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<title>temmais.com/blog - RSS</title>
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<description>Últimos posts</description>
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<copyright>Temmais.com</copyright>
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<title><![CDATA[BOI NA ITERNET]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=11418]]></link>
<author><![CDATA[BOI NA ITERNET]]></author>
<pubDate><![CDATA[30/4/2010 9:26:40]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p>A&nbsp;rapidez do avan&ccedil;o da&nbsp;tecnologia&nbsp; nos dias de hoje , vai al&eacute;m da velocidade a luz. E isso vale para qualquer lugar, na cidade ou no campo.</p><p>Hoje &eacute; pross&iacute;vel comprar ou vender tudo pelo computador, inclusive o gado. E vejam s&oacute;, o preg&atilde;o do boi gordo vai se tornar uma realidade, vem a&iacute; um</p><p>leil&atilde;o virtual que promete mudar o jeito de fazer neg&oacute;cios. Veja como vai ser esta mudan&ccedil;a radical na rela&ccedil;&atilde;o entre pecuaristas e frigor&iacute;ficos.</p><p>Grande abra&ccedil;o</p><p>&nbsp;</p><p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="240" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="FlashVars" value="file=camponews_tn2rp_290410&amp;tipo=1&amp;local=TN" /><param name="Movie" value="http://midia.temmais.com/UI/player.swf" /><param name="Src" value="http://midia.temmais.com/UI/player.swf" /><param name="WMode" value="Window" /><param name="Play" value="-1" /><param name="Loop" value="-1" /><param name="Quality" value="High" /><param name="SAlign" value="LT" /><param name="Menu" value="-1" /><param name="AllowScriptAccess" value="always" /><param name="Scale" value="NoScale" /><param name="DeviceFont" value="0" /><param name="EmbedMovie" value="0" /><param name="SeamlessTabbing" value="1" /><param name="Profile" value="0" /><param name="ProfilePort" value="0" /><param name="AllowNetworking" value="all" /><param name="AllowFullScreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="240" src="http://midia.temmais.com/UI/player.swf" allowfullscreen="true" allownetworking="all" profileport="0" profile="0" seamlesstabbing="1" embedmovie="0" devicefont="0" scale="NoScale" allowscriptaccess="always" menu="-1" salign="LT" quality="High" loop="-1" play="-1" wmode="Window" movie="http://midia.temmais.com/UI/player.swf" flashvars="file=camponews_tn2rp_290410&amp;tipo=1&amp;local=TN"></embed></object></p>]]></description>
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<title><![CDATA[PEIXE BOM DE BRIGA ]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=10939]]></link>
<author><![CDATA[PEIXE BOM DE BRIGA ]]></author>
<pubDate><![CDATA[25/3/2010 18:41:17]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><table id="ctl00_cphPagina_tblPost" style="width: 580px! important; border-collapse: collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"><tbody><tr style="width: 580px;"><td style="width: 580px;"></td></tr><tr style="width: 580px;"><td class="formatTexto"><p>O programa &nbsp;NOSSO CAMPO deste s&aacute;bado vai mostrar um dos peixes mais esportivos do mundo.Vamos mostrar uma cria&ccedil;&atilde;o do BLACK BASS.Ele &eacute; muito valorizado pelos pescadores por ser bom de briga no anzol.</p><p>Origin&aacute;rio da Am&eacute;rica do Norte, onde &eacute; conhecido com(boca grande).&nbsp;O&nbsp;Black Bass foi introduzido no Brasil&nbsp; na d&eacute;cada de 30 e habita v&aacute;rias represas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paran&aacute; e S&atilde;o Paulo.&nbsp;&Eacute; venerado por muitos, pela dificuldade na sua pesca e a emo&ccedil;&atilde;o que proporciona quando &eacute; fisgado.&Eacute;&nbsp;numa fazenda rodeada por morros, muito verde e &aacute;gua com fartura que o empres&aacute;rio Edson Sible cria o Black Bass. Os filhotes de v&aacute;rios tamanhos que est&atilde;o nos 26 tanques da propriedade nasceram na primavera, quando a temperatura da &aacute;gua atinge o ponto ideal para a reprodu&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie: 22 graus.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;<img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/nc_campo_2503_1.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>Tamb&eacute;m s&atilde;o destaques do programa a colheita do caqui da variedade Fuyu e uma receita especial de ossobuco com polenta</p><p>&nbsp;</p></td></tr></tbody></table></p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[PIMENTA QUENTE]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=10348]]></link>
