20% das a&ccedil;&otilde;es usar&atilde;o m&iacute;dias tradicionais.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O s&oacute;cio e diretor de cria&ccedil;&atilde;o da Loducca, Guga Ketzer, conversou com o Mundo do Marketing e comentou sobre os desafios de trabalhar para &ldquo;uma marca transgressora&rdquo;. Veja os principais trechos desta conversa na ag&ecirc;ncia que tem uma moto na entrada com a marca da bebida. Um presente da Red Bull que em troca quer resultado para al&eacute;m das m&iacute;dias tradicionais.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Desafio<br /></strong>&ldquo;(O cliente) &eacute; um grande desafio para a Loducca porque &eacute; uma marca extremamente jovem, inovadora e diferenciada, que surgiu de uma categoria de produto que n&atilde;o existia. Ela inventou uma categoria. Est&aacute; no DNA deles, no esp&iacute;rito da marca fazer a&ccedil;&otilde;es diferenciadas. &Eacute; um desafio excelente ficar o tempo inteiro atr&aacute;s de coisas novas, inventar a&ccedil;&otilde;es fora da m&iacute;dia e fazer barulho&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Ousadia</strong><br />&ldquo;Ficamos at&eacute; acuados porque eles j&aacute; fazem coisas t&atilde;o boas e nos for&ccedil;a a ser cada vez mais ousados. &Eacute; um cliente que nos for&ccedil;a a estar o tempo inteiro pensando em coisas diferentes. &Eacute; o tipo de coisa que temos aqui com a MTV. Se n&atilde;o tivermos o pulso muito apertado em inova&ccedil;&atilde;o, tecnologia e em o que est&aacute; na frente, em o que vai acontecer, estamos atrasados&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Dificuldade<br /></strong>&ldquo;Ao mesmo tempo em que algu&eacute;m pode olhar e dizer que &eacute; dif&iacute;cil, que &eacute; complicado superar as expectativas, por outro lado temos uma grande chance&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Profissionalismo</strong><br />&ldquo;A Red Bull tem um esp&iacute;rito inovador, ousado e transgressor, mas ao mesmo tempo super organizado, super correto. &Eacute; muito o que a Loducca &eacute; e por isso que temos uma sinergia&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Quebra de paradigma<br /></strong>&ldquo;Para a Loducca n&atilde;o &eacute; tanto uma quebra de paradigma porque por mais que a remunera&ccedil;&atilde;o tradicional das ag&ecirc;ncias esteja baseada em m&iacute;dia, a Loducca est&aacute; muito baseada em fee. Temos trabalhado para muitos clientes com coisas que n&atilde;o s&atilde;o s&oacute; m&iacute;dia&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Ideia<br /></strong>&ldquo;O essencial de todo o trabalho &eacute; a ideia. Todas as cento e tantas pessoas que trabalham aqui trabalham em prol da ideia. Cada ideia precisa ser colocada de um jeito, seja na m&iacute;dia, num evento ou em uma promo&ccedil;&atilde;o. Depende da necessidade do cliente. Existe ideia tradicional, n&atilde;o existe m&iacute;dia tradicional. Uma boa ideia pode ser colocada na TV, no jornal e at&eacute; em uma revista, sim&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>A necessidade de Red Bull<br /></strong>&ldquo;Eles t&ecirc;m uma necessidade de marca, de comunica&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o adiantaria eles terem o melhor evento do mundo se eles n&atilde;o reverberassem. Eles t&ecirc;m uma assessoria de imprensa fant&aacute;stica, mas &eacute; preciso saber que tal dia vai ter o Flugtag, uma competi&ccedil;&atilde;o de avi&otilde;es caseiros que t&ecirc;m que voar o maior tempo poss&iacute;vel. Estamos fazendo essa divulga&ccedil;&atilde;o no ponto-de-venda, em parques, em faculdades, na m&iacute;dia tradicional, na Internet e no YouTube&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Conte&uacute;do<br /></strong>&ldquo;A Red Bull produz muito conte&uacute;do. Eles patrocinam duas equipes de F&oacute;rmula 1 e v&aacute;rios pilotos usam a garrafinha com a bebida. Grandes eventos que eles fazem passam na Globo e no mundo inteiro. Nosso papel &eacute; comunicar estes eventos, propor eventos e a&ccedil;&otilde;es novas. Correr atr&aacute;s de novidades e procurar o que nunca ainda foi feito&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o</strong><br />&ldquo;A comunica&ccedil;&atilde;o dela n&atilde;o se d&aacute; s&oacute; com as a&ccedil;&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o. Se d&aacute; muito com os eventos, com os fatos e com as ousadias deles. O core business deles &eacute; inova&ccedil;&atilde;o. Ruptura. Transgress&atilde;o. O lance &eacute; como isso reverbera. Com rela&ccedil;&otilde;es publicas, com conte&uacute;do e com comunica&ccedil;&atilde;o tradicional&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>A sete chaves<br /></strong>&ldquo;Temos planejado a&ccedil;&otilde;es muito legais, mas que n&atilde;o podemos falar porque acontecer&atilde;o &agrave;s vezes at&eacute; sem aparecer a marca e estraga a surpresa. Tem coisas que s&atilde;o muito sigilosas. Tem gente at&eacute; na ag&ecirc;ncia que n&atilde;o sabe&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><strong>Uma a&ccedil;&atilde;o<br /></strong>&ldquo;A Red Bull Brasil ganhou um pr&ecirc;mio e eles queriam dar um diploma, dar alguma coisa para os funcion&aacute;rios guardarem como lembran&ccedil;a. Fizemos um shape de skate assinado por artistas para colocar na parede com o seu nome&rdquo;.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: medium;">Por Bruno Mello - Mundo do Marketing (mundodomarketing.com.br)</span></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vazando álcool]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=2767]]></link>
<author><![CDATA[Vazando álcool]]></author>
<pubDate><![CDATA[16/4/2009 12:31:25]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">Na semana passada fui abastecer o carro em um posto que sempre costumava ir, mas que recentemente mudou de bandeira e dire&ccedil;&atilde;o. Alguns funcion&aacute;rios sairam, novos foram contratados. Quando h&aacute; uma mudan&ccedil;a, sempre esperamos que seja para melhor, afinal, quando o trabalho &eacute; novo geralmente os funcion&aacute;rios est&atilde;o motivados. Mas h&aacute; uma diferen&ccedil;a entre motiva&ccedil;&atilde;o e treinamento.</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: medium;">Tenho o h&aacute;bito de descer e puxar um papo com o frentista sempre que vou abastecer o carro. Dois tipos comuns de assunto geralmente iniciam a conversa: se esfriou ou esquentou, ou se o pre&ccedil;o do combust&iacute;vel subiu ou caiu. Geralmente subiu. Desta vez, veio me atender uma nova funcion&aacute;ria do posto, Silvia (no crach&aacute;), que iniciou com um &ldquo;Fala?!&rdquo;. Como sempre espero um &ldquo;Boa tarde, em que posso ajud&aacute;-lo?&rdquo;, achei que talvez ela n&atilde;o estivesse bem naquele dia e que era a oportunidade de trocar uma id&eacute;ia agrad&aacute;vel enquanto ela abastecia meu carro. Foi o que fiz, mas o final feliz n&atilde;o aconteceu como eu imaginava.</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: medium;">Comecei com um cl&aacute;ssico &ldquo;E ent&atilde;o, Silvia, ainda bem que t&aacute; esfriando um pouco, n&eacute;?&rdquo;. Ela respondeu: &ldquo;Aqui nessa droga de lugar n&atilde;o esfria mais!&rdquo;. Mesmo ela tendo me jogado no fogo do inferno, tentei assuntos diferentes desse papo de elevador, mas n&atilde;o funcionou. Da&iacute; pra frente eu recebia no m&aacute;ximo um movimento de cabe&ccedil;a. J&aacute; estava terminando o abastecimento e fui buscar a carteira dentro do carro. Voltei e notei que o combust&iacute;vel transbordava para fora do tanque. Muito! A Silvia n&atilde;o percebeu e eu, mais que depressa, disse &ldquo;Mo&ccedil;a, t&aacute; vazando o combust&iacute;vel.&rdquo;</span></p><p><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: medium;">Ela tirou a mangueira, passou de cara amarrada um pano com sab&atilde;o na lataria, preencheu um papelzinho e disse que era s&oacute; pagar no caixa. Somente isso, nenhuma palavra mais. Pedido de desculpas n&atilde;o fazia parte do vocabul&aacute;rio dela. [Pausa] Engra&ccedil;ado: neste momento me veio &agrave; cabe&ccedil;a a letra de uma m&uacute;sica do Camisa de V&ecirc;nus chamada Silvia. Uma homenagem da minha mente polu&iacute;da! [Voltando direto &agrave; conclus&atilde;o] A motiva&ccedil;&atilde;o vem de v&aacute;rias circunst&acirc;ncias e situa&ccedil;&otilde;es, mas o treinamento vem somente de um lugar. Funcion&aacute;rio desmotivado e mal treinado &eacute; uma mistura que o cliente n&atilde;o n&atilde;o gosta de sentir o cheiro. Com produtos cada vez mais iguais no mercado e a concorr&ecirc;ncia acirrada em todos os setores, ainda d&aacute; para entender o por que tem gente ganhando muito dinheiro. Quanto &agrave; Silvia? N&atilde;o sei, n&atilde;o voltei mais l&aacute;.</span></p><p><span style="font-size: small;"><br /></span></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O nascimento de uma marca]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=2664]]></link>
<author><![CDATA[O nascimento de uma marca]]></author>
<pubDate><![CDATA[13/4/2009 13:48:16]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/quattor2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;">Para manter uma comunica&ccedil;&atilde;o eficaz com seu p&uacute;blico-alvo, as empresas adotam estrat&eacute;gias cada vez mais sofisticadas&nbsp;- e a constru&ccedil;&atilde;o de uma marca forte passou a ser crucial nesse processo. &Eacute; o caso da Quattor, empresa petroqu&iacute;mica criada em novembro de 2007 pela Petrobras e&nbsp;Unipar. Inicialmente chamada de Companhia Petroqu&iacute;mica do Sudeste, a empresa foi rebatizada em junho de 2008 justamente para se descolar dessa imagem sem entusiasmo e tentar se diferenciar da concorrente Braskem, bra&ccedil;o do grupo Odebrecht e l&iacute;der desse mercado.</span></span></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O processo de cria&ccedil;&atilde;o da nova marca durou quatro meses, envolveu dez publicit&aacute;rios e custou 6 milh&otilde;es de reais. Os executivos da companhia rec&eacute;m-criada deram apenas duas diretrizes para nortear a cria&ccedil;&atilde;o da marca. A primeira era fugir de uma esp&eacute;cie de padr&atilde;o cristalizado no setor, pelo qual os nomes das empresas fazem refer&ecirc;ncia direta &agrave;s palavras &ldquo;qu&iacute;mica&rdquo; e &ldquo;petroqu&iacute;mica&rdquo;. A segunda diretriz estava ligada &agrave;s pretens&otilde;es globais da nova companhia: sua marca deveria ser facilmente entendida e pronunciada em v&aacute;rias l&iacute;nguas.