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<title>temmais.com/blog - RSS</title>
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<description>Últimos posts</description>
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<copyright>Temmais.com</copyright>
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<title><![CDATA[Equipe mostra como funciona o navio da marinha por dentro]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/amazonia/Default.aspx?idPost=5168]]></link>
<author><![CDATA[Equipe mostra como funciona o navio da marinha por dentro]]></author>
<pubDate><![CDATA[3/7/2009 11:57:36]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt5" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" src="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt5"></embed></object></p><p>Nossa viagem &agrave; Amaz&ocirc;nia chega ao fim. Depois de uma semana navegando pelos rios do norte do Brasil a equipe do TEM Not&iacute;cias, os m&eacute;dicos e dentistas volunt&aacute;rios voltam para Rio Preto.<br /><br />Na &uacute;ltima reportagem da s&eacute;rie, os rep&oacute;rteres Thiago Ariosi e Jo&atilde;o Selare mostram como &eacute; o navio da marinha por dentro e o caminho de volta pra casa.<br /><br />O navio de assist&ecirc;ncia hospitalar Dr. Montenegro da marinha do Brasil passa mais de duzentos dias por ano navegando pelos rios do norte do pa&iacute;s. Para ficar tanto tempo fora de casa, conforto &eacute; fundamental. E isso, o navio oferece. Os comandantes ficam em quartos especiais. A tripula&ccedil;&atilde;o se acomoda nos outros espa&ccedil;os, todos com ar condicionado.<br /><br />O entardecer no rio Amazonas deixa a paisagem ainda mais bonita. No &uacute;ltimo dia de viagem, as equipes preparam um relat&oacute;rio que ser&aacute; entregue &agrave; marinha.<br /><br />Mas eles tamb&eacute;m aproveitam pra descontrair um pouco, tranquilidade nos quartos, trabalho na cozinha. O sargento Carlos Pessoa &eacute; quem prepara o jantar.<br /><br />Mas n&atilde;o &eacute; s&oacute; o jantar que j&aacute; est&aacute; garantido. O caf&eacute; da manh&atilde; tamb&eacute;m come&ccedil;a a ser preparado um dia antes. Alimentar toda a tripula&ccedil;&atilde;o, mais de 50 pessoas, d&aacute; muito trabalho.<br /><br />Seguimos viagem pelo rio Amazonas de volta a Manaus. Navegamos a noite toda e quando amanheceu, j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel ver a cidade. Passamos novamente por um dos maiores atrativos tur&iacute;sticos de l&aacute;, o encontro das &aacute;guas do Rio Negro e Solim&otilde;es.<br /><br />Nossa viagem na Amaz&ocirc;nia chega ao fim quando o navio atraca no porto de Manaus. Mas ainda t&iacute;nhamos pela frente cerca de 3 mil quil&ocirc;metros. Voltamos a Rio Preto junto ao avi&atilde;o da for&ccedil;a a&eacute;rea brasileira com a sensa&ccedil;&atilde;o de dever cumprido.</p>]]></description>
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<title><![CDATA[Veja como vivem os moradores e o dia das crianças que vão para escola de barco]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/amazonia/Default.aspx?idPost=5130]]></link>
<author><![CDATA[Veja como vivem os moradores e o dia das crianças que vão para escola de barco]]></author>