<author><![CDATA[PIMENTA QUENTE]]></author>
<pubDate><![CDATA[10/2/2010 19:06:50]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/0031iz_ff_2.bmp" alt="&nbsp;" width="446" height="320" /></p><p>Fiz uma reportagem&nbsp; que com certeza vai agradar os amantes de uma pimenta. E n&atilde;o &eacute; qualquer variedade n&atilde;o .</p><p>Estou falando da&nbsp; Bhut Jolokia,&nbsp; &eacute;&nbsp; considerada a mais forte do mundo.<br />0 produtor Ciro Curi se enche de coragem e experimenta uma para descrever como se sente quem come uma pimenta dessas</p><p>A variedade &eacute; o resultado de cruzamentos feitos em regi&otilde;es produtoras na &Iacute;ndia . pa&iacute;s onde as pimentas fortes s&atilde;o muito valorizadas</p><p>A&iacute; est&atilde;o algumas fotos da pimenta.</p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/0014ip_ff.bmp" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p>O que faz uma pimenta ser mais ou menos ardida ?</p><p>Capsaicina &eacute; o componente que confere o gosto picante &agrave; pimenta.<br />O composto qu&iacute;mico capsaicina (8-metil-N-vanilil 1-6-nonamida) &eacute; o componente ativo das pimentas conhecidas internacionalmente como pimentas chili, que s&atilde;o plantas que pertencem ao g&ecirc;nero Capsicum.</p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/0006zm_ff.bmp" alt="&nbsp;" width="394" height="362" /></p><p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/0021n0_ff_1.bmp" alt="&nbsp;" width="410" height="300" /></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/00113u_ff_3.bmp" alt="&nbsp;" width="406" height="292" /></p><p>Produtor Ciro Cury de Salto</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>CHILLI UM PRATO MEXICANO</p><p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/chili.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&nbsp;</p><p><br />Para fazer a receita voc&ecirc;<br />vai precisar de :<br />20 gramas de pimenta do reino.</p><p>20 gramas de cominho</p><p>20 gramas de pimenta Jalapenho em conserva</p><p>20 gramas de pimenta tipo Chilli</p><p>200 framas de carne moida</p><p>100 gramas de vagem</p><p>100 gramas de cenoura</p><p>100 gramas de batata picada</p><p>20 gramas de alho</p><p>50 ml de azeite</p><p>200 gramas de extrato de tomate</p><p>200 gramas de feij&atilde;o cozido sem caldo</p><p>sal a gosto</p><p><br />Coloque o azeite em uma panela e refogue o alho .</p><p>Logo em seguida acrescente a carne moida semi refogada.</p><p>Acrecente&nbsp;as pimentas e o cominho</p><p>depois os legumes .</p><p>A&iacute; coloque&nbsp;um pouco de sal e mexa bem.</p><p>Por &uacute;ltimo vai o extrato de tomate<br />e deixe cozinhar por 10 minutos.</p><p>Se ficar muito cremoso acrecente um pouco d&aacute;gua.</p><p>Est&aacute; pronto o Chilli um dos mais tradiconais pratos da culin&aacute;ria mexicana.</p><p>Ele pode ser serido com nachos, que s&atilde;o biscoitos a base de milho <br />ou com p&atilde;o.</p><p>Bom apetite.</p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[ANO DE OURO]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=9700]]></link>
<author><![CDATA[ANO DE OURO]]></author>
<pubDate><![CDATA[6/1/2010 19:00:20]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <p>Nem sempre os economistas acertam os progn&oacute;sticos.</p> <p>Mas dois mil dez promete boas not&iacute;cias.N&atilde;o &eacute; preciso ser nenhum "gur&uacute;" para fazer boas previs&otilde;es.</p> <p>J&aacute; andam falando por a&iacute; em crescimento acima dos 6 por cento. Tomara que isso seja verdade.</p> <p>Por enquanto com do d&oacute;lar em queda, complicado vai ser para os produtores de gr&atilde;os para a exporta&ccedil;&atilde;o.</p> <p>Isso deixa o custo muito perto da receita e reduz drasticamente os lucros.</p> <p>De um jeito ou de outro temos que apostar , investir em produtividade para continuar em qualquer tipo de neg&oacute;cio.&nbsp;</p> <p>Em tempos de mundo globalizado &eacute; preciso ser competititivo.</p> <p>Um bom ano a todos.</p> <p>Grande abra&ccedil;o.</p> <p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[A GRIPE E OS CRUZEIROS]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=6684]]></link>
<author><![CDATA[A GRIPE E OS CRUZEIROS]]></author>