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O resultado foi uma lista de 150 sugest&otilde;es, das quais tr&ecirc;s nomes se tornaram finalistas do processo&nbsp;- Quattor, Totum e Kymia, adapta&ccedil;&otilde;es de termos latinos e gregos. A escolha pelas duas l&iacute;nguas cl&aacute;ssicas levou em conta a facilidade com que os termos s&atilde;o reconhecidos e pronunciados praticamente da mesma forma em v&aacute;rios pa&iacute;ses. Na cria&ccedil;&atilde;o de um nome para a empresa, no entanto, n&atilde;o se leva em conta apenas sonoridade e facilidade de pron&uacute;ncia. A escolha por Quattor deu-se principalmente pelo fato de ser poss&iacute;vel agregar &agrave; palavra de origem latina id&eacute;ias positivas, como a preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental. O n&uacute;mero 4, nesse caso, remete aos elementos da natureza, terra, ar, fogo e &aacute;gua, que eram a base dos estudos dos antigos alquimistas.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Ao reformular suas marcas, empresas como ArcelorMittal e Vale, por exemplo, t&ecirc;m em vista principalmente o que os americanos chamam de stakeholders, ou seja, os grupos afetados por sua atividade. Uma imagem conhecida&nbsp;- e respeitada&nbsp;- por comunidades, governos, fornecedores e, principalmente, investidores contribui para sua longevidade. &Eacute; dif&iacute;cil medir o impacto do valor da marca no pre&ccedil;o das a&ccedil;&otilde;es de uma companhia, mas n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que esse &eacute; um item que passou a ser considerado no mercado de capitais, especialmente para definir a aloca&ccedil;&atilde;o de recursos em momentos de crise.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A companhia inglesa British Petroleum foi uma das primeiras a perceber o poder das marcas sobre o mercado financeiro, h&aacute; oito anos. Depois de sete d&eacute;cadas ostentando o mesmo bras&atilde;o de fundo verde com a sigla BP em amarelo, a British Petroleum investiu 253 milh&otilde;es de d&oacute;lares para mudar sua logomarca global. Escolheu um inusitado s&iacute;mbolo que lembra uma flor, ladeado por um novo slogan. As iniciais BP passaram a significar tamb&eacute;m Beyond Petroleum, algo como &ldquo;al&eacute;m do petr&oacute;leo&rdquo;. A mudan&ccedil;a foi uma mensagem direta aos investidores: a BP est&aacute; atenta &agrave;s fontes renov&aacute;veis de energia e pretende continuar forte em seu ramo de atua&ccedil;&atilde;o&nbsp;- mesmo diante da diminui&ccedil;&atilde;o das reservas globais de petr&oacute;leo. Os ingleses, entretanto, escoraram sua nova imagem em grandes investimentos em fontes de energia alternativa, como solar e e&oacute;lica, para provar que a mudan&ccedil;a n&atilde;o era apenas cosm&eacute;tica. &Eacute; o tipo de coisa que a Quattor tamb&eacute;m ter&aacute; de fazer para mostrar que sua preocupa&ccedil;&atilde;o com os quatro elementos da natureza n&atilde;o se restringe somente a seu nome.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Revista Exame - Por Melina Costa</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto Puma]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=2510]]></link>
<author><![CDATA[Projeto Puma]]></author>
<pubDate><![CDATA[7/4/2009 18:36:11]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qY4msj5Q05Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/qY4msj5Q05Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p><p><span style="font-size: small;">A favor da preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, espero que em um futuro pr&oacute;ximo este tipo de projeto seja acess&iacute;vel&nbsp;&agrave; maioria da popula&ccedil;&atilde;o.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Materializando conceitos]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=2385]]></link>
<author><![CDATA[Materializando conceitos]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/4/2009 15:53:39]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img height="80" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/TAM.jpg" width="378" border="0" /><br />
<br />
&#192;s vezes as pessoas dizem que n&#227;o t&#234;m dinheiro para anunciar, mas fazem compras absolutamente in&#250;teis. O que vai garantir o futuro do neg&#243;cio &#233; o valor da marca. Tudo que puder ser investido na marca, trar&#225; seguran&#231;a no futuro do neg&#243;cio. Quanto mais &#8220;admiradores&#8221;, mais consumidores potenciais coloca-se na linha de frente, melhor. Temos que compreender que o espa&#231;o mais valioso n&#227;o &#233; o terreno onde est&#225; a f&#225;brica, nem os metros quadrados ocupados pela loja, mas sim o espa&#231;o&nbsp;ocupado na mente do consumidor.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Um dia um cliente disse que n&#227;o anunciaria no segundo semestre porque iria comprar um terreno para expans&#227;o futura. Que futuro? Se n&#227;o anunciar, n&#227;o existe futuro. O futuro significa mais gente te conhecendo! Portanto, uma coisa n&#227;o substitui a outra. &#192;s vezes &#233; dif&#237;cil para um cliente que n&#227;o tem experi&#234;ncia em marketing compreender a concretude da constru&#231;&#227;o da marca. Alguns dizem &#8220;Ah! &#201; muito legal ler e ouvir tudo isso, mas eu n&#227;o consigo materializar esses conceitos. Para mim, &#233; muito te&#243;rico, muito subjetivo. Eu acredito em coisas que eu possa empilhar, colocar na prateleira, depositar no banco&#8221;.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Ent&#227;o aqui vai um exemplo que talvez ajude a concretizar esse conceito. Vamos pensar em duas companhias a&#233;reas, a TAM e a Vasp. Nos &#250;ltimos 15 anos, qual destas duas companhias teve mais acidentes a&#233;reos? A TAM. Qual &#233; a maior desgra&#231;a que pode acontecer com uma companhia a&#233;rea? Cair um avi&#227;o. E por que, se a TAM que teve muito mais acidentes a&#233;reos que a Vasp &#233; l&#237;der de mercado e a Vasp fechou? O que &#233; isso, se n&#227;o poder de marca, profissionalismo na constru&#231;&#227;o da marca ao longo dos anos. Fazer marca &#233; tamb&#233;m fazer com que as coisas n&#227;o tenham sentido quando d&#227;o erradas.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<p><span style="font-size: 12pt">No &#250;ltimo tr&#225;gico acidente acontecido, primeiramente a culpa era da Anac, depois da Infraero, depois de Congonhas, depois da pista sem ranhuras, depois da chuva, depois do tr&#225;fego e por &#250;ltimo da TAM. Como se demorou para envolver a marca TAM na responsabilidade do evento. Isso n&#227;o &#233; por acaso e nem sorte, mas sim um trabalho sistem&#225;tico e profissional de constru&#231;&#227;o de marca. Agora, um avi&#227;o da Vasp manobrando, se batesse no sinalizador j&#225; se pensaria na hora &#8220;&#211;hh! O piloto deve estar b&#234;bado!&#8221; Porque n&#227;o faria sentido defend&#234;-la. Fazer sentido defender &#233; aquilo que compramos quando trabalhamos a marca: a gente entrega a nossa bandeira para o consumidor.</span></p>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dois engenheiros e oito milhões]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=2166]]></link>
<author><![CDATA[Dois engenheiros e oito milhões]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/3/2009 16:12:58]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><embed src="http://www.youtube.com/v/sAVmAkDQ8BY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></div>
<div>&nbsp;</div>
</embed>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Experiência internacional]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=2066]]></link>
<author><![CDATA[Experiência internacional]]></author>
<pubDate><![CDATA[19/3/2009 17:22:08]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img height="197" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/hamburger2.jpg" width="340" border="0" /><br />
<br />
Numa cidade do interior havia uma lanchonete conhecida nas proximidades, chamada Helio Lanches, que vendia o melhor lanche da cidade. A m&#227;e do &#8220;Helio&#8221; fazia o picadinho da carne com um tempero que s&#243; ela sabia fazer. Carne de primeir&#237;ssima. A sogra fazia um molho que s&#243; ela sabia fazer. O irm&#227;o mais velho assava o p&#227;o em casa, no forno. Era tudo artesanal, com sabor de coisa feita em casa. O neg&#243;cio funcionava 24 horas por dia e vendia uma barbaridade, era frequentado o tempo todo. Um sucesso! O neg&#243;cio veio passando de gera&#231;&#227;o para gera&#231;&#227;o at&#233; o dia que abriu o McDonald&#180;s na cidade, e ele fechou.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">O Helio dizia revoltado: &#8220;- Mas como pode? Com o p&#227;ozinho que meu irm&#227;o faz em casa, com a carne mo&#237;da que minha m&#227;e prepara, com o molho que a minha sogra prepara. D&#225; pra comparar com aquele neg&#243;cio que o pessoal come a embalagem e nem percebe que &#233; a embalagem junto com o produto?&#8221;</span>
<div><font size="3"></font>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt">O problema n&#227;o &#233; esse. As pessoas n&#227;o v&#227;o ao McDonald&#180;s para comer. Elas por acaso comem, mas v&#227;o para viver uma experi&#234;ncia, que traz prest&#237;gio. Uma experi&#234;ncia internacional. Quem est&#225; no interior, numa cidade pequena, e entra no McDonald&#180;s, entra no mundo. &#201; isso que a marca traz. Al&#233;m de vender produto, precisamos vender estado de esp&#237;rito para as pessoas. Isso constru&#237;mos antes delas virem, atrav&#233;s de um bom trabalho de marketing e publicidade.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mallu Magalhães fora do ninho]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1971]]></link>
<author><![CDATA[Mallu Magalhães fora do ninho]]></author>
<pubDate><![CDATA[15/3/2009 13:01:27]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><img height="187" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/mallu-faustao.jpg" width="227" border="0" /></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Desde a semana passada, um novo v&#237;deo de Mallu Magalh&#227;es circula no site YouTube. N&#227;o, n&#227;o &#233; mais uma vers&#227;o caseira de seu hit Tchubaruba: trata-se da participa&#231;&#227;o da cantora no Doming&#227;o do Faust&#227;o, da Rede Globo. O apresentador saudou Mallu como o "fen&#244;meno da internet". Mas a menina com um esquisito olho pintado n&#227;o foi exatamente fenomenal: visivelmente assombrada, respondeu a algumas perguntas com um lac&#244;nico "&#227;-h&#227;" e caiu na defensiva quando o nome de seu namorado, o m&#250;sico Marcelo Camelo (um marmanj&#227;o de 31 anos, por sinal), foi citado.<br />
<br />