<pubDate><![CDATA[2/7/2009 12:38:53]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" src="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt4"></embed></object></p><p style="text-align: center;">&nbsp;</p><p>O desmatamento da floresta amaz&ocirc;nica &eacute; uma amea&ccedil;a ao meio ambiente. As clareiras deixadas pelas madeireiras no meio da mata s&oacute; aumentam a cada ano. O crescimento desordenado das comunidades, a ocupa&ccedil;&atilde;o indevida do solo s&oacute; ajudam a destruir ainda mais a maior floresta tropical do mundo. <br /><br />O sofrimento estampado no rosto destes brasileiros revela a realidade do povo que vive no meio da floresta Amaz&ocirc;nica: isolados do resto do mundo, longe de tudo.<br /><br />Crian&ccedil;a l&aacute; brinca no barco, n&atilde;o tem videogame, nem bicicleta e aprende desde cedo que a vida nesta regi&atilde;o da Amaz&ocirc;nia n&atilde;o tem conforto nem tantos cuidados.<br /><br />Em uma casa pequena e feita de madeira bem perto do rio moram vinte pessoas. Cama &eacute; luxo demais pra eles, todos dormem em redes, mas n&atilde;o reclamam. N&atilde;o ter acesso a outra realidade evita falar dos problemas. Sem exageros, a sensa&ccedil;&atilde;o &eacute; de que estamos num outro Brasil.<br /><br />N&atilde;o muito longe, num outro vilarejo as dificuldades s&atilde;o as mesmas. O transporte escolar por l&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o seguro. Eles v&atilde;o de barco e nenhuma crian&ccedil;a usa colete salva-vidas pra ir e voltar da aula. Al&eacute;m da falta de assist&ecirc;ncia por parte do governo, falta estrutura.<br /><br />A escola municipal Frei Caneca tem duas salas e apenas uma professora. &Eacute; a professora Eneida de Souza Barros que apesar das dificuldades, se esfor&ccedil;a pra ensinar as crian&ccedil;as que moram na regi&atilde;o. "Eles aprenderam a levar a vida assim, Morar no meio do mato e vivendo com muito pouco n&atilde;o &eacute; t&atilde;o ruim", diz a professora. Peixe n&atilde;o falta mesmo. O almo&ccedil;o e o jantar s&atilde;o garantidos por eles.<br /><br />A floresta Amaz&ocirc;nica &eacute; o maior corpo florestal do planeta. A parte brasileira &eacute; calculada em 3,5 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros quadrados, o que representa mais de 50% da mata. Um morador da regi&atilde;o leva a equipe da TV TEM para o meio da floresta para conhecermos um peda&ccedil;o dessa imensid&atilde;o. O&nbsp;contraste das cores, da fauna e da flora impressiona.<br /><br />A ocupa&ccedil;&atilde;o desordenada de &aacute;reas no meio da floresta trouxe preju&iacute;zos &agrave; Amaz&ocirc;nia. Mais de 12% da mata original j&aacute; foi destru&iacute;da. As queimadas e o desmatamento tornaram-se constantes, uma amea&ccedil;a que pode destruir um dos maiores patrim&ocirc;nios naturais do mundo. Levantamentos recentes mostram que a Amaz&ocirc;nia sofreu 200 quil&ocirc;metros quadrados de desmatamento. Os dados s&atilde;o do instituto nacional de pesquisas espaciais, o INPE. O n&uacute;mero s&oacute; n&atilde;o foi maior porque o tempo nublado impediu os pesquisadores de analisarem toda a extens&atilde;o da floresta. O sat&eacute;lite conseguiu mostrar apenas uma parte da mata.<br /><br /><br /><strong>Nesta sexta-feira, na quinta e &uacute;ltima reportagem da s&eacute;rie n&oacute;s vamos mostrar o final da expedi&ccedil;&atilde;o da marinha na Amaz&ocirc;nia.</strong></p>]]></description>
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<title><![CDATA[Veja fotos dos bastidores das gravações da série Amazônia]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/amazonia/Default.aspx?idPost=5108]]></link>
<author><![CDATA[Veja fotos dos bastidores das gravações da série Amazônia]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/7/2009 16:13:32]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia1.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia2.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia3_1.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia4.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia5.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia6.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia7.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia8.jpg" alt="&nbsp;" /><br /><br /><img src="/UpLoad/Blog/amazonia/Editor/amazonia9.jpg" alt="&nbsp;" /></p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[Equipe da TV TEM acompanha atendimento de dentistas aos ribeirinhos]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/amazonia/Default.aspx?idPost=5103]]></link>