<pubDate><![CDATA[20/8/2009 19:24:38]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p><br /><img title="Navio em Fernando de Noronha" src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/eli_754.jpg" alt="&nbsp;" />Essa A "nova" gripe tem dado mesmo o que falar. Vejam s&oacute;: tornou o &aacute;lcoo gel um campe&atilde;o de vendas e manchete dos not&iacute;ci&aacute;rios.<br />Todo mudo quer se livrar do risco de pegar o tal v&iacute;rus H1N1 e higiene nos dias de hoje &eacute; palavra de ordem.<br />Tanto que j&aacute; tem gente que nem cumprimenta mais os colegas como antigamente. O velho aperto de m&atilde;o ficou esquecido.<br />Dizem at&eacute; que o antipaticos est&atilde;o aproveitando a onda para n&atilde;o apertar a m&atilde;o de ningu&eacute;m.<br />Os pol&iacute;ticos tamb&eacute;m fazem a parte deles para tentar ajudar a comunidade.<br />H&aacute; at&eacute; uma proposta para "limitar" a aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas. Pela regra em qualqeur tipo de evento e at&eacute; nos cultos e missas<br />seria "proibido"&nbsp; ficar a menos de um metro do pr&oacute;ximo.<br />Ou seja: o "pr&oacute;ximo" n&atilde;o poderia mais ficar pr&oacute;ximo do colega fiel na igreja, por exemplo.<br />Diante de tantas iniciativas para evitar o avan&ccedil;o do terr&iacute;vel virus da nova gripe, resolvi refletir sobre o caso.<br />Comentei l&aacute; em casa, como vai ficar o nosso passeio de navio em Janeiro? Ser&aacute; que vai ter.<br />Tamb&eacute;m falei sobre isso no trabalho e um colega, o Gabrioti, soltou essa: olha Eli, tem gente que est&aacute; preocupada em pegar &ocirc;nibus e voc&ecirc;<br />est&aacute; falando dos riscos da nova gripe num cruzeiro ? <br />Disse a ele que as raz&otilde;es da preocupa&ccedil;&atilde;o existem, afinal tamb&eacute;m se trata de aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas, n&atilde;o importa se em alto mar.<br />O consolo &eacute; que dizem que com o calor que vem por a&iacute; de agora em diante, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a pandemia diminua.<br />Outro motivo para ter esperan&ccedil;a &eacute; que logo deve chegar a vacina.<br />Bem o fato &eacute; que s&oacute; nos resta esperar, esperar ... pela redu&ccedil;&atilde;o dos casos, pela chegada da vacina, (que n&atilde;o deve ser suficiente para todos ) e<br />para que Janeiro chegue sem "nova'&nbsp; gripe.</p><p>Boa sorte a todos</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
</item>
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<title><![CDATA[10 Anos Nosso Campo]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=6169]]></link>
<author><![CDATA[10 Anos Nosso Campo]]></author>
<pubDate><![CDATA[5/8/2009 18:47:43]]></pubDate>
<description><![CDATA[<p>O programa completa essa semana 10 anos no ar. Durante esse per&iacute;odo, chegamos ao n&uacute;mero 500 neste s&aacute;bado. Para comemorar a data, o programa ganhou um cen&aacute;rio remodelado.&nbsp; Portanto, vamos relembrar um pouco do que foi feito nesse per&iacute;odo na tarefa de divulgar o mundo o agroneg&oacute;cio.</p><p>&nbsp;</p><p>O Nosso Campo surgiu de um acordo de co-produ&ccedil;&atilde;o firmado entre quatro emissoras. A TV Modelo de Bauru, Progresso de S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto, TV Alian&ccedil;a de Sorocaba e Fronteira de Presidente Prudente.</p><p>&nbsp;</p><p>No in&iacute;cio, o programa era feito nas regi&otilde;es de Bauru, S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto e Presidente Prudente com a apresenta&ccedil;&atilde;o do jornalista Osmar Bastos. Em 2001, a produ&ccedil;&atilde;o foi unificada e a pra&ccedil;a de Sorocaba ficou encarregada do programa.</p><p>&nbsp;</p><p>Em uma d&eacute;cada foram 17,5 mil minutos de informa&ccedil;&atilde;o sobre o agroneg&oacute;cio no rico interior paulista. Nesse per&iacute;odo dezenas de rep&oacute;rteres visitaram produtores e criadores para mostrar as novidades do campo, o mercado e a tradicional receita de toda semana.</p><p>&nbsp;</p><p>&Eacute; um orgulho muito grande tocar um projeto de sucesso como este, afinal s&oacute; fica tanto tempo quem agrada o telespectador. E pelas pesquisas de opini&atilde;o, pelo carinho de quem nos assiste, o Nosso Campo &eacute; algo que deu certo na miss&atilde;o de ser a voz do agroneg&oacute;cio&nbsp; no interior de S&atilde;o Paulo.</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BIFE ARGENTINO]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=3266]]></link>