As duas m&#250;sicas que ela cantou tampouco pareciam apropriadas para o programa: o esfor&#231;o das dan&#231;arinas para coreografar o folk minimalista de Mallu foi doloroso. Faust&#227;o convidou a cantora em busca de um verniz moderno, mas tamb&#233;m com a louv&#225;vel inten&#231;&#227;o de apresentar ao p&#250;blico uma novidade. Ao aceitar o convite, a garota arriscou-se a perder pontos com alguns de seus "velhos" f&#227;s, para os quais o Doming&#227;o &#233; o templo da breguice. Dito e feito: em f&#243;runs da internet logo surgiu o surrado clich&#234; de que ela se vendeu ao sistema. Tanto o apresentador quanto a cantora ousaram - e n&#227;o colheram nem um sucesso nem um fracasso completo. A bizarra participa&#231;&#227;o de Mallu no Faust&#227;o atesta apenas que o biscoito fino da internet e as massas domingueiras do Faust&#227;o ainda n&#227;o se misturam bem.</span>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 10pt">Revista Veja - 15 de mar&#231;o de 2009</span></div>
<br />
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conforto emocional]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1866]]></link>
<author><![CDATA[Conforto emocional]]></author>
<pubDate><![CDATA[11/3/2009 11:29:42]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img height="227" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/sacola1.jpg" width="175" border="0" /><br />
<br />
Quem conhece a C&amp;A sabe que &#233; uma loja que n&#227;o vende roupa cara. Um vestidinho de R$ 40, uma blusinha de R$ 20 n&#227;o &#233; uma roupa cara. E por que uma loja que vende roupa barata precisa contratar a Gisele B&#252;ndchen a peso de ouro, a peso de fortuna, para anunciar os seus produtos? Por que n&#227;o economizar esse dinheiro e baixar mais ainda o pre&#231;o dos produtos? Porque ningu&#233;m quer pagar pouco. A C&amp;A tem a sensibilidade de saber que as clientes dela, quando v&#227;o comprar um vestidinho de R$ 40 e uma blusinha de R$ 20, vivem na intimidade um profundo constrangimento porque elas queriam pagar R$ 40.000 se pudessem. Elas compram por R$ 40 porque n&#227;o tem dinheiro.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">A C&amp;A sabe disso e para compensar esse constrangimento, contrata uma mulher rica, famosa, vencedora, desejada, para dizer: &#8220;Vai l&#225; minha filha, que essa &#233; a minha roupa!&#8221; Todo mundo sabe que n&#227;o &#233;, mas faz de conta que &#233;. Ent&#227;o, as mulheres v&#227;o at&#233; a C&amp;A, compram uma calcinha de R$ 8, p&#245;em numa sacola enorme com a cara da Gisele B&#252;ndchen, e saem desfilando da loja. Isso se chama conforto emocional.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Construir marca &#233; fazer uma homenagem aos clientes e potenciais clientes. Dar prest&#237;gio, seguran&#231;a, reconhecimento a eles. Deix&#225;-los envaidecidos! Por isso &#233; importante construir uma marca com qualidade, avaliada profissionalmente desde a escolha do nome e da logomarca, porque s&#227;o as primeiras coisas com as quais as pessoas t&#234;m contato.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Das Lu]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1819]]></link>
<author><![CDATA[Das Lu]]></author>
<pubDate><![CDATA[9/3/2009 14:26:03]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img height="283" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/vestido1.jpg" width="173" border="0" /><br />
<br />
No debate, aberto ap&#243;s uma palestra sobre empreendedorismo, uma senhora levanta e diz que gostaria de falar sobre o empreendimento dela. No di&#225;logo entre ela e o palestrante, entendi a diferen&#231;a entre construir um estabelecimento e uma marca...</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">- Eu comecei costurando roupa em casa - disse a senhora. Costurava roupa da minha fam&#237;lia, dos meus parentes, depois comecei a costurar roupa das minhas vizinhas. Eu costurava t&#227;o bem que minha fama correu e comecei a costurar roupa para as minhas amigas tamb&#233;m. Costurava t&#227;o bem que me perguntaram o por que al&#233;m de costurar, consertar e reformar, eu n&#227;o come&#231;ava a criar alguma roupa. A&#237;, eu fui estudar um pouco, comprei umas revistas, uns moldes, comecei a fazer algumas roupas e as pessoas gostaram. E o senhor sabe de uma coisa? Hoje, eu sou dona da minha loja. Tenho a minha pr&#243;pria loja num im&#243;vel meu!<br />
- Puxa, parab&#233;ns pela iniciativa, for&#231;a de vontade, perseveran&#231;a! - Respondeu o palestrante. Quantos anos tem a sua loja?<br />
- Quarenta anos. </span>
<div><span style="font-size: 12pt">A&#237;, pedindo licen&#231;a, o palestrante pediu para aproveitar e fazer um esclarecimento para que os espectadores ali n&#227;o ficassem iludidos. <br />
- Se depois de quarenta anos fazendo isso, tudo que a senhora conseguiu foi comprar um im&#243;vel, a senhora n&#227;o fez um empreendimento, fez uma poupan&#231;a. &#201; diferente! A senhora juntou dinheiro para comprar um im&#243;vel. Empreendimento &#233; outra coisa.<br />
Ela ficou meio ofendida, magoada. Mas deixou o palestrante prosseguir.<br />
- A senhora quer ver uma coisa. A sua loja &#233; aqui nesta cidade?<br />
- &#201;.<br />
- Qual &#233; o nome da sua loja?<br />
- Dani Modas.<br />
- Gente, algu&#233;m aqui conhece a Dani Modas? - Perguntou para&nbsp;a plat&#233;ia.<br />
Ningu&#233;m conhecia!<br />
<br />
- A senhora entende qual &#233; o problema? Enquanto seu im&#243;vel valer mais que a sua marca, alguma coisa est&#225; errada. Quando voc&#234; come&#231;a a empreender, n&#227;o est&#225; empreendendo para ocupar e comprar uma loja, n&#227;o &#233; esse o objetivo do empreendimento. Empreender &#233; construir uma percep&#231;&#227;o de valor na cabe&#231;a dos outros, n&#227;o um patrim&#244;nio que te viabiza comprar um im&#243;vel. Isso &#233; fazer poupan&#231;a. A senhora n&#227;o fez nada de errado, se queria fazer uma poupan&#231;a! A senhora desenvolveu uma habilidade, ganhou dinheiro com isso e comprou um im&#243;vel. </span><span style="font-size: 12pt">Talvez, ap&#243;s quarenta anos, a senhora tivesse 150 franquias no Brasil e alugado uma loja por conveni&#234;ncia econ&#244;mico-financeira, recomendada pelo seu diretor. N&#227;o empatado dinheiro num im&#243;vel, numa loja e deixado de investir no ativo que vale mais: a marca. Isso &#233; empreender. H&#225; um exemplo parecido de duas amigas, Lucia e Lourdes, que tamb&#233;m come&#231;aram em casa. &#201; a Daslu. Parece brega, mas a loja das Lu virou o que virou. E o que salvou e pagou o problema com a pol&#237;cia que teve a Daslu recentemente? A marca. N&#227;o foram os im&#243;veis na Juscelino Kubitschek e no Campo Belo que pagaram e resolveram o problema, mas sim a marca que elas construiram nesse per&#237;odo, trabalhando corretamente.<br />
<br />
Empreendimento exige investimento, risco, dar passos ousados. O mercado para o poupador &#233; uma oportunidade para conquistas pessoais e modestas, para trabalhar para si mesmo, a longo prazo. O poupador cresce em segredo, para dentro, enquanto o empreendedor interfere no mercado, promove mudan&#231;as e deixa sua marca para a hist&#243;ria.</span></div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crescer dói]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1778]]></link>
<author><![CDATA[Crescer dói]]></author>
<pubDate><![CDATA[6/3/2009 15:18:59]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img height="174" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/LeonardoMilan.jpg" width="283" border="0" /><br />
<br />
Uma das coisas que mais tenho escutado durante esses tempos de crise &#233; que o mercado est&#225; ficando mais cauteloso. Se antes se podia vender qualquer id&#233;ia com uma boa apresenta&#231;&#227;o de Power Point, hoje a coisa n&#227;o &#233; mais assim. Os investidores est&#227;o ficando mais criteriosos. E isto vale tamb&#233;m para os investimentos em patroc&#237;nio, o que n&#227;o &#233; necessariamente uma coisa ruim. Se antes muitas empresas poderiam se dar ao luxo de alocar alguns milh&#245;es de reais para patrocinar um evento ou um clube de futebol sem precisar se aprofundar muito nas explica&#231;&#245;es por tr&#225;s do investimento, hoje a situa&#231;&#227;o &#233; outra. Em tempos de crise, a regra &#233; cortar tudo o que &#233; supl&#233;rfluo e nenhum real &#233; investido sem uma argumenta&#231;&#227;o fundamentada ou pelo menos uma boa vis&#227;o dos objetivos que se pretendem atingir com a a&#231;&#227;o.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Com isso, j&#225; se come&#231;a a observar um movimento nas empresas no sentido de desenvolver estrat&#233;gias e pol&#237;ticas de patroc&#237;nio. Cada vez mais est&#227;o sendo definidos crit&#233;rios para decis&#245;es de a&#231;&#245;es de patroc&#237;nio deixando o processo mais cient&#237;fico e menos subjetivo. Patrocina-se aquilo que faz sentido dentro de um contexto, da estrat&#233;gia de comunica&#231;&#227;o para a marca. E isso, por si s&#243;, j&#225; &#233; um grande avan&#231;o, pois o mercado de patroc&#237;nio esportivo, em geral, sempre teve um perfil mais oportunista e menos voltado para an&#225;lises de investimento com crit&#233;rio e fundamenta&#231;&#227;o.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Todo este cen&#225;rio traz um desafio grande para as institui&#231;&#245;es esportivas em busca de patroc&#237;nio. Em um momento de escassez de investimentos, &#233; fundamental se preparar melhor para vender. O discurso de venda n&#227;o pode ser &#8220;Patrocine o meu clube, pois ele tem 30 milh&#245;es de torcedores e sua marca vai aparecer todo domingo na Globo&#8221;. Ou &#8220;Patrocine meu evento, pois ele vai expor sua marca a uma audi&#234;ncia de 1 bilh&#227;o de pessoas no mundo todo&#8221;. A abordagem agora tem de ser individualizada. &#201; preciso demonstrar de que forma a a&#231;&#227;o de patroc&#237;nio se encaixa na estrat&#233;gia de comunica&#231;&#227;o do patrocinador. Isso d&#225; trabalho, demanda estudos para entender a agenda do anunciante e criatividade no desenvolvimento de op&#231;&#245;es para ativa&#231;&#227;o dos direitos. Antes, era poss&#237;vel abordar o mercado com um produto pronto: &#8220;Sua marca na minha camisa por R$ 15 milh&#245;es ao ano. Pegar ou largar&#8221;. Agora n&#227;o. &#201; preciso sentar com o cliente, entender o que ele est&#225; buscando, desenvolver um pacote que se encaixe nas suas necessidades e depois precificar. O foco n&#227;o est&#225; mais na propriedade, mas sim no cliente.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Quer um exemplo? Todo mundo sabe que o tema da sustentabilidade est&#225; cada vez mais em voga entre as empresas. Ent&#227;o, o fato de os Jogos Ol&#237;mpicos de Londres 2012 estarem se posicionando como os primeiros &#8220;Jogos Sustent&#225;veis&#8221; n&#227;o &#233; coincid&#234;ncia e s&#243; aumenta a atratividade do evento para o mercado patrocinador. Este &#233; um tema que transcende o &#226;mbito esportivo, mas est&#225; l&#225; inclu&#237;do no contexto dos Jogos, porque &#233; fundamental para o mercado patrocinador. Nessa linha, o comit&#234; organizador contendo uma s&#233;rie de a&#231;&#245;es para diminuir o impacto do evento no meio ambiente, redu&#231;&#227;o e gest&#227;o inteligente do lixo gerado, utiliza&#231;&#227;o de fontes renov&#225;veis de energia, entre outras. Foi criada inclusive uma categoria de patroc&#237;nio intitulada &#8220;parcerias de sustentabilidade&#8221; da qual fazem parte British Telecom (BT), EDF e Nortel. <br />