<author><![CDATA[Equipe da TV TEM acompanha atendimento de dentistas aos ribeirinhos]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/7/2009 15:04:58]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt3" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" src="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt3"></embed></object></p><p style="text-align: center;">&nbsp;</p><p>Muitos moradores da floresta Amaz&ocirc;nica nunca viram um dentista na vida. Miss&atilde;o da Marinha que teve como volunt&aacute;rios m&eacute;dicos da faculdade de medicina de Rio Preto levou tamb&eacute;m atendimento odontol&oacute;gico aos ribeirinhos.<br /><br />O navio Dr. Montenegro que leva sa&uacute;de aos moradores da Amaz&ocirc;nia segue viagem para a pr&oacute;xima comunidade, a Albano. S&atilde;o cerca de quinze casas e uma equipe da marinha j&aacute; estava l&aacute;.<br /><br />Para a agricultora Lidiani da Costa Silva, chegaram numa boa hora. H&aacute; dias, Fernanda, de 3 anos, chorava toda vez que a m&atilde;e apertava a barriga dela. A menina foi consultada pelo m&eacute;dico e o diagn&oacute;stico trouxe al&iacute;vio para a m&atilde;e.<br /><br />Na &uacute;nica escola da comunidade, o dia de aula vira dia de sa&uacute;de. Como num mutir&atilde;o de atendimento, todos os moradores se re&uacute;nem. Tudo &eacute; muito prec&aacute;rio. A agricultora Edilene Almeida Gaspar levou &nbsp;a filha para passar pelo m&eacute;dico.<br /><br />A simplicidade desse povo impressionou o dentista Frederico Fernandes Caetano de Mello, acostumado a trabalhar em cl&iacute;nicas, com toda a estrutura, v&aacute;rios aparelhos. Situa&ccedil;&atilde;o bem diferente da vivida l&aacute;. A primeira viagem &agrave; Amaz&ocirc;nia ele n&atilde;o vai esquecer. Na cadeira de dentista improvisada, ele atende os ribeirinhos que se queixam de dor no dente. Nessas situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o h&aacute; muito o que fazer. A extra&ccedil;&atilde;o acaba sendo a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o para o dentista e o paciente n&atilde;o reclama, pelo contr&aacute;rio, agradece.<br /><br />Enquanto uma equipe atende os ribeirinhos, no navio que segue viagem pelo rio Amazonas, outros profissionais se preparam para come&ccedil;ar o trabalho, mas o tempo fecha e come&ccedil;a a chover. A chuva engrossa mas a miss&atilde;o n&atilde;o &eacute; interrompida. O barco &eacute; carregado e os m&eacute;dicos e dentistas saem.<br /><br />A escola Frei Caneca se transforma num posto de sa&uacute;de.&nbsp; Logo que a equipe da TV TEM chega, o local &eacute; preparado para os atendimentos. Dr wishnesk, dentista da marinha, faz a triagem dos pacientes.<br /><br />A cadeira posicionada estrategicamente perto da janela &eacute; para facilitar o trabalho dos volunt&aacute;rios. A claridade ajuda na hora de aplicar a anestesia e na retirada do dente. Esta &eacute; a segunda vez que a m&eacute;dica Bruna Pinotti Ferreira Leite, que trabalha no hospital de base de Rio Preto, vai &agrave; Amaz&ocirc;nia.<br /><br />Fim dos atendimentos e &eacute; hora de voltar ao navio, onde toda a tripula&ccedil;&atilde;o se encontra. Chega a noite e a viagem segue pelo Amazonas, um dos maiores rios do mundo.<br /><br /><br />Nesta quinta-feira, vamos falar sobre as comunidades, as casas, as escolas, os rios do norte do Brasil.</p>]]></description>