<author><![CDATA[BIFE ARGENTINO]]></author>
<pubDate><![CDATA[4/5/2009 16:21:12]]></pubDate>
<description><![CDATA[<!-- inicio conteudo --><p>&nbsp;</p><p>Em Boituva, no interior de S&atilde;o Paulo, uma&nbsp;frigor&iacute;fico se destaca por trabalhar com cortes diferenciados, nacionais e de outros pa&iacute;ses. A famosa picanha, por exemplo, passa por uma m&aacute;quina que retira as gorduras e peles indesej&aacute;veis.</p><p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/churrasco5040509.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>Tratamento parecido tamb&eacute;m recebe a fraldinha. Renato Sebastiani, gerente de cortes especiais, explica que a m&aacute;quina foi importada e garante um produto de excelente qualidade.</p><p>&nbsp;</p><p>J&aacute; a costela, t&atilde;o conhecida entre os brasileiros, em Boituva, leva o nome de Prime Rib, um corte americano. E a primeira costela, parte do boi conhecida como Noix, &eacute; chamada de fil&eacute; da costela.</p><p>&nbsp;</p><p>O corte de carne pode mudar de nome e de jeito de um pa&iacute;s para o outro. Do contra-fil&eacute; tradicional no Brasil &eacute; poss&iacute;vel fazer algumas pe&ccedil;as famosas no churrasco dos argentinos ou dos americanos: o Rib-Eye, que &eacute; o olho do contra-fil&eacute;; o bife Ancho e o Chorizo , ambos cortes argentinos.</p><p>&nbsp;</p><p>Doroti Elias Carvalho &eacute; uma especialista em cortes especiais argentinos e americanos. Aprendeu o of&iacute;cio em mais de 20 anos de profiss&atilde;o e explica como um contra-fil&eacute; pode render diferentes tipos de cortes: argentinos e americanos.</p><p>&nbsp;</p><p>&ldquo;O bife Chorizo, por exemplo, fica no meio do contra-fil&eacute; e deve ser cortado de dois em dois cent&iacute;metros. Um bom contra-fil&eacute; rende cinco bifes&rdquo;, ensina.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/churrasco040509.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p>&ldquo;A carne pode ser a mesma, mas um corte especial pode valer bem mais do que um comum. &ldquo;Custa de 10% a 150% a mais&rdquo;, diz Sebastiani, gerente de cortes especiais do frigor&iacute;fico Cawpig, em Boituva.</p><p>&nbsp;</p><p>Bife de chorizo</p><p>&nbsp;</p><p>O argentino Claudio Iam&eacute;dica, dono de um restaurante em Sorocaba, no interior de S&atilde;o Paulo, ensina como se prepara o bife de Chorizo com molho &ldquo;Chimichurri&rdquo;. Ele &eacute; especialista no assunto. Embora o nome possa parecer incomum, trata-se de um molho com ervas.</p><p><img src="/UpLoad/Blog/elifranqui/Editor/churrasco3040509.jpg" alt="&nbsp;" /></p><p><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"><tbody><tr><td style="padding-left: 10px;">&nbsp;<span class="Lista">Bife de Chorizo</span> <br /><span class="Texto"><strong></strong></span></td></tr><tr><td class="Lista" style="padding-left: 10px;">&nbsp;</td></tr><tr><td class="Texto" style="padding-left: 10px;"><p><strong>Ingredientes:</strong></p><p>Um peda&ccedil;o de chorizo ( a quantidade que preferir)<br />1 colher de pimenta calabresa<br />Salsinha fresca<br />Salsinha desidratada<br />Manjeric&atilde;o desidratado<br />Or&eacute;gano<br />Alho picado<br />Lim&atilde;o<br />Azeite<br />Vinagre<br />Sal</p><p><strong>Modo de preparo:</strong></p><p>Para preparar o molho misture todos os ingredientes numa tigela e mexa. Pronto! Depois &eacute; s&oacute; colocar sal na carne dos dois lados e levar &agrave; churrasqueira para assar. Ap&oacute;s a carne assada e dourada, &eacute; s&oacute; montar o prato e colocar o molho em cima da carne e sabore&aacute;-la.</p><p><strong><em>Bom Apetite!</em></strong></p></td></tr><tr><td class="Texto" style="padding-left: 10px;"><br /></td></tr></tbody></table></p><p>Eli Franqui</p><!-- end conteudo --><!-- COMECA AQUI -->]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carne Macia]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=2416]]></link>
<author><![CDATA[Carne Macia]]></author>
<pubDate><![CDATA[3/4/2009 16:54:33]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div id="TituloNotNoticia">Certa vez ouvi falar de um gado de carne muito macia e que valia uma fortuna:</div>
<div>O Wagyu.&nbsp;&nbsp;Fui&nbsp;procurar informa&#231;&#245;es sobre a ra&#231;a&nbsp; e tive&nbsp;&nbsp;bastante assunto para fazer um boa reportagem.</div>
<div>Aproveito agora para mostrar&nbsp;um pouco do que descobri.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><img height="681" alt="" src="/Upload/Blog/elifranqui/Editor/WAGYU_03.JPG" width="1024" border="0" />&nbsp;Nosso </div>