<br />
O patroc&#237;nio aos Jogos Ol&#237;mpicos passa ent&#227;o a se integrar na comunica&#231;&#227;o da marca como um todo, como se v&#234; no discurso da diretora de patroc&#237;nio da BT, Joahanna Hegarty: &#8220;Esta &#233; uma &#243;tima oportunidade para usar o nosso know-how e contribuir para transformar Londres 2012 nos jogos mais sustent&#225;veis da hist&#243;ria. As empresas envolvidas no programa de sustentabilidade querem inspirar a mudan&#231;a de comportamento na audi&#234;ncia e mostrar que &#233; poss&#237;vel fazer as coisas de uma forma diferente&#8221;. Melhor do que falar &#8220;n&#243;s somos uma empresa que ap&#243;ia a sustentabilidade&#8221; &#233; mostrar e dar o exemplo. E esta a&#231;&#227;o de patroc&#237;nio &#233; uma &#243;tima plataforma para comunicar isso por estar alinhada com a comunica&#231;&#227;o institucional da empresa.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Exemplos como esse ter&#227;o que ser cada vez mais comuns na formata&#231;&#227;o das a&#231;&#245;es de patroc&#237;nio. O jogo est&#225; ficando mais complicado, mas o mercado esportivo certamente vai sair dessa mais maduro.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 10pt">Texto de Leonardo Araujo, dirigente do A.C. Milan, para a revista M&amp;M.</span></span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marcas focam classe C]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1764]]></link>
<author><![CDATA[Marcas focam classe C]]></author>
<pubDate><![CDATA[5/3/2009 17:25:43]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img style="width: 165px; height: 200px" height="200" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/moedas1.jpg" width="165" border="0" /><br />
<br />
Entender o que querem os consumidores das classes C, D e E, que representam 87% da popula&#231;&#227;o brasileira, &#233; um dos desafios das marcas que querem atingir esse mercado em potencial. O tema foi debatido por profissionais de marketing de diversas empresas durante a 2&#170; Confer&#234;ncia Estrat&#233;gia de Neg&#243;cios para o Mercado de Baixa Renda, que aconteceu de 16 a 18 de fevereiro em S&#227;o Paulo.</span>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="color: #ff6600"><span style="color: #ff6600"><span style="color: #ffcc00"><span style="color: #ffcc00">25% dos usu&#225;rios de internet de baixa renda ficam ao menos <strong>dez horas por semana</strong> conectados</span></span></span></span></div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">De acordo com Renato Meirelles, s&#243;cio da Avenida Brasil, no ano passado, o mercado de baixa renda movimentou R$ 575 bilh&#245;es. &#8220;Baixa renda n&#227;o &#233; um segmento, mas &#233; a maioria do mercado&#8221;, disse. O IBGE considera baixa renda as fam&#237;lias com renda de at&#233; dez sal&#225;rios m&#237;nimos (R$ 4.650). &#8220;Pela primeira vez, a classe m&#233;dia passou a ser mais de 50% da popula&#231;&#227;o&#8221;, disse Marcelo Coutinho, diretor de an&#225;lise de mercado do Ibope Intelig&#234;ncia.</span>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="color: #ffcc00">85% da classe <strong>C</strong> tem celular</span></div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Uma das regras principais para se comunicar com o consumidor &#233; v&#234;-lo como um ser humano e, s&#243; depois, como algu&#233;m de baixa renda, segundo a presidente da Top Trend Internacional, Helena Wong. Ela ministrou a palestra &#8220;Marketing para o consumidor de baixa renda &#8211; uma perspectiva global com enfoque na China&#8221;. &#8220;N&#243;s temos de pensar que temos os mesmos sonhos, as mesmas emo&#231;&#245;es. S&#243; &#233; preciso adaptar o plano de marketing &#224; baixa renda&#8221;, argumentou. Para ela, para atrair os compradores das classes C, D e E &#233; preciso prestar aten&#231;&#227;o em quatro passos principais: entender e conectar-se com o consumidor; desenvolver produtos adequados; criar uma marca que se comunique; e distribuir nos locais adequados. &#8220;N&#227;o &#233; porque s&#227;o pobres que gostam de coisas ruins. Qualidade e inova&#231;&#227;o s&#227;o importantes para eles&#8221;, disse. Outra orienta&#231;&#227;o importante &#233; usar mais linguagem visual e ser mais informativo. &#8220;&#201; preciso ser mais expl&#237;cito e simples&#8221;.</span>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="color: #ffcc00">67% dos <strong>cart&#245;es de cr&#233;dito</strong> est&#227;o nas classes C, D e E</span></div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">A editora Alto Astral &#233; especializada em publica&#231;&#245;es para a classe C. Uma das palestras do evento do IQPC foi ministrada pelo gerente de marketing da empresa, Silvino Brasolotto Jr., que apresentou o case da Revista Malu e mostrou a linguagem utilizada para atingir o p&#250;blico. &#8220;N&#227;o d&#225; para falar com esse p&#250;blico sendo clean, &#233; preciso ter cores fortes. Al&#233;m disso, os textos s&#227;o curtos e as reportagens trazem dicas em caixinhas&#8221;, colocou.</span>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="color: #ffcc00">2 a 3 vezes por semana &#233; o quanto esse p&#250;blico <strong>compra no pequeno varejo</strong></span></div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Outra empresa que mostrou o que tem feito para atingir essa parcela da popula&#231;&#227;o brasileira foi a Coca-Cola. O gerente de desenvolvimento de canais da Femsa, Antonio Vitorino, e a diretora de projetos especiais da Coca-Cola Company, Claudia Lorenzo, falaram sobre a iniciativa de usar garrafas de um litro e meio retorn&#225;veis para conquistar o mercado de baixa renda. &#8220;A Coca-Cola &#233; considerada um luxo para esse p&#250;blico. &#201; servida ao receber uma visita, quando eles querem ser agrad&#225;veis&#8221;, disse Vitorino. O uso da garrafa de vidro retorn&#225;vel tem algumas vantagens para o fabricante. Al&#233;m da diminui&#231;&#227;o do custo, o uso da garrafa de vidro proporciona a decis&#227;o do consumidor ainda em casa. &#8220;Isso cria uma barreira de entrada para os concorrentes. &#201; a embalagem que o consumidor quer no pre&#231;o que ele pode pagar&#8221;, declarou. <br />
Um dos principais segredos do sucesso do lan&#231;amento da Coca-Cola &#233; a distribui&#231;&#227;o. &#8220;80% desse trade compra no pequeno varejo&#8221;, disse Claudia. &#8220;Voltamos em 2004 com essa embalagem e, em 2005, t&#237;nhamos conquistado mais dois pontos de market share. 1,8 vieram da garrafa de vidro&#8221;, acrescentou Vitorino.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 10pt">Por Cristiane Marsola. Texto completo em:<br />
<span style="color: #99ccff"><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 10pt"><a style="color: #99ccff" href="http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=51058&amp;sid=32">http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=51058&amp;sid=32</a></span></span></span></span></span>&nbsp;</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunicação interna]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1699]]></link>
<author><![CDATA[Comunicação interna]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/3/2009 12:51:02]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img height="113" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/GeoffHalley.jpg" width="332" border="0" /><br />
<br />
Do presidente para o diretor:</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Na pr&#243;xima segunda-feira, aproximadamente &#224;s 20:00 h, o cometa Halley passar&#225; por aqui. Trata-se de um fen&#244;meno que ocorre a cada 76 anos. Assim, pe&#231;o que os funcion&#225;rios estejam reunidos no p&#225;tio da f&#225;brica, todos usando capacete de seguran&#231;a, para que eu possa explicar o fen&#244;meno a eles. Se estiver chovendo, n&#227;o poderemos ver o espet&#225;culo a olho nu, e todos dever&#227;o se dirigir ao refeit&#243;rio onde ser&#225; exibido <span style="font-size: 12pt">um&nbsp;document&#225;rio sobre o cometa Halley.</span></span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Do diretor para os gerentes:</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Por ordem do presidente, na sexta-feira &#224;s 20:00 h, o cometa Halley vai aparecer sobre a f&#225;brica. Se chover, os funcion&#225;rios dever&#227;o ser reunidos, todos com capacete de seguran&#231;a, e encaminhados ao refeit&#243;rio onde o raro fen&#244;meno aparecer&#225;, o que acontece a cada 76 anos a olho nu.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Dos gerentes para os chefes de produ&#231;&#227;o:</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">A convite do nosso querido diretor, o cientista Halley de 76 anos vai aparecer nu no refeit&#243;rio da f&#225;brica, usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre seguran&#231;a na chuva. O diretor levar&#225; a demonstra&#231;&#227;o para o p&#225;tio da f&#225;brica.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Dos chefes de produ&#231;&#227;o para os supervisores de turno:</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Na sexta-feira o diretor, pela primeira vez em 76 anos, vai aparecer nu no refeit&#243;rio da f&#225;brica para filmar o Halley, cientista famoso e sua equipe. Todo mundo dever&#225; estar de capacate pois vai ser apresentado um show sobre seguran&#231;a na chuva. O diretor levar&#225; sua banda para o p&#225;tio da f&#225;brica.</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Dos supervisores de turno para os funcion&#225;rios:</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Todos&nbsp;nus, sem exce&#231;&#245;es, devem estar no p&#225;tio da f&#225;brica, na pr&#243;xima sexta-feira &#224;s 20:00 h, pois o manda-chuva (presidente)&nbsp;e o Sr. Halley, guitarrista famoso, estar&#227;o l&#225; para mostrar o raro filme "Dan&#231;ando <span style="font-size: 12pt">na Chuva". Todo mundo no refeit&#243;rio de capacete. O show ser&#225; l&#225;, o que acontece a cada 76 anos.</span></span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">No quadro de avisos:</span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Na sexta-feira, o chefe da diretoria vai fazer 76 anos e liberou geral para a festa &#224;s 20:00 h no refeit&#243;rio. V&#227;o estar l&#225;, pagos pelo manda-chuva, Bill Halley e seus Cometas. Todo mundo nu e de capacete, pois a banda &#233; muito louca e o rock vai rolar solto, mesmo se chover. Um abra&#231;o!</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trade marketing cria valor]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1523]]></link>