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<title><![CDATA[Conheça o trabalho feito pelos voluntários da Marinha do Brasil na Amazônia]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/amazonia/Default.aspx?idPost=5048]]></link>
<author><![CDATA[Conheça o trabalho feito pelos voluntários da Marinha do Brasil na Amazônia]]></author>
<pubDate><![CDATA[30/6/2009 11:49:30]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt2" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" src="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt2"></embed></object></p><p style="text-align: center;">&nbsp;</p><p>Nossa viagem pela Amaz&ocirc;nia a bordo do navio hospital da marinha do Brasil come&ccedil;a nesta ter&ccedil;a-feira. O objetivo da miss&atilde;o &eacute; levar atendimento m&eacute;dico para os moradores ribeirinhos, gente que sofre com a falta de assist&ecirc;ncia.<br /><br />Em comunidades pobres &aacute;s margens do rio Amazonas, os moradores ficam anos sem passar pelo m&eacute;dico. Ir ao dentista ent&atilde;o &eacute; quase imposs&iacute;vel. Por isso, esse trabalho volunt&aacute;rio no norte do Brasil &eacute; t&atilde;o importante.<br /><br />O dia amanhece em Parintins, uma paisagem exuberante e um espet&aacute;culo logo &aacute;s 6h30. A umidade do ar, muito alta por l&aacute;, embassa a lente das c&acirc;meras de filmagens.<br /><br />&Eacute; no porto de Parintins que est&aacute; atracado o navio de assist&ecirc;ncia hospitalar Dr. Montenegro, da Marinha do Brasil. &Eacute; nele que a equipe da TV TEM embarcou para acompanhar os m&eacute;dicos, dentistas, volunt&aacute;rios de Rio Preto que ajudaram nos atendimentos aos ribeirinhos no norte do pa&iacute;s. Com a tripula&ccedil;&atilde;o pronta para mais um dia de trabalho, nossa viagem come&ccedil;ou com o apito do marinheiro.<br /><br />Tudo pronto, tinhamos que fazer o caminho de volta para Manaus s&oacute; que agora pelo rio. O navio precisa levar a miss&atilde;o de ajuda para a popula&ccedil;&atilde;o ribeirinha.<br /><br />O navio comprado pelo governo do acre em 1996 foi doado &agrave; Marinha do Brasil no ano 2000. Foi equipado e para levar atendimento m&eacute;dico para moradores que n&atilde;o tem acesso &agrave; sa&uacute;de. A sala de parto tem v&aacute;rios aparelhos e uma estufa para rec&eacute;m-nascidos, centro cir&uacute;rgico pode ser usado para qualquer emerg&ecirc;ncia, a enfermaria tem quatro leitos. O estoque de medicamentos &eacute; grande. Na sala de vacinas crian&ccedil;as e adultos ficam em dia com a sa&uacute;de. O navio tem ainda uma farm&aacute;cia com centenas de rem&eacute;dios, uma sala de raio-X, um laborat&oacute;rio para exames que ficam prontos na hora e dois consult&oacute;rios odontol&oacute;gicos, um hospital dentro de um navio.<br /><br />As casas de madeira e suspensas com estacas, chamadas de palafitas, ficam isoladas e qualquer movimento no rio chama a aten&ccedil;&atilde;o dos moradores. O comandante avista outro navio da marinha. Toda a tripula&ccedil;&atilde;o fica enfileirada, &eacute; uma norma militar que tem de ser seguida por todos que est&atilde;o a bordo. Os dois navios se cruzam e a viagem continua.<br /><br />O navio segue a 12km por hora em dire&ccedil;&atilde;o a uma comunidade carente &aacute;s margens do rio Amazonas. J&aacute; est&aacute;vamos navegando h&aacute; tr&ecirc;s horas e meia e a temperatura era de 33 graus. Tempo bom, sem previs&atilde;o de chuva, com certeza o dia seria de muito trabalho para os m&eacute;dicos e dentistas que iriam atender a popula&ccedil;&atilde;o ribeirinha.