<div>O Kobe bife de quase R$ 100,00.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>O Nosso Campo visitou fazendas em S&#227;o Paulo e Mato Grosso do Sul para mostrar como esse gado est&#225; sendo criado.<br />
Voc&#234; vai conhecer agora um gado que ganhou fama pela qualidade da carne. &#201; uma ra&#231;a japonesa que chegou ao Brasil h&#225; apenas quinze anos e vem conquistando espa&#231;o. Estamos falando do Wagyu. O Nosso Campo visitou fazendas em S&#227;o Paulo e Mato Grosso do Sul para mostrar como esse gado est&#225; sendo criado e voc&#234; vai saber tamb&#233;m porque o Wagyu tem uma carne saborosa.<br />
Quem entra no restaurante em um dos bairros mais elegantes da capital paulista encontra um ambiente sofisticado. Lugar por onde passam importantes executivos e gente famosa. No card&#225;pio, comida refinada que tem seu pre&#231;o. No meio de tantos, mais de cinq&#252;enta tipos pratos, um se destaca pelo valor.<br />
Voc&#234; pagaria R$ 95 por um bife? Antes de responder a pergunta &#233; melhor voc&#234; conhecer como o bife &#233; produzido. A carne &#233; de um gado japon&#234;s que ganhou fama por conta da qualidade. Para mostrar a ra&#231;a que chegou ao Brasil h&#225; apenas quinze anos, visitamos algumas fazendas para conhecer projetos importantes para a produ&#231;&#227;o desta carne.<br />
Conhe&#231;a mais sobre o Gado Wagyu<br />
<br />
</div>
<div><img alt="" src="/Upload/Blog/elifranqui/Editor/WAGYU_01 copy.jpg" border="0" />&nbsp;</div>
<div>Foto: Divulga&#231;&#227;o</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>A primeira parada &#233; em uma fazenda em Bragan&#231;a Paulista, a oitenta quil&#244;metros da capital de S&#227;o Paulo. As instala&#231;&#245;es foram constru&#237;das para abrigar gado leiteiro. Finalidade que aos poucos vai mudando. Nas baias e no pasto tem animal com outra aptid&#227;o. N&#227;o se trata de nelore e nem de qualquer outra ra&#231;a de corte conhecida no Brasil. S&#227;o animais de porte m&#233;dio bem diferentes dos que estamos acostumados a ver: &#233; o gado Wagyu. O nome significa gado japon&#234;s.</div>
<div><br />
A ra&#231;a Wagyu &#233; conhecida desde os tempos dos samurais. Foi levada para o Jap&#227;o da pen&#237;nsula coreana para o trabalho de tra&#231;&#227;o nas lavouras de arroz e desse rebanho surgiram as duas principias linhagens do gado Wagyu: a red e a black.<br />
Mas afinal o que &#233; marmoreiro da carne? Wagyu no cruzamento para produzir carne de qualidade.<br />
O projeto &#233; bem ambicioso. A fazenda Jequitib&#225; tamb&#233;m tem alguns dos melhores touros e vacas da ra&#231;a no pa&#237;s para multiplicar a gen&#233;tica. S&#227;o animais que foram adquiridos e que v&#227;o ajudar a expandir a ra&#231;a Wagyu no Brasil.<br />
Com o projeto, em tr&#234;s anos o confinamento deve ter pelo menos quinhentas cabe&#231;as com o sangue Wagyu para abater por m&#234;s.<br />
Vamos um pouco mais longe. O Nosso Campo passou a divisa de S&#227;o Paulo com Mato Grosso do Sul para mostrar que o Wagyu j&#225; chegou ao centro oeste brasileiro. Na fazenda de dez mil hectares no munic&#237;pio de Dourados, o empres&#225;rio Berlarmino Iglesias, um espanhol que est&#225; no Brasil h&#225; mais de cinq&#252;enta anos, resolveu apostar neste gado e j&#225; produz carne. O rebanho tem animais de todas as idades, puros e cruzados com gado das ra&#231;as.<br />
Produtor que gosta de inovar sempre, Iglesias implantou uma novidade na cria&#231;&#227;o do Wagyu. S&#227;o dez minutos di&#225;rios em cada um dos animais do lote escolhido para receber a massagem e afirma que j&#225; d&#225; para perceber pelo menos a mudan&#231;a no comportamento do gado.<br />
Como o privil&#233;gio n&#227;o &#233; para todo o rebanho, o gado cruzado fica mesmo &#233; na invernada da fazenda. S&#227;o criados como qualquer outra boiada. Os animais confinados est&#227;o prontos para o abate com tr&#234;s anos e m&#233;dia e vinte arrobas. Peso que Iglesias considera ideal para a carne ter o marmoreio desejado.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><br />
<img height="442" alt="" src="/Upload/Blog/elifranqui/Editor/WAGYU_02.JPG" width="282" border="0" /></div>
<div>Belarmino Iglesias - criador de Gado Wagyu</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><br />