<author><![CDATA[Trade marketing cria valor]]></author>
<pubDate><![CDATA[19/2/2009 9:59:26]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 12pt"><img height="129" alt="" src="/Upload/Blog/ericursini/Editor/DocsConst2.jpg" width="132" align="left" border="0" /><br />
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A &#225;rea de trade marketing, recente na maioria das empresas, est&#225; ganhando um papel de destaque na cria&#231;&#227;o de valor. Seu papel t&#225;tico ainda &#233; fundamental, mas sua import&#226;ncia estrat&#233;gica &#233; nitidamente crescente.</span>&nbsp; </div>
<div>&nbsp;</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Ao inv&#233;s de a&#231;&#245;es pontuais, como as que est&#225;vamos acostumados a ver, o II F&#243;rum de Trade Marketing identificou a&#231;&#245;es de, no m&#237;nimo, um ano de dura&#231;&#227;o. A Amanco, por exemplo, apresentou o case &#8220;Doutores da Constru&#231;&#227;o&#8221;, um projeto desenvolvido h&#225; tr&#234;s anos e que resultou em grande aumento de market share. A a&#231;&#227;o tamb&#233;m possibilitou um reposicionamento de pre&#231;o da marca em rela&#231;&#227;o ao l&#237;der da categoria. Este exemplo n&#227;o s&#243; mostra que a&#231;&#245;es de longo prazo em trade marketing podem ser efetivas, como podem ajudar a aumentar o valor das marcas.</span>&nbsp;
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Ponto comum &#224;s a&#231;&#245;es apresentadas &#233; o &#8220;ganha-ganha&#8221;. Sem d&#250;vida, este foi o grande avan&#231;o de trade marketing nos &#250;ltimos anos. Atualmente, as a&#231;&#245;es que t&#234;m mostrado maiores resultados s&#227;o as que procuram criar valor para toda a cadeia, ao inv&#233;s de serem apenas a&#231;&#245;es agressivas de descontos ou de fortes negocia&#231;&#245;es com o canal. As vantagens do &#8220;ganha-ganha&#8221; s&#227;o n&#237;tidas. A primeira delas &#233; o estabelecimento de uma rela&#231;&#227;o de confian&#231;a entre o canal de vendas e distribui&#231;&#227;o e a ind&#250;stria. Outra vantagem &#233; que ambas as partes passam a procurar meios de aumentar o bolo para depois dividir, ao inv&#233;s de ficar brigando pela fatia do bolo atual.</span>&nbsp;
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div><span style="font-size: 12pt">Tirar o foco apenas da quest&#227;o de pre&#231;o tamb&#233;m tem v&#225;rias vantagens. A primeira &#233; que o trade marketing passa a ajudar a manter o valor das marcas ao inv&#233;s de entrar em guerras de pre&#231;os. Com menos flutua&#231;&#245;es de pre&#231;o, o pr&#243;prio canal de distribui&#231;&#227;o ganha, j&#225; que n&#227;o ser&#225; preciso investir tempo e esfor&#231;o em negocia&#231;&#245;es constantes. Al&#233;m disso, h&#225; uma tend&#234;ncia de pedidos mais constantes, sem o tradicional jogo do atacado ou distribuidor se abastecendo em um m&#234;s para barganhar descontos por volume.</span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
<p><span style="font-size: 12pt">PropMark - Por Guilherme Prado</span></p>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ambush marketing]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1353]]></link>
<author><![CDATA[Ambush marketing]]></author>
<pubDate><![CDATA[12/2/2009 10:10:15]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 14pt"><span style="font-size: 12pt">Texto enviado por Emerson Teodoro</span></span></div>
<div><span style="font-size: 12pt">&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-size: 14pt"><span style="font-size: 12pt">"Ontem eu tava no site da Nota Fiscal Paulista pra ver a quantas andam meus cr&#233;ditos e, n&#227;o me pergunte porque, lembrei do MCMDC (Movimento do Cad&#234; Meus Dois Centavos) e comecei a perceber como o governo usa o marketing de forma que quase poderia ser considerado como Ambush Marketing.<br />
<br />
A Nota Fiscal Paulista, num primeiro momento, est&#225; "premiando" as pessoas que pedem notas fiscais em suas compras, quaisquer que sejam os valores. Como eu sempre fiz isso, pra mim foi uma coisa natural, por&#233;m, pra algumas pessoas isso &#233; a "galinha dos ovos de ouro". A inten&#231;&#227;o por tr&#225;s do neg&#243;cio todo &#233;, a m&#233;dio prazo, usar isso para fiscalizar a renda da galera. &#201; pr&#234;mio travestido de vigil&#226;ncia e &#233; a&#237; que entra o ambush.<br />
<br />
Outro exemplo legal &#233; a Lei Complementar n&#186; 123/2006 que se usa muito nas licita&#231;&#245;es. Essa lei possui 89 artigos sendo que o mais usado &#233; o artigo 44 que diz, resumindo,&nbsp;que nas licita&#231;&#245;es est&#225; assegurada como crit&#233;rio de desempate, prefer&#234;ncia de contrata&#231;&#227;o para as microempresas e empresas de pequeno porte.<br />
<br />
Por exemplo, se eu sou ME e voc&#234; n&#227;o, e meu pre&#231;o estiver at&#233; 5% acima do seu, eu tenho direito de usar a lei para dar mais um lance, no m&#237;nimo R$ 0,01 mais baixo que o seu e levar o item todo pra mim. E voc&#234; n&#227;o tem mais direito a lance.<br />
Qual &#233; a sacada? Fazer as ME e EPP ganharem nas licita&#231;&#245;es por a&#237; e aumentar o faturamento de tal forma que as conduzam ao desenquadramento dessa situa&#231;&#227;o e passem a pagar impostos "como gente grande". Olha o ambush a&#237; gente!!!"</span></span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A força da propaganda]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1299]]></link>
<author><![CDATA[A força da propaganda]]></author>
<pubDate><![CDATA[9/2/2009 14:08:31]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div><span style="font-size: 14pt"><span style="font-size: 12pt">Duas garotinhas de oito anos conversam no quarto...<br />
- O que voc&#234; vai pedir no Dia das Crian&#231;as?<br />
- Eu vou pedir uma Barbie. E voc&#234;?<br />
- Eu vou pedir um O.B.<br />
- O.B.? O que&nbsp;&#233; isso?<br />
-&nbsp;Nem imagino, mas na televis&#227;o dizem que com O.B. a gente pode ir &#224; praia, andar de bicicleta, montar a cavalo, fazer um mont&#227;o de coisas legais sem que ningu&#233;m perceba. </span></span>
<div>&nbsp;</div>
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inteligência emocional]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1196]]></link>
<author><![CDATA[Inteligência emocional]]></author>
<pubDate><![CDATA[4/2/2009 10:59:21]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/einstein2.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">H&aacute; quase cinco anos, no&nbsp;dia primeiro de maio de 2004, eu aprendi numa palestra o que &eacute; Intelig&ecirc;ncia Emocional. Na ocasi&atilde;o, o palestrante explicava que teoricamente, s&atilde;o habilidades de manipula&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es, tornando-as coadjuvantes no processo de crescimento interno. T&eacute;cnica estudada, desenvolvida e aplicada principalmente em Programa&ccedil;&atilde;o Neurolingu&iacute;stica (agora sem trema, coitada) e Psicologia.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">At&eacute; este ponto a explica&ccedil;&atilde;o estava muito bonita. E confusa. L&aacute; pelas tantas, quando eu (muito interessado) come&ccedil;ava a fazer uma caricatura do palestrante no bloquinho de papel que ganhei na entrada, ouvi ele perguntar para a plat&eacute;ia de 400 pessoas: <em>-quem aqui lembra o que comeu no almo&ccedil;o, dez anos atr&aacute;s?</em> Por alguns segundos pairou o sil&ecirc;ncio e eu comecei a imaginar que nem o mais fan&aacute;tico por comida, mais castigado pela gula, lembraria. Mas acredite, o cara ao meu lado, muito s&eacute;rio, levantou a m&atilde;o e disse: <em>-eu lembro!</em> E continuou respondendo as seguintes perguntas do palestrante.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;"><em>-Seu nome? &ndash;Pedro. &ndash;Pedro, o que voc&ecirc; comeu h&aacute; dez anos? &ndash;Lasanha. &ndash;Lasanha quatro queijos? &ndash;N&atilde;o, bolonhesa. &ndash;Que dia da semana era? &ndash;Um domingo. &ndash;Estava chovendo na sua cidade? &ndash;N&atilde;o, fazia sol. &ndash;Voc&ecirc; usava que roupa? &ndash;Olha, passei o dia de bermuda jeans, camiseta branca e chinelo.</em> J&aacute; ouvia-se na plat&eacute;ia um tom de desconfian&ccedil;a. <em>&ndash;Voc&ecirc; estava com a fam&iacute;lia? &ndash;Sim, minha mulher e meu filho. &ndash;O que voc&ecirc; fez de manh&atilde;? &ndash;Assisti televis&atilde;o. &ndash;Quantos lugares tinha o sof&aacute; que voc&ecirc; estava sentado? &ndash;Tr&ecirc;s! &ndash;Qual a cor do sof&aacute;? &ndash;Era bege. &ndash;De couro? &ndash;N&atilde;o, chenile.</em></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">[Pausa, por favor] quando chegou neste ponto, 90% da plat&eacute;ia deve ter pensado a mesma coisa que eu: aquele cara era da equipe do palestrante ou era reencarna&ccedil;&atilde;o do Albert Einstein. Se n&atilde;o fosse nada disso, a maioria sairia dali e se enforcaria por ser t&atilde;o toupeira. Mas o palestrante nos confortou, antes da trag&eacute;dia em massa, dizendo que o colega n&atilde;o era um g&ecirc;nio e sim um bom exemplo de como funciona a Intelig&ecirc;ncia Emocional. Concluiu perguntando ao &ldquo;Einstein&rdquo;: <em>-por que voc&ecirc; lembra tanto desse dia?</em> Ele respondeu: <em>-porque foi o dia em que o Ayrton Senna morreu!</em></span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Telemarketing, o troco!]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1148]]></link>