<br /><br />As comunidades s&atilde;o escolhidas pela equipe da Marinha que comanda o navio. Tudo &eacute; muito bem planejado, os profissionais se dividem. Come&ccedil;a a prepara&ccedil;&atilde;o para deixar o navio. Os barcos s&atilde;o carregados pelos militares. A equipe da TV TEM acompanhou o primeiro dia de atendimento. Vinte minutos de barco e chegamos a um vilarejo. Chegar at&eacute; as casas n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, a subida cansa quem n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /><br />O esquema dos atendimentos &eacute; definido anteriormente. Em poucos minutos, o sal&atilde;o da comunidade &eacute; preparado para atender os moradores. As crian&ccedil;as s&atilde;o as primeiras. Cada uma recebe uma dose de um medicamento contra vermes. Os aparelhos assustam as crian&ccedil;as, mas o m&eacute;dico Leonardo Verona sempre arruma um jeitinho para descontrair. Ele &eacute; formado pela faculdade de medicina de Rio Preto e n&atilde;o est&aacute; acostumado a atender pacientes assim, em locais improvisados, mas a experi&ecirc;ncia na Amaz&ocirc;nia vale a pena. Quem se comporta direitinho ganha presente: creme dental e escovas pra todos!<br /><br />A pescadora Euzarina Lemos Nunes tem 46 anos e 16 filhos. Todos nasceram de parto normal. A &uacute;ltima vez que a fam&iacute;lia foi atendida por um m&eacute;dico foi h&aacute; um ano. Os adultos tamb&eacute;m s&atilde;o atendidos. No consult&oacute;rio improvisado, eles contam como est&aacute; a sa&uacute;de.<br /><br />Tratar os dentes s&oacute; mesmo quando um dentista visita &agrave; comunidade onde tudo &eacute; muito prec&aacute;rio e a dificuldade de locomo&ccedil;&atilde;o adia as consultas. Por isso, todos aproveitam.<br /><br />Os pacientes s&oacute; s&atilde;o levados para o navio quando necessitam de um atendimento especializado. Na maioria dos casos, os m&eacute;dicos orientam e fornecem os medicamentos na pr&oacute;pria comunidade. A presen&ccedil;a da Marinha no vilarejo &eacute; comemorada por todos. &Eacute; que se perderem essa oportunidade s&oacute; daqui um ano ser&atilde;o atendidos novamente.<br /><br /><br /><strong>Nesta quarta-feira, na terceira reportagem da s&eacute;rie, voc&ecirc; vai ver o atendimento em outras comunidades e conhecer um pouco mais da regi&atilde;o Amaz&ocirc;nica.</strong></p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[TV TEM embarca junto no navio da Marinha do Brasil que leva saúde para Amazônia]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/amazonia/Default.aspx?idPost=5030]]></link>
<author><![CDATA[TV TEM embarca junto no navio da Marinha do Brasil que leva saúde para Amazônia]]></author>
<pubDate><![CDATA[29/6/2009 18:59:25]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt01" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" src="http://tvtem.globo.com/videos_flv/videoComPreview320x240.swf?caminho=http://www.temmais.com/upload/video/serie_amazonia_vt01"></embed></object></p><p style="text-align: center;">&nbsp;</p><p>Uma viagem de solidariedade. A equipe da TV TEM embarcou junto no navio da Marinha do Brasil que leva sa&uacute;de para quem mora na regi&atilde;o Amaz&ocirc;nica. M&eacute;dicos e dentistas de Rio Preto convidados para trabalhar como volunt&aacute;rios encontraram l&aacute; no norte do pa&iacute;s uma realidade bem diferente.</p><p>&nbsp;</p><p>Ribeirinhos que moram no meio da floresta Amaz&ocirc;nica, afastados das cidades, sofrem com a falta de investimentos. O acesso a sa&uacute;de &eacute; restrito e eles chegam a&nbsp; ficar anos sem passar pelo m&eacute;dico.</p><p>&nbsp;</p><p>Durante esta semana voc&ecirc; vai ver tamb&eacute;m como &eacute; morar no meio da maior floresta tropical do mundo, vai conhecer os rios da Amaz&ocirc;nia e viajar com a equipe da TV TEM para o norte do Brasil.