Berlarmino resolveu apostar neste gado e j&#225; produz carne. O rebanho tem animais de todas as idades, puros e cruzados com gado da ra&#231;a Brahman.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>E por falar em carne, lembra do bife de R$ 95? Vamos ent&#227;o voltar a S&#227;o Paulo para finalmente saber como &#233; o sabor da carne do Wagyu. Na cozinha do restaurante, o empres&#225;rio compara um contra fil&#234; do Wagyu com o de outra ra&#231;a de gado.<br />
Diferen&#231;a vis&#237;vel no tamanho da pe&#231;a e na quantidade de gordura entre as fibras da carne. Carne com mais gordura entremeada precisa de cuidado especial diz o chefe de cozinha. Quando ele leva a carne ao fogo nada de sal. E s&#243; depois de dar um bronzeado no bife &#233; que ele coloca sal grosso.<br />
Na reportagem, o fazendeiro est&#225; fazendo massagem no gado. No Jap&#227;o, os criadores tratam os animais com acupuntura e alimentam o gado com gr&#227;os embebidos em cerveja e saqu&#234;, uma bebida feita de arroz. Dizem que isso tamb&#233;m ajuda tornar a carne mais macia.Para responder a pergunta, o Nosso Campo andou mais um pouco pelo estado de S&#227;o Paulo e chegou a Pardinho para falar com um especialista no assunto: o professor Lu&#237;s Arthur Chardulo, veterin&#225;rio e pesquisador da Unesp, que faz testes com carnes em um laborat&#243;rio. O &#250;nico laborat&#243;rio particular do g&#234;nero no pa&#237;s. O professor Chardulo explica que o marmoreiro da carne tem um papel importante quando se trata de sabor.<br />
O professor explica que, apesar do marmoreiro ser uma caracter&#237;stica do gado europeu, &#233; poss&#237;vel carne com gordura entremeada tamb&#233;m em animais cruzados e ele d&#225; at&#233; a receita do cruzamento.Vinte cinco por cento&nbsp;&nbsp; de wagyu, 25 proc ento de Angus e 50 pro cento de Nelore<br />
Para mostrar o cruzamento que o professor citou, o Nosso Campo andou mais um pouco e chegou a uma fazenda em Porto Feliz, rede Nelore,gi&#227;o sudeste do estado de S&#227;o Paulo. No meio de um enorme boiada com 3,5 mil animais de diversas ra&#231;as n&#243;s encontramos um gado cruzado com sangue japon&#234;s.<br />
O administrador da fazenda Darcy Antonio de Oliveira diz que o ganho de peso do lote de quarenta animais tem sido excelente.<br />
O coordenador do projeto, o agr&#244;nomo Roberto Barcelos, alega que apesar do ganho de peso dos animais ter sido muito bom, esse n&#227;o &#233; o principal resultado que se busca. A id&#233;ia &#233; definir qual o grau de sangue ideal da ra&#231;a.&nbsp;</div>
<div>ELI FRANQUI<br />
</div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Negócio rentável]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=2364]]></link>
<author><![CDATA[Negócio rentável]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/4/2009 17:52:08]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div>Muita gente me faz a seguinte pergunta :</div>
<div>o que pode ser rent&#225;vel nos dias de hoje no agroneg&#243;cio?</div>
<div>Nas minhas andan&#231;as pelo interior Paulista tenho visto boas oprotunidades, entre elas o EUCAL&#205;PTO.</div>
<div>S&#227;o muitas as raz&#245;es , apesar de&nbsp; muita gente ser contra por&nbsp;se tratar de&nbsp;uma &#225;rvore que n&#227;o &#233; nativa da Am&#233;rica do Sul.</div>
<div>Recentemente fiz uma reprotagem com uma novidade no sitema de plantio.<br />
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Plantio adensado reduz custos a produtores de eucalipto.</div>
<div>No Centro Oeste paulista, usinas est&#227;o aderindo ao sistema e j&#225; colhem excelentes resultados.</div>
<div><img height="239" alt="" src="/Upload/Blog/elifranqui/Editor/eucalipto-200209.jpg" width="300" border="0" />&nbsp;</div>
<p>&nbsp;25 de Fevereiro de 2009 </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />
Aparentemente, o plantio de eucalipto numa propriedade rural em Avar&#233;, no Centro Oeste paulista, &#233; igual a qualquer outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A floresta em forma&#231;&#227;o tem oito meses. As &#225;rvores s&#227;o bem uniformes, porque as mudas s&#227;o clones. A diferen&#231;a est&#225; no plantio feito pelo sistema adensado. Cada hectare tem quase seis vezes mais &#225;rvores do que nas florestas convencionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Como no plantio tradicional, as ruas aqui t&#234;m tr&#234;s metros de largura. A diferen&#231;a est&#225; no espa&#231;amento entre as plantas. S&#227;o 50 cent&#237;metros de uma muda para outra. No sistema tradicional, os produtores utilizam tr&#234;s metros de uma planta para outra&#8221;, destaca o professor La&#233;rcio Couto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi ele quem implantou o sistema no Brasil, j&#225; que &#233; especializado em silvicultura. O professor trouxe a ideia dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Couto diz que nos testes que fez em Minas Gerais obteve um excelente resultado: cem toneladas de massa por hectare, um rendimento de 40 toneladas de eucalipto seco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No sistema tradicional s&#227;o apenas 20 toneladas por hectare, segundo Couto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi esse rendimento que levou uma usina de a&#231;&#250;car e &#225;lcool, que est&#225; em fase de implanta&#231;&#227;o, em Avar&#233;, a adotar o plantio adensado. Mas, afinal, por que uma usina que tem a cana-de-a&#231;&#250;car como mat&#233;ria-prima est&#225; investindo em &#225;rvores?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O eucalipto vai ser usado para ajudar a manter em funcionamento 12 meses o sistema de gera&#231;&#227;o de energia da usina, que custou R$ 60 milh&#245;es. &#201; que a safra de cana dura sete meses e a madeira vai alimentar a caldeira nos outros cinco meses do ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor geral da usina, Jos&#233; Meyer, explica que o corte da floresta, dois anos depois do plantio, vai coincidir com a entressafra da cana. &#201; que a usina optou pelo eucalipto por conta do grande rendimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O gerente agr&#237;cola da usina, Jo&#227;o Elias Oliveira, explica que o custo de implanta&#231;&#227;o do plantio por hectare foi o mesmo da cana-de-a&#231;&#250;car: R$ 3 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>S&#243; custou um pouco mais do que o plantio normal, porque foi usada uma quantidade maior de mudas, em torno de seis mil hectares. No plantio convencional, s&#227;o 1.100 mudas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor geral da usina, Jos&#233; Meyer, diz que o sistema tamb&#233;m tem o lado social. O pr&#243;prio pessoal que trabalha no corte da cana durante sete meses vai ser aproveitado para cuidar da floresta de eucalipto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Lins, no Centro Oeste paulista, uma termoel&#233;trica tamb&#233;m est&#225; plantando eucalipto pelo sistema adensado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andr&#233; Escobar, coordenador de projetos, disse que a empresa que j&#225; tinha plantado 1.600 hectares pelo sistema tradicional, mudou de t&#225;tica assim que conheceu a novidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>J&#225; plantou 200 hectares, est&#225; plantando outros 800 e tem um cronograma definido at&#233; 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escobar diz que ser&#227;o mais 800 hectares de eucalipto adensado por ano.</p>
<p><br />
&nbsp;</p>
<p align="justify"><em>Veja tamb&#233;m:</em></p>
<br />
<p align="justify"><a href="http://www.camponews.com.br/noticia.asp?codigo=3155" target="_blank"><font color="#0000ff">Produ&#231;&#227;o de eucalipto por adensamento ganha espa&#231;o</font></a></p>
<p><font color="#0000ff"></font></p>
<br />
<strong>Eli Franqui </strong><!-- end TxtMateria -->
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vinho]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=2358]]></link>
<author><![CDATA[Vinho]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/4/2009 15:50:39]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;<img height="300" alt="" src="/Upload/Blog/elifranqui/Editor/vinho_3.jpg" width="400" border="0" /></div>
<div>&nbsp;ELI FRANQUI&nbsp; na vin&#237;cola Salton</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;<img height="300" alt="" src="/Upload/Blog/elifranqui/Editor/vinho_4.jpg" width="400" border="0" /></div>
<div>&nbsp;Uva Cabernet Sauvignon
<div>&nbsp;</div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><img height="300" alt="" src="/Upload/Blog/elifranqui/Editor/vinho.jpg" width="400" border="0" /></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>ELI FRANQUI&nbsp; e PAULO BERTIN</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Recentemente estive no Rio Grande do Sul e fiquei impressionado com o padr&#227;o de nossas vin&#237;colas.</div>