<author><![CDATA[Telemarketing, o troco!]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/2/2009 16:54:12]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p>&nbsp;<img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/telemarketing_1.jpg" alt="&nbsp;" />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Toca o celular...</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">- Al&ocirc;.<br />- Al&ocirc;, Senhor Jurandir?<br />- Sim!<br />- Boa tarde, Sr. Jurandir. Aqui &eacute; da &ldquo;PIM&rdquo; e estamos ligando para oferecer a promo&ccedil;&atilde;o <em>PIM 1.486 minutos</em>, onde o Sr. tem direito a...<br />- Desculpe [interrompo], mas quem est&aacute; falando?<br />- Aqui &eacute; Rosicleide Judite, da PIM, estamos ligando para...<br />- Rosicleide, me desculpe, mas para minha seguran&ccedil;a, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?<br />- ... &atilde;hn! Bem... pode.<br />- Voc&ecirc; trabalha em que &aacute;rea na PIM?<br />- Telemarketing Ativo.<br />- Voc&ecirc; tem n&uacute;mero de matr&iacute;cula na PIM?<br />- Senhor, desculpe! Mas n&atilde;o creio que essa informa&ccedil;&atilde;o seja necess&aacute;ria.<br />- Ent&atilde;o terei que desligar, pois n&atilde;o posso ter seguran&ccedil;a que falo com uma funcion&aacute;ria da PIM.<br />- Mas posso garantir...<br />- Al&eacute;m do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legi&atilde;o de atendentes sempre que tento falar com a PIM.<br />- Minha matr&iacute;cula &eacute; <em>6696969</em>.<br />- S&oacute; um momento enquanto verifico.</span></p><p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">(ap&oacute;s tr&ecirc;s minutos)<br />- S&oacute; mais um momento.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">(ap&oacute;s cinco minutos)<br />- Senhor?<br />- S&oacute; mais um momento, por favor, nossos sistemas est&atilde;o lentos hoje.<br />- Mas senhor...<br />- Pronto, Rosicleide, obrigado por aguardar. Qual o assunto?<br />- Aqui &eacute; da PIM, estamos ligando para oferecer a promo&ccedil;&atilde;o <em>PIM 1.486 minutos</em>, onde o Sr. tem direito a falar 1.400 minutos e ganha 86 minutos de gra&ccedil;a, al&eacute;m de poder enviar 372 PIM Torpedos totalmente gr&aacute;tis. O senhor est&aacute; interessado, Sr. Jurandir?<br />- Rosicleide, vou ter que transferir voc&ecirc; para a minha esposa, porque &eacute; ela quem decide sobre altera&ccedil;&atilde;o de planos de telefones celulares. Por favor, n&atilde;o desligue, pois essa liga&ccedil;&atilde;o &eacute; muito importante para mim.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Coloco o celular em frente ao aparelho de som, deixo a m&uacute;sica Festa no Ap&ecirc; do Latino tocando no Repeat e vou para o bar tomar uma cervejinha.</span></p><p>&nbsp;</p></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A marca quase sumiu]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1104]]></link>
<author><![CDATA[A marca quase sumiu]]></author>
<pubDate><![CDATA[30/1/2009 11:36:16]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/lampada.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Quando a reuni&atilde;o come&ccedil;ou, projetamos o logotipo do cliente bem grande, bonito e brilhante no tel&atilde;o da sala onde convers&aacute;vamos. O cliente imediatamente perguntou o por que daquilo. Dissemos que era um... agrado.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O cliente come&ccedil;ou a reuni&atilde;o dizendo que cancelaria os investimentos em comunica&ccedil;&atilde;o devido a situa&ccedil;&atilde;o da empresa que entrou em &ldquo;crise&rdquo;. Crise entre aspas, porque a princ&iacute;pio ficamos sensibilizados pelo fato da empresa do amigo estar &agrave; beira do abismo. Mas durante a explica&ccedil;&atilde;o dele, com base em n&uacute;meros de crescimento e faturamento, percebemos que o abismo estava a muitos e muitos metros de dist&acirc;ncia.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Neste momento recorremos ao recurso, po&eacute;tico e americanizado, de explicar que &eacute; justamente neste momento de incertezas e crise que est&atilde;o as oportunidades de ganhar market share e share of mind, que grandes marcas se recuperaram em crises passadas. Usamos frases de impacto, fizemos de tudo. Come&ccedil;ou a faltar saliva.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Nada! E com uma frieza europ&eacute;ia ele disse: <em>- Gente, entendo. Mas vamos cancelar o investimento para o ano</em>. A verdade &eacute; que o cliente est&aacute; se previnindo para a crise, porque eles s&atilde;o justos e honestos. N&atilde;o querem correr sequer o risco de atrasar pagamento aos funcion&aacute;rios. E quando o armageddon se aproximava (italiano &eacute; exagerado mesmo) o cliente olhou para o tel&atilde;o e, assustado, perguntou: <em>- O que aconteceu?</em></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">N&oacute;s programamos para que 1 hora depois de projetado, o logotipo do cliente desaparecesse. Ou quase isso. Quando ele reparou, a marca estava bem fraquinha no tel&atilde;o. Neste momento, esgotados, pedimos para que ele imaginasse que o tel&atilde;o &eacute; a mente do consumidor e que, se deixasse de investir em comunica&ccedil;&atilde;o, era exatamente aquilo que aconteceria com a marca dele: seria esquecida. Agora, esperan&ccedil;osos estamos, pois ele pediu um tempo para &ldquo;pensar&rdquo; a respeito do cancelamento.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colaboração online]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1054]]></link>
<author><![CDATA[Colaboração online]]></author>
<pubDate><![CDATA[28/1/2009 10:22:55]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/post_it.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O&nbsp;texto abaixo sobre comportamento do &ldquo;consumidor virtual&rdquo; foi enviado pelo amigo Vitor Bellote.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Levantamento feito pelo Ibope Intelig&ecirc;ncia entre os dias 20 e 21 de janeiro durante a Campus Party mostrou que, entre os internautas considerados <em>heavy-users</em>, os h&aacute;bitos de consumo s&atilde;o influenciados por coment&aacute;rios postados na rede.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Feita com 600 entrevistados, a pesquisa mostrou que mais de 90% deles est&atilde;o de alguma forma envolvidos em processos de colabora&ccedil;&atilde;o online - seja como consumidores ou produtores de conte&uacute;do. Entre os pesquisados, 46% afirmam ler coment&aacute;rios feitos por outros internautas antes de efetivar uma compra e 40% disseram sempre visitar o site de fabricantes ou fornecedores antes da escolha por algum produto ou servi&ccedil;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Por outro lado, o &iacute;ndice de internautas que disseram expressar suas opini&otilde;es com freq&uuml;&ecirc;ncia na internet ficou em 20%. O n&uacute;mero cresce quando os internautas foram questionados&nbsp;se j&aacute; postaram coment&aacute;rios ao menos uma vez: 57%.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O estudo aponta ainda que cerca de 21% dos entrevistados contribuem diariamente para algum f&oacute;rum de discuss&atilde;o e 57% visitam estes f&oacute;runs pelo menos uma vez por semana, 16% o fazem v&aacute;rias vezes ao dia. "Embora n&atilde;o seja representativo do internauta brasileiro em geral, esse levantamento permitir&aacute; aperfei&ccedil;oar uma metodologia de classifica&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos e atitudes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&iacute;dia social e &agrave;s motiva&ccedil;&otilde;es que levam as pessoas a criar conte&uacute;do compartilhado, seja para divers&atilde;o ou para expressar opini&otilde;es sobre marcas, produtos e at&eacute; candidatos pol&iacute;ticos", afirma Marcelo Coutinho, diretor de an&aacute;lise de mercado do IBOPE Intelig&ecirc;ncia.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quero meus 2 centavos]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=1023]]></link>
<author><![CDATA[Quero meus 2 centavos]]></author>
<pubDate><![CDATA[26/1/2009 10:27:14]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/voodoo_1000x625.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Aconteceu sexta-feira comigo. N&atilde;o pude resistir em dar a resposta que dei. Nunca fui um consumidor inocente, trouxa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o sou do tipo chato. T&ocirc;, acho, no meio-termo. Fui pagar a revis&atilde;o do meu carro no financeiro da concession&aacute;ria. A conta ficou em R$ 216,08. Eu dei &agrave; &ldquo;mo&ccedil;a do caixa&rdquo; R$ 220,00 em dinheiro, j&aacute; esperando 4 reais de troco com um enorme sorriso no rosto (quase que agradecendo antecipadamente a gentileza) e como bom brasileiro que sou.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Eu tinha acabado de ver uma senhora ganhar um lindo buqu&ecirc; porque havia comprado um carro zero, e imediatamente pensei: <em>- Bom, eu n&atilde;o ganhei um buqu&ecirc; quando comprei meu carro e seria estranho ganh&aacute;-lo do Xand&atilde;o, que me atendeu</em>. Talvez preferisse ganhar um jogo de tapetes melhor, uma antena interna ou que fosse um humilde DVD player da Pioneer. Mas nada disso aconteceu.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">[Voltando ao troco] a mo&ccedil;a abriu a gaveta, separou tr&ecirc;s notas de 1 real, uma moeda de 50 centavos, outra de 25, outra de 10 e mais uma de 5 centavos. Olhou para mim e perguntou: <em>- Posso ficar te devendo 2 centavos?</em> Com a educa&ccedil;&atilde;o que recebi de ber&ccedil;o respondi, tamb&eacute;m no gerundismo: <em>- N&atilde;o, desculpe! Se eu n&atilde;o posso ficar te devendo 8 centavos, por que voc&ecirc; poderia me dever 2?</em></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Ela sorriu, mais amarelo que o sol, foi buscar 2 centavos em algum banco ou outro departamento para me dar, e, provavelmente, fez um bonequinho de &ldquo;vudu&rdquo; em minha homenagem. N&atilde;o sei se estou passando de meio-termo para chato, mas achei que os 8 centavos n&atilde;o iriam falir a empresa e facilitariam o troco. Sem esquecer o buqu&ecirc;.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Onde está o consumidor?]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=975]]></link>
<author><![CDATA[Onde está o consumidor?]]></author>