</p><p>&nbsp;</p><p>Dois milh&otilde;es de habitantes, o maior centro financeiro do norte do pa&iacute;s. Manaus, capital do Amazonas. O estado com 62 cidades tem a maior bacia hidrogr&aacute;fica do Brasil e o maior rio do mundo, o rio Amazonas, que nasce no Peru, passa pela Col&ocirc;mbia e chega at&eacute; aqui. S&atilde;o sete mil quil&ocirc;metros de extens&atilde;o.</p><p>&nbsp;</p><p>A cor da &aacute;gua explica o nome do outro rio: rio Negro, que banha Manaus. Num dos portos da cidade encontramos Anselmo, canoeiro que vive do turismo. &Eacute; ele quem leva nossa equipe de reportagem para um passeio pelas &aacute;guas.</p><p>&nbsp;</p><p>Vamos conhecer um dos principais atrativos tur&iacute;sticos da regi&atilde;o. O encontro das &aacute;guas escuras do rio Negro e das &aacute;guas barrentas do Solim&otilde;es. Meia hora de barco e chegamos.</p><p>&nbsp;</p><p>No ponto em que o rio Negro se encontra com o rio Solim&otilde;es uma imagem impressionante!&nbsp; Um fen&ocirc;meno natural que acontece porque existe uma diferen&ccedil;a entre a temperatura, a densidade e a correnteza dos dois rios. Uma cena que chama a aten&ccedil;&atilde;o de turistas do mundo todo.</p><p>&nbsp;</p><p>Os barcos est&atilde;o sempre cheios. O encontro das &aacute;guas &eacute; roteiro da maioria das ag&ecirc;ncias de turismo. Em lugar nenhum do mundo isso acontece. Este &eacute; o &uacute;nico local do planeta em que dois rios correm lado a lado sem se misturar.</p><p>&nbsp;</p><p>&Eacute; em Manaus, na margem do rio Negro, que a Marinha do Brasil mant&eacute;m o comando da flotilha do Amazonas. Um &oacute;rg&atilde;o criado h&aacute; 140 anos para vigiar a fronteira com outros estados e pa&iacute;ses. Nenhum navio trafega por estas &aacute;guas sem autoriza&ccedil;&atilde;o.</p><p>&nbsp;</p><p>No local funciona o centro de opera&ccedil;&otilde;es que controla os navios da Marinha na Amaz&ocirc;nia. No mapa &eacute; poss&iacute;vel saber em quais rios e onde est&atilde;o atracados os navios. A equipe da TV TEM&nbsp; tamb&eacute;m embarca no navio-hospital Dr. Montenegro, em Parintins, a cerca de 400 km de Manaus.</p><p>&nbsp;</p><p>O projeto mantido pela Marinha do Brasil h&aacute; mais de quarenta anos &eacute; chamado pelos militares de Sa&uacute;de Sem Limites, leva atendimento m&eacute;dico a lugares afastados, comunidades pobres que precisam da ajuda.</p><p>&nbsp;</p><p>Anoitece na capital do Amazonas e nossa equipe embarca no avi&atilde;o Bandeirante que leva cerca de vinte passageiros.&nbsp; S&oacute; uma empresa a&eacute;rea faz voos di&aacute;rios para Parintins. &Eacute; a forma mais r&aacute;pida de chegar ao destino principal da nossa reportagem.</p><p>&nbsp;</p><p>Do alto - e &agrave; noite - n&atilde;o s&ecirc; muita coisa. S&oacute; as luzes das pequenas cidades da redondeza, que desaparecem &agrave; medida que o avi&atilde;o toma altura. Sobrevoamos a floresta Amaz&ocirc;nica por cerca de uma hora.</p><p>&nbsp;</p><p>O barulho das turbinas e h&eacute;lices &eacute; ensurdecedor, fica mais alto quando pousamos.</p><p>&nbsp;</p><p>Para o comandante P&eacute;ricles, que faz o mesmo trecho h&aacute; trinta anos, foi mais uma viagem t&atilde;o importante quanto as outras.</p><p>&nbsp;</p><p>Na chegada a Parintins, a prova das palavras do piloto. Os pais de um rec&eacute;m-nascido esperam para levar o filho at&eacute; Manaus.</p><p>&nbsp;</p><p>A crian&ccedil;a e os pais t&ecirc;m pressa, mas ainda t&ecirc;m de esperar pelos outros passageiros.</p><p>&nbsp;</p><p>Nesse nosso primeiro dia de viagem constatamos que n&atilde;o &eacute; s&oacute; do trabalho volunt&aacute;rio da marinha que os moradores da Amaz&ocirc;nia precisam. O avi&atilde;o tamb&eacute;m ajuda a salvar vidas.</p>]]></description>
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