<div>Fiz algumas reportagens que retratam isso.</div>
<div>E aproveito para publicar&nbsp; esse material aqui no&nbsp;Blog.&nbsp;</div>
<div>
<p>NOT&#205;CIAS<br />
Uva de mesa em S&#227;o Paulo e fruta para fazer vinho no SulMunic&#237;pio do sudeste paulista &#233; o maior produtor do estado na variedade mesa; em Bento Gon&#231;alves, no Sul do Pa&#237;s, produ&#231;&#227;o &#233; de 600 milh&#245;es de quilos11 de Mar&#231;o de 2009 </p>
<p><br />
J&#225; se passaram mais de 100 anos desde que os imigrantes italianos plantaram os primeiros p&#233;s de uva no Brasil. Em S&#227;o Paulo, o munic&#237;pio de Jundia&#237; tem tradi&#231;&#227;o na produ&#231;&#227;o da variedade para mesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dos 70 milh&#245;es de quilos que o estado colheu na &#250;ltima safra, 30 milh&#245;es sa&#237;ram de Jundia&#237;. &#201; o maior produtor de uva de mesa do Pa&#237;s.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Serra Ga&#250;cha, regi&#227;o nordeste do Rio Grande do Sul, tamb&#233;m foram os italianos que plantaram os primeiros p&#233;s da fruta. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eles encontraram condi&#231;&#245;es ideais de clima e solo nos vales e encostas das montanhas para cultivar uva. Tornaram a regi&#227;o de Bento Gon&#231;alves, munic&#237;pio com pouco mais de 100 mil habitantes, o maior produtor de vinhos e espumantes do Pa&#237;s. S&#227;o 600 milh&#245;es de quilos de um grande leque de variedades de uva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A colheita vai at&#233; abril. S&#227;o cerca de 16 mil fam&#237;lias empregadas no manejo dos parreirais. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja tamb&#233;m:<br />
</p>
<p align="justify"><em>Veja tamb&#233;m:</em><br />
<a href="http://www.camponews.com.br/noticia.asp?codigo=3643" target="_blank"><font color="#810081">Brasil est&#225; entre os maiores produtores de champanhe e espumante do mundo</font></a> <br />
<a href="http://www.camponews.com.br/noticia.asp?codigo=3644" target="_blank"><font color="#0000ff">Turismo rural: um bom roteiro nessa &#233;poca do ano &#233; visitar vin&#237;colas</font></a><br />
<a href="http://www.camponews.com.br/noticia.asp?codigo=3645" target="_blank"><font color="#0000ff">Colheita da uva tem de ser feita na hora certa</font></a><br />
<a href="http://www.camponews.com.br/noticia.asp?codigo=3646" target="_blank"><font color="#0000ff">Coopera&#231;&#227;o na produ&#231;&#227;o de vinho no Brasil</font></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />
&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eli Franqui </p>
</div>
<div><!-- inicio conteudo -->&nbsp; </div>
]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONTRASTE]]></title>
<link><![CDATA[http://www.temmais.com.br/blog/elifranqui/Default.aspx?idPost=2349]]></link>
<author><![CDATA[CONTRASTE]]></author>
<pubDate><![CDATA[1/4/2009 12:37:16]]></pubDate>
<description><![CDATA[<div>No programa desta semana mostramos cen&#225;rios diferentes no campo em &#233;poca de safra.<br />
A colheita da cana est&#225; come&#231;ando em S&#227;o Paulo e com o aumento da oferta principalmente de &#225;lcool no mercado o pre&#231;o esta em baixa.<br />
As colheitas da soja e do milho tamb&#233;m est&#227;o e r&#237;tmo acelerado.<br />
E&nbsp;para dar conta do servi&#231;o tem gente trabalhando em hor&#225;rio especial,como mostramos</div>
<div>na regi&#227;o de itapetininga onde&nbsp;a colheita de milho &#233; feita&nbsp;&#224; noite.<br />
Mas eu gostaria de destacar tamb&#233;m um outro assunto de grande import&#226;ncia para a pecu&#225;ria Paulista.</div>
<div>Na pr&#243;xima etapa em maio vai ser implantada uma mudan&#231;a.</div>
<div>Os criadores v&#227;o vacinar animais at&#233; dois anos de idade. Na pr&#225;tica isso vai significar menos doses de vacina e trabalho no manejo com o gado.</div>
<div>A medida foi adotada pelo Minist&#233;rio da Agricultura a pedido dos criadores. Eles alegaram que os animais com mais idade do que isso </div>
<div>j&#225; est&#227;o imunizados. Acho isso correto e lembro que depois de mais de uma d&#233;cada sem a febre, S&#227;o Paulo come&#231;a a dar os primeiros passos para se tornar &#225;rea livre da Aftosa sem vacina&#231;&#227;o. Vai demorar mas acho que&nbsp; vamos chegar l&#225;.</div>
<div>Grande Abra&#231;o<br />
</div>
]]></description>
</item>
</channel>
</rss>