<pubDate><![CDATA[23/1/2009 10:28:28]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/ipodtouchtvappthumb.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Assistindo televis&atilde;o. Tr&ecirc;s conclus&otilde;es foram geradas de uma pesquisa publicada recentemente pela revista Tela Viva sobre comportamento e consumo de m&iacute;dia brasileira. A primeira &eacute; que h&aacute; uma mudan&ccedil;a no h&aacute;bito do consumidor. A segunda &eacute; que a televis&atilde;o aberta mant&eacute;m uma vantagem enorme sobre qualquer outra m&iacute;dia. A terceira &eacute; que o p&uacute;blico est&aacute; aprendendo a buscar conte&uacute;do (entretenimento ou informa&ccedil;&atilde;o) em outras fontes e dispositivos.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A TV convencional n&atilde;o est&aacute; morrendo. Pelo contr&aacute;rio. Continua firme e forte. Mas o consumo de m&iacute;dia n&atilde;o-linear est&aacute; crescendo e despertando interesse. A maioria das pessoas que buscam essas alternativas t&ecirc;m menos de 35 anos, especialmente os com menos de 25. Elas n&atilde;o est&atilde;o mais escolhendo os canais de sua prefer&ecirc;ncia, mas sim os conte&uacute;dos que mais gostam. Isso vem causando no Brasil, o pa&iacute;s da TV aberta, uma reviravolta no consumo de m&iacute;dias eletr&ocirc;nicas e aumento do tempo dedicado a assistir televis&atilde;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O brasileiro passa em m&eacute;dia 30 minutos a mais por dia em frente &agrave; televis&atilde;o e isso mostra, portanto, que os telespectadores n&atilde;o abandonaram a m&iacute;dia mais tradicional. H&aacute; sim um segundo &ldquo;canal&rdquo; que vem crescendo em taxas constantes no Ibope. S&atilde;o os chamados &ldquo;outros aparelhos&rdquo;. Entenda como sendo DVD, v&iacute;deo games, VCRs, DVRs, media centers e at&eacute; a pirataria de DVDs fazem parte do crescimento. O share no tempo di&aacute;rio m&eacute;dio de exposi&ccedil;&atilde;o nesta categoria saltou de 2,73 em 2005, para 6,45 em 2008.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Em 2009, o mercado de v&iacute;deo online deve ser o de crescimento mais r&aacute;pido. Os v&iacute;deos proporcionaram receitas globais de US$ 1,65 bilh&atilde;o em 2007. A proje&ccedil;&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero chegue a US$ 9,96 bilh&otilde;es em 2012. O tipo de conte&uacute;do mais assistido na internet &eacute; o gerado pelo usu&aacute;rio, 49%. Outros 9% s&atilde;o de televis&atilde;o broadcast, 1% de conte&uacute;do de cinema e 41% de outros (not&iacute;cias, m&uacute;sica, etc). Quem apostar no crescimento do v&iacute;deo online tem poucas chances de errar.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ronaldo!]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=851]]></link>
<author><![CDATA[Ronaldo!]]></author>
<pubDate><![CDATA[19/1/2009 14:11:14]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/ronaldo_corinthians.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">O que o Corinthians tem feito nesses &uacute;ltimos meses &eacute; muito interessante, e ben&eacute;fico, para o desenvolvimento do pr&oacute;prio clube e principalmente para o marketing esportivo no Brasil. Acompanhamos h&aacute; alguns anos &oacute;timos exemplos de maturidade e compet&ecirc;ncia na administra&ccedil;&atilde;o de alguns clubes, como o S&atilde;o Paulo e o Internacional. Esse tipo de compet&ecirc;ncia o Corinthians ainda ter&aacute; que provar com a nova administra&ccedil;&atilde;o, pois ela se revela a longo prazo.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Em termos estrat&eacute;gicos, a curto prazo, a&iacute; sim as a&ccedil;&otilde;es do Corinthians t&ecirc;m se mostrado inovadoras e ousadas. Apesar de manter a base do time campe&atilde;o da s&eacute;rie B e contratar refor&ccedil;os, as aten&ccedil;&otilde;es est&atilde;o voltadas &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o com Ronaldo. Com ele, e o que ele representa, at&eacute; a forma de negociar espa&ccedil;os na camisa do time mudou. Agora, s&atilde;o patrocinados separadamente mangas, peitoral e cal&ccedil;&atilde;o, onde o fen&ocirc;meno tem participa&ccedil;&atilde;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Por falar em patroc&iacute;nio, n&atilde;o d&aacute; para entender direito a estrat&eacute;gia da Medial, quando tomou a decis&atilde;o de n&atilde;o renovar com o Corinthians, j&aacute; que se aconselha permanecer no m&iacute;nimo 3 anos como patrocinador e a empresa afirmou ter conquistado, somente nos primeiros seis meses do ano passado, mais de 220 mil novos clientes. Mas, que seja respeitada a decis&atilde;o.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Em pouco mais de 20 dias da chegada de Ronaldo, apenas nas lojas oficiais do Corinthians j&aacute; foram vendidas mais de 2.500 camisas (custo de R$ 140 cada). Se os n&uacute;meros continuarem nessa propor&ccedil;&atilde;o, em apenas um ano ser&atilde;o arrecadados R$ 7,5 milh&otilde;es s&oacute; com essas vendas. E n&atilde;o vamos apelar para&nbsp;Din&aacute; para prever que todos os recordes ser&atilde;o batidos fora de campo. Na pior das hip&oacute;teses, &eacute; um&nbsp;sucesso de marketing. Al&eacute;m da entrada de dinheiro nos cofres do Corinthians, o clube passou a ser divulgado pela imprensa do mundo inteiro.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você não tem uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=809]]></link>
<author><![CDATA[Você não tem uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão]]></author>
<pubDate><![CDATA[15/1/2009 14:01:31]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/mkt_pessoal__cumprimento.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A frase acima, do consultor e empres&aacute;rio Marco Laurindo, &eacute; fundamental para a &aacute;rea de vendas. O profissional de vendas &eacute; o elemento humano do composto de marketing, &eacute; a imagem da empresa na frente do consumidor. Vendas prepara pessoas para cargos elevados na vida. Sabia que mais de 25% dos presidentes de multinacionais americanas come&ccedil;aram nesta &aacute;rea? S&atilde;o, na ess&ecirc;ncia, vendedores de postura. E postura envolve muitas coisas, desde atitude positiva a conceitos de programa&ccedil;&atilde;o neurolingu&iacute;stica.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Quando conhecemos uma pessoa, ap&oacute;s poucos minutos de &ldquo;comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo; fazemos um julgamento pessoal dela, atrav&eacute;s de padr&otilde;es pr&oacute;prios. Se a&iacute;, n&atilde;o se causou uma boa impress&atilde;o, levar&aacute; muito tempo para conseguir mud&aacute;-la. Talvez nunca. Essa comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; uma somat&oacute;ria de postura, atitude e conte&uacute;do. Um relacionamento pode ser definido no primeiro contato e oportunidades pode-se perder com isso. Dependendo do cliente, uma venda pode n&atilde;o se concretizar se o vendedor chegar atrasado para a reuni&atilde;o marcada, por exemplo.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Apar&ecirc;ncia e atitude se completam. N&atilde;o adianta ter boa apar&ecirc;ncia e ser vazio: sentar na frente da pessoa, muito bem vestido, se espalhar na cadeira e dizer: <em>-E a&iacute;, beleza meu?</em> A atitude f&iacute;sica est&aacute; totalmente ligada &agrave; atitude emocional ou mental, que se traduz em pensamento positivo, em acreditar no que se quer e o que quer alcan&ccedil;ar. Seguindo alguns passos do marketing pessoal, uma pessoa pode sim ser treinada para atingir o sucesso.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEM]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=774]]></link>
<author><![CDATA[SEM]]></author>
<pubDate><![CDATA[13/1/2009 12:27:20]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p>&nbsp;<span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/acertemosca.jpg" alt="&nbsp;" width="207" height="258" /></span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Uma das disciplinas do marketing que mais cresce atualmente, principalmente nos &ldquo;esteites&rdquo; e alguns pa&iacute;ses europeus, &eacute; o SEM, sigla de search engine marketing. No Brasil, marketing de procura. Procura por quem? Pelo cliente. Na internet. Mais especificamente nos sites de busca, como o Google por exemplo. O Google ganha dinheiro, e muito diga-se de passagem, atrav&eacute;s dos cliques nos an&uacute;ncios (links patrocinados) que aparecem associados na p&aacute;gina da pesquisa. &Eacute; a&iacute; que entra em cena o SEM.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Atualmente, em m&eacute;dia 75% das pessoas que iniciam uma navega&ccedil;&atilde;o na web, o fazem nos sites de busca. Esta pesquisa &eacute; essencial no processo de decis&atilde;o de compra, online ou n&atilde;o. Como apenas 3% dos interessados passam para a segunda p&aacute;gina, fica &oacute;bvio que aparecer entre os primeiros nos resultados da pesquisa, &eacute; estrat&eacute;gico para qualquer empresa.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Este pai, o SEM, tem dois filhos: o SEO e o PPC. O primeiro (search engine optimization - mecanismo de otimiza&ccedil;&atilde;o da busca) aumenta a visibilidade na pesquisa atrav&eacute;s de v&aacute;rios fatores, como o conte&uacute;do dos textos no website, e d&aacute; resultados a m&eacute;dio e longo prazo. O segundo (pay per click - paga por clique) coloca an&uacute;ncios textuais na &aacute;rea dos links patrocinados, associando o neg&oacute;cio a palavras da pesquisa, com resultados imediatos.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Um hotelzinho charmoso em Lisboa, Portugal, chamado York House, s&oacute; seria encontrado nas pesquisas se as palavras &ldquo;york house&rdquo; fossem digitadas. Atrav&eacute;s do investimento em SEO, passou a ser encontrado facilmente atrav&eacute;s de outras palavras (aumento de 145% de frases chave) e saltou para 34% o n&uacute;mero de visitantes contra antigos 26%, visitantes estes mais qualificados. O n&uacute;mero de reservas online superou as expectativas.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Com mais de 450 milh&otilde;es de pesquisas di&aacute;rias na web, essa ferramenta pode ser estrat&eacute;gica e considerada no composto de comunica&ccedil;&atilde;o de empresas dos mais v&aacute;rios setores.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Varejo com entretenimento]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=767]]></link>
<author><![CDATA[Varejo com entretenimento]]></author>
<pubDate><![CDATA[12/1/2009 15:02:50]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;">A tend&ecirc;ncia das redes varejistas foi bem abordada por Adriana Pavlova, na mat&eacute;ria <em>A loja virou parque</em>, publicada na revista Exame em 10 de outubro passado. Ela explica que no esfor&ccedil;o para atrair clientes e estimul&aacute;-los a gastar mais, redes varejistas da Europa e dos Estados Unidos instalam lagos, cachoeiras e todo tipo de parafern&aacute;lia tecnol&oacute;gica dentro de suas lojas. Em Col&ocirc;nia, na Alemanha, encontra-se uma das lojas mais surpreendentes da Europa. Trata-se de uma filial da rede alem&atilde; Globetrotter, dedicada a artigos para esportes de aventura.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Logo ao entrar na loja, os visitantes deparam com o vasto &aacute;trio com uma c&uacute;pula que simula uma floresta tropical, onde fica uma piscina que faz o papel de lagoa. Nela, &eacute; poss&iacute;vel testar caiaques, canoas, roupas e equipamentos de mergulho &agrave; venda na loja. N&atilde;o muito longe dali, pode-se p&ocirc;r &agrave; prova casacos e cal&ccedil;ados imperme&aacute;veis em uma esp&eacute;cie de c&acirc;mara dotada de um chuveiro gigante que simula uma chuva torrencial. Em outro compartimento, com temperatura de 25 graus negativos, os interessados em roupas e sacos de dormir para expedi&ccedil;&otilde;es polares podem conferir o grau de prote&ccedil;&atilde;o das pe&ccedil;as com a ajuda de um recurso incomum: eles s&atilde;o filmados por uma c&acirc;mera de infravermelho que exibe, em uma tela de plasma, a forma como o calor se distribui pelo corpo. Os produtos para montanhismo s&atilde;o dispostos sobre pedras como se estivessem num campo-base para escalada do monte Everest.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">A Globetrotter de Col&ocirc;nia &eacute; o exemplo mais bem-acabado de uma nova tend&ecirc;ncia no varejo que ganha for&ccedil;a: as lojas que funcionam como centros de entretenimento. S&atilde;o lugares em que, mais do que comprar, o consumidor tem a chance de viver experi&ecirc;ncias e testar os produtos de forma aut&ecirc;ntica. Com o novo formato, batizado de shop-o-tainment (fus&atilde;o entre as palavras &ldquo;compra&rdquo; e &ldquo;entretenimento&rdquo; em ingl&ecirc;s), a rede tem conseguido n&atilde;o apenas atrair os clientes como mant&ecirc;-los por mais tempo dentro de suas unidades. Inaugurada h&aacute; pouco mais de um ano, a unidade de Col&ocirc;nia j&aacute; responde por 10% das vendas da rede, que faturou o equivalente a 300 milh&otilde;es de d&oacute;lares no ano passado.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Juntar compras e divers&atilde;o n&atilde;o &eacute; propriamente novidade. Em 2005, o shopping Mall of Emirates, em Dubai, adicionou &agrave;s suas 466 lojas uma gigantesca pista de esqui em pleno Golfo P&eacute;rsico. A experi&ecirc;ncia que o cliente tem dentro da loja funciona como uma esp&eacute;cie de b&ocirc;nus emocional no momento da compra.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Da mesma forma, a marca de cristais Swarovski mant&eacute;m h&aacute; 13 anos em sua matriz, na cidade de Wattens, nos Alpes austr&iacute;acos, um verdadeiro parque tem&aacute;tico voltado para seu principal produto &mdash; pe&ccedil;as de cristal que enfeitam milhares de artigos considerados de luxo, sejam eles sand&aacute;lias Havaianas ou celulares feitos na China. Batizado de Kristallwelten (mundo de cristal), o misto de loja e parque tem&aacute;tico recebe 7 milh&otilde;es de visitantes por ano e &eacute; hoje a segunda maior atra&ccedil;&atilde;o tur&iacute;stica da &Aacute;ustria. Na era do consumo digital, atrair o cliente para a loja exige mais do que um bom produto.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sapatos Bush]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=745]]></link>
<author><![CDATA[Sapatos Bush]]></author>
<pubDate><![CDATA[9/1/2009 15:14:27]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/sapato_bush.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: medium;">Esses&nbsp;sapatos enfileirados em prateleiras numa f&aacute;brica de Istambul, na Turquia,&nbsp;s&atilde;o id&ecirc;nticos aos atirados recentemente no presidente norte-americano, George&nbsp;Bush, em visita&nbsp;surpresa ao Iraque. A repercuss&atilde;o da agress&atilde;o a Bush fez o dono da empresa renomear os sapatos, e o antigo 'Modelo 271' agora se chama 'Bye Bye Bush'. Ele disse que teve de contratar 100 funcion&aacute;rios para atender &agrave; demanda pelo cal&ccedil;ado. Os principais pedidos vieram de Iraque e de outros pa&iacute;ses do Oriente M&eacute;dio, incluindo 19 mil pares nos EUA.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marca e slogan, nome e sobrenome]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=743]]></link>
<author><![CDATA[Marca e slogan, nome e sobrenome]]></author>
<pubDate><![CDATA[9/1/2009 12:08:05]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/mcdonalds__logo.jpg" alt="&nbsp;" /></span></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">&nbsp;</p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">&nbsp;</p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"></span></span><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">Os primeiros que usaram sobrenomes foram os chineses, por volta de 2.850 a.C., ap&oacute;s um decreto do Imp&eacute;rio Fushi. Eram tr&ecirc;s nomes e as palavras eram retiradas de poemas sagrados. Mas, com o passar do tempo, ter um sobrenome tornou-se uma necessidade, pois era a melhor forma de distinguir as pessoas. A elas era acrescentado o apelido ou a terra de origem. Por exemplo: o Joaquim, filho do ferreiro, passou a ser Joaquim Ferreiro.</span></span></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">&nbsp;</span></span></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">Parecido com a fun&ccedil;&atilde;o do sobrenome, o slogan (que vem do ga&eacute;lico-escoc&ecirc;s e significa &ldquo;grito de guerra&rdquo;), surgiu nos antigos cl&atilde;s do povo celta. Usava-se esse grito para diferenciar e incentivar o grupo na luta pela preserva&ccedil;&atilde;o. Que se tem not&iacute;cia, um dos primeiros slogans criados para propaganda foi &ldquo;Il mare est nostrum&rdquo;, cunhado em moedas que circulavam no imp&eacute;rio romano, para fortalecer a imagem do imperador J&uacute;lio C&eacute;sar.</span></span></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">&nbsp;</span></span></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">Com objetivos parecidos e a necessidade de diferenciar, dar alma e vida &agrave; pr&oacute;pria marca, empresas come&ccedil;aram a dar um &ldquo;sobrenome&rdquo; a ela. Podendo ser uma palavra ou uma frase, o slogan transformou-se em um &ldquo;grito de guerra&rdquo; na disputa pelo consumidor. E como funciona! Algumas marcas t&ecirc;m sempre o slogan renovado, como a Coca-Cola e a Globo, enquanto outras permanecem com o mesmo desde que surgiram, caso da Bayer. H&aacute; ainda marcas como a US Top, que j&aacute; desapareceu do mapa, mas ainda se escuta por a&iacute; o &ldquo;Bonita camisa, Fernandinho!&rdquo;</span></span></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">&nbsp;</span></span></span></span></p><p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: windowtext;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">Alguns cl&aacute;ssicos:</span></span></span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">Deu duro, tome um Dreher</span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">O caldo nobre da galinha a]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luxemburgo, ternos e frases]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=735]]></link>
<author><![CDATA[Luxemburgo, ternos e frases]]></author>
<pubDate><![CDATA[8/1/2009 12:18:51]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: medium;"><img src="/UpLoad/Blog/ericursini/Editor/luxemburgo_00.jpg" alt="&nbsp;" /></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: medium;">Um dos tipos mais interessantes de marketing, na minha opini&atilde;o, &eacute; o marketing pessoal. Ele encanta porque se faz acontecer em detalhes, t&eacute;cnicas, que geram mudan&ccedil;as radicais na forma como somos vistos e respeitados, se forem bem aplicadas. Um exemplo pr&aacute;tico &eacute; o t&eacute;cnico do Palmeiras Wanderley Luxemburgo, que recentemente afirmou usar algumas dessas t&eacute;cnicas durante a carreira. Delas, duas chamam a aten&ccedil;&atilde;o: os trajes e as frases de impacto.</span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: medium;">Luxemburgo passou a usar terno ap&oacute;s ver o alem&atilde;o Franz Beckenbauer com esse tipo de indument&aacute;ria. Frescura? N&atilde;o no caso do t&eacute;cnico, que passou a ser mais respeitado depois dessa atitude. As frases de impacto tamb&eacute;m viraram parte da rotina, e fazem uma grande diferen&ccedil;a. A mais citada &eacute;: "O medo de perder tira a vontade de ganhar". Outra: "Se na sua casa tiver dois banheiros e voc&ecirc; ficar em d&uacute;vida, fa&ccedil;a nas cal&ccedil;as". As frases, quando colocadas no momento certo, geram resultado imediato. Por adotar essas e outras t&eacute;cnicas, Luxemburgo mudou o rumo profissional dele, que hoje tem 25 t&iacute;tulos e pretende comandar a sele&ccedil;&atilde;o brasileira na Copa de 2014.</span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marca, por um fio]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=726]]></link>
<author><![CDATA[Marca, por um fio]]></author>
<pubDate><![CDATA[7/1/2009 15:40:08]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: medium;">O que define marca? Ou como podemos definir marca hoje? Em uma revista de outubro passado encontrei uma das melhores defini&ccedil;&otilde;es de marca que j&aacute; l&iacute;. No livro <em>As Afinidades Eletivas</em>, de 1809, o escritor alem&atilde;o Johann Goethe, relata que a Marinha Inglesa, na &eacute;poca a mais poderosa do mundo, costumava colocar um fio vermelho nas linhas paralelas de todas as cordas usadas em seus navios com o objetivo de identific&aacute;-las como propriedade da Coroa Brit&acirc;nica. O fio era imposs&iacute;vel de ser removido da corda sem que fosse necess&aacute;rio desmanch&aacute;-la completamente. Esta &eacute; uma met&aacute;fora perfeita para o valor da marca de uma empresa.</span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: medium;">A marca &eacute; como o fio vermelho. Ela permeia todo o neg&oacute;cio, torna-se um poderoso instrumento econ&ocirc;mico capaz de gerar valor e &eacute; imposs&iacute;vel de ser separada do todo. O valor de uma marca &eacute; uma conex&atilde;o entre o cora&ccedil;&atilde;o, o c&eacute;rebro e o bolso das pessoas, ou seja, combina confian&ccedil;a, expectativas e capacidade de gerar neg&oacute;cios.</span></p><p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: medium;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: medium;">Hoje, em tempos de crise, uma marca forte pode se revelar determinante, j&aacute; que funciona como uma refer&ecirc;ncia para um consumidor cercado por incertezas e diversidade. Assim como as cordas dos velhos navios ingleses, a for&ccedil;a de uma marca tamb&eacute;m pode ser a salva&ccedil;&atilde;o em meio ao mar revolto.</span></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bem-vindo, internauta!]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/ericursini/Default.aspx?idPost=725]]></link>
<author><![CDATA[Bem-vindo, internauta!]]></author>
<pubDate><![CDATA[7/1/2009 15:35:49]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ffffff;">Fiquei muito feliz em receber o convite para participar deste importante canal de comunica&ccedil;&atilde;o do temmais, portal de infinitas possibilidades e&nbsp;profissionais&nbsp;competentes. Vamos compartilhar aqui cases, utilidades e baboseiras, fatos e hist&oacute;rias de marketing,&nbsp;perto do que acontece no dia-a-dia e na pr&aacute;tica, simplificando as teorias. Bem-vindo!</span></span></p><p><span style="font-size: medium;"></span></p>]]></description